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Clerot pontua pouco em Hockenheim na FRECA e brasileiras pontuam em Singapura PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Sunday, 05 October 2025 19:04

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Nesse final de semana tivemos corridas envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial em condições bem diferentes.

 

Na Alemanha, que há anos está fora do calendário da Fórmula 1, a Fórmula Regional Europeia foi para Hockenheim disputar a penúltima etapa da temporada com o título aberto para quatro pilotos, entre eles Pedro Clerot, nosso representante e em Singapura as pilotas postulantes às categorias do automobilismo top enfrentaram as ruas da cidade-estado, com Aurélia Nobels e Rafaela Ferreira levando a bandeira do Brasil.

 

Fórmula Regional Europeia

A principal categoria regional de monopostos, a Fórmula Regional Europeia, chegou em Hockenheim com o campeonato em aberto para quarto pilotos. Freddie Slater, Matteo de Palo, Enzo Deligny e Pedro Clerot estão separados por 26 pontos e com duas etapas a serem disputadas, 100 pontos estavam em jogo para definir o campeão de 2025. Independente disso, o piloto brasileiro já está com seu lugar assegurado na FIA Fórmula 2026.

 

 

As atividades começaram no início da manhã da sexta-feira, com temperaturas muito baixas – no ar e no asfalto sendo um desafio extra para os 28 pilotos inscritos. Pedro Clerot marcou o 4° melhor tempo, com 1m35,181s, 484 milésimos mais lento que Freddie Slater. Na sessão disputada no final da manhã, com a temperatura um pouco mais alta, Pedro Clerot estabeleceu o 2° melhor tempo, com 1m34,770s, 254 milésimos mais lento que Matteo de Palo. Um dia animador para nosso representante.

 

Diferente do que normalmente costuma ser, na tarde da sexta-feira voltaram à pista para a sessão de classificação 1, mas que formaria o grid da corrida do domingo. Como já é prática da categoria, foram divididos em dois grupos, com Pedro Clerot ficando no grupo B, o 2° a ir para a pista e que já tinha como tempo a ser batido os 1m33,989s estabelecido por Enzo Deligny, piloto mais rápido do grupo A.

 

 

Por ter sido realizado na sexta-feira, o treino de qualificação 1, para a corrida do domingo, não teve a transmissão – nem pelo youtube – para podermos ter um relato mais detalhado do andamento dos 15 minutos que os pilotos tiveram na pista. A disputa pelo tempo mais rápido ficou entre Matteo de Palo e Evan Giltaire. Pedro Clerot não conseguiu fazer uma volta competitiva e o resultado foi péssimo para o brasileiro, que ficou com o 6° tempo, marcando sua melhor volta em 1m34,937s.

 

Na manhã do sábado tivemos o treino classificatório da corrida do sábado, novamente com os pilotos dividido em dois grupos e com o grupo B, onde estava Pedro Clerot, indo primeiro para a pista. Não estava tão frio como na manhã da sexta-feira, mas ainda assim, com as temperaturas próximas a 16°C aquecer os pneus corretamente seria fundamental. Depois de fazerem as voltas de aquecimento dos pneus os pilotos partiram para as voltas rápidas na parte final do treino.

 

 

Em sua primeira volta rápida, Pedro Clerot conseguiu fazer 1m34,979s. A transmissão mostrava o gráfico dos setores com as indicações dos tempos em cores, mas não mostrava os tempos de volta. Na sua segunda volta rápida Pedro Clerot errou na última curva, foi na grama e marcou 1m35,629s, sem melhorar e sujou os pneus a 4 minutos do final. Depois de limpar os pneus o brasileiro voltou a acelerar, mas não conseguiu melhorar o tempo da primeira volta. Ele chegou a fazer uma volta em 1m34,940s, mas excedeu os limites de pista e teve a volta cancelada, terminando como o 3° do grupo, que teve Matteo de Palo como mais rápido, com 1m34,933s. O mais rápido foi Enzo Deligny, no Grupo A, com 1m34,897s.

 

Seis horas depois os pilotos da Fórmula Regional Europeia voltaram à pista para a primeira corrida do final de semana. Pedro Clerot enfrentaria um grande desafio largando da 6ª posição, tendo que fazer uma corrida para se recuperar da posição conseguida na classificação e teve como complicador a decisão da largada ser feita atrás do safety car, que fez duas voltas para que os pilotos aquecessem os pneus na pista ainda úmida da chuva que caiu entre o treino e a corrida, além da baixa temperatura.

 

 

A bandeira verde veio na abertura da 3ª volta e Pedro Clerot foi para o ataque sobre Enzo Deligny, mas errou e foi superado por Jin Nakamura. A pista estava molhada fora do trilho e as ultrapassagens eram mais arriscadas que o usual, mas foi Jin Nakamura que superou Enzo Deligny. Pedro Clerot continuava errando na última curva da volta e indo para cima da zebra. A disputa pela P5 entre Nakamura, Deligny (que recuperou a P5) e Clerot estava afastando os 3 dos carros da frente, mas estava claro que o brasileiro não tinha carro para ir muito além.

 

 

Pedro Clerot não conseguia superar Jin Nakamura, que em uma pilotagem muito defensiva perdeu contato com Enzo Deligny e segurava o brasileiro na 7ª posição. Matteo de Palo caiu para 3° no terço final da corrida e começou a segurar o pelotão, permitindo que Jin Nakamura e Pedro Clerot se aproximassem dos carros à frente. O brasileiro decidiu ir para cima com tudo, mas o japonês se defendia de forma dura e correta. Com muita luta – e muito risco – Pedro Clerot ganhou a P6, mas ficou longe de Enzo Deligny. Com o pouco tempo de prova restante, o brasileiro não conseguiu ir além do 6° lugar.

 

Na manhã do domingo os pilotos da Fórmula Regional Europeia voltaram à pista para a segunda corrida do final de semana e se no sábado a tarefa de Pedro Clerot era difícil, no domingo o desafio era ainda maior com o brasileiro largando da P12. As condições estavam melhores e a pista estava seca, o que garantiria uma largada normal. Após a volta de apresentação os pilotos retornaram as suas posições de grid. Enzo Deligny acusou inicialmente ter problemas e a largada foi atrasada. Na verdade, o problema foi a chuva que começou a cair com razoável intensidade e as equipes voltaram para a pista com os pneus de chuva.

 

 

Apesar da chuva, alguns pilotos optaram por manter os pneus slicks. A direção de prova não obrigou a troca, mas desabilitou o “push to pass”. Pedro Clerot optou por manter os pneus slicks uma vez que a chuva parou antes da nova volta de apresentação. Os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os – agora – 28 minutos programados +1 volta, foi dada a largada. Pedro Clerot largou largou bem, escapou do carro que ficou parado à sua frente, ganhou 4 posições e chegou no hirpin na P8, mas no final da reta dos boxes Nikita Bedrin e Ruiqi Liu bateram e foram para fora da pista. No final do setor 2 foi informado que a corrida estava sob safety car, mas o brasileiro caiu para 9°.

 

 

A relargada demorou – e isso era ruim para nosso piloto – e veio na abertura da volta 6. Pedro Clerot relargou forte e superou Kanato Le e foi pra cina de ashkay Bohra. Hiyu Yamakoshi escapou e bateu no setor 1 enquanto, no Hairpin, Pedro Clerot passou Ashkay Bohra. Rapidamente ele chegou em Dion Gowda. Hiyu Yamakoshi voltou para a pista enquanto o brasileiro tomou o troco e voltou para a P8, mas não desistiu e ia perdendo tempo atrás do indiano. Com a batida de Saqer Al Maosherji, a 10 minutos do fim, tivemos a volta do safety car.

 

 

A chuva voltou a cair durante a bandeira amarela alguns pilotos pararam para trocar pneus. A pista ficou bem molhada e nada de bandeira verde. Faltavam três minutos e meio quando a direção de prova deu bandeira vermelha para logo em seguida, por ter mais de 75% da corrida completada, encerrou a corrida Pedro Clerot ficou com a P7. Foi um final de semana ruim para Pedro Clerot, que mesmo pontuando e saindo da Alemanha com 212 pontos e ainda na 4ª posição do campeonato, não tinha mais chances de vencer o campeonato. A etapa final será no final de outubro, em Monza.

 

F1 Academy

Apesar da dificuldade que as pilotas da categoria escola feminina da Federação Internacional de Automobilismo iriam enfrentar nestes quase 5 quilômetros a programação reservava apenas um treino livre de 40 minutos antes do treino de classificação. Aberto os boxes para o treino livre todas as pilotas foram para a pista fazer aquela volta de verificação e nesta volta o carro de Rafaela Ferreira apresentou uma fumaça saindo do motor e seu treino de reconhecimento acabava no seu retorno aos boxes, quando a equipe retirou a cobertura do motor para investigar o que estava acontecendo, não permitindo que a brasileira fizesse o treino de reconhecimento da pista antes do treino de classificação.

 

 

As pilotas voltaram para pista e Aurélia Nobels entre elas. Na primeira volta cronometrada a brasileira marcou 2,11,122s, mas este tempo ainda baixaria muito. O treino livre estava acontecendo aproximadamente no mesmo horário das corridas, sem fazer uso dos refletores que marcam as corridas noturnas, horário onde será feito o treino de classificação. Na sua segunda volta Aurélia Nobels marcou 2m10,264s, mas as mais rápidas já estavam virando na casa de 2m05s.

 

A terceira volta de Aurélia Nobels foi de 2m06,893s, uma volta já competitiva e continuava acelerando forte, melhorando setor a setor e fazendo 2m06,408s, mas as mais rápidas já estavam na casa de 2m04s. Melhorando volta a volta, a brasileira marcou 2m05,956s. Enquanto isso os mecânicos trabalhavam no carro de Rafaela Ferreira para tentar fazer com que ela conseguisse ir para a pista. Aurélia Nobels continuava melhorando e conseguiu 2m05,774s. As três primeiras colocadas estavam num ritmo diferenciado na casa de 2m04s.

 

 

Aurélia Nobels foi para os boxes faltando 15 minutos para o final da sessão com a P6 provisória e Rafaela Ferreira estava de volta no carro para tentar sair para a pista. Apesar de ter feito treinos no simulador, a pista é sempre a pista. Faltando 11 minutos para o final da sessão Aurélia Nobels voltou para a pista enquanto o problema no carro de Rafaela Ferreira continuou e a brasileira deixou o carro novamente. Depois de aquecer os pneus Aurélia Nobels melhorou seu tempo de volta para 2m05,386s e continuou acelerando para marcar 2m05,100s, encerrando o treino com a P6.

 

Depois do treino livre 1 da Fórmula 1 as pilotas da F1 Academy voltaram à pista para o treino que definiria as posições de largada para as corridas do sábado e do domingo. As expectativas eram boas depois do bom treino livre de Aurélia Nobels, conquistando a P6, e esperançosas de que a equipe tivesse resolvido o problema que impediu Rafaela Ferreira de fazer voltas no treino livre. Agora elas teriam 30 minutos sob a impressionante iluminação do traçado de rua em Singapura.

 

 

Aberto os boxes as pilotas foram pra pista. Algumas voltaram aos boxes no final da primeira volta, mas a maioria continuou acelerando, aquecendo os pneus. Alisha Palmowski tocou o muro com mais força e provocou a bandeira vermelha com 7 minutos de treino. As brasileiras ainda não tinham voltas realmente rápidas e a bandeira vermelha atrapalhou o aquecimento dos pneus. Com os carros parados, os mecânicos do carro de Rafaela Ferreira aproveitaram para examinar o carro.

 

 

Depois da pista liberada as pilotas voltaram à pista para os 23 minutos de treino restantes. Depois de aquecerem os pneus começaram a vir as voltas rápidas e Aurélia Nobels marcou 2m05,578s. Rafaela Ferreira fez sua primeira volta em 2m06,890s. Na sua 2ª volta rápida Aurélia Nobels melhorou para 2m04,933s. Rafaela Ferreira voltou para os boxes abortando a 2ª tentativa de volta rápida com 14 minutos para o final, estavam praticamente todas nos boxes.

 

Faltando 11 minutos para o final do treino as brasileiras voltaram para a pista. Rafaela Ferreira melhorou, fazendo uma volta em 2m05,802s, mas estava pagando um preço alto por não ter feito o treino livre. Na volta seguinte ela marcou 2m05,324s enquanto Aurélia Nobels baixou para 2m04,673s. Rafaela Ferreira baixou seu tempo para 2m05,304s e Aurélia Nobels No final da sessão, Rafaela Ferreira ficou com o 14° melhor tempo e Aurélia Nobels com o 7° melhor tempo iria largar na 1ª fila na corrida do sábado.

 

 

Na tarde do sábado as pilotas da F1 Academy voltaram às ruas e avenidas de Singapura para a primeira das duas corridas com muito calor e umidade. Aurélia Nobels tinha sua melhor posição de largada na categoria e Rafaela Ferreira, prejudicada pelo problema no motor no treino livre, largava na 14ª posição. Choveu na madrugada e tirou parte da borracha que havia no asfalto. A largada atrasaria em 15 minutos e depois atrasaram mais 5 minutos para reparos nas barreiras de segurança.

 

 

Depois da volta de apresentação as pilotas retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 14 voltas programadas, tivemos a largada. Aurélia Nobels largou bem, colocou o carro lado a lado com Lia Block, mas as duas vazaram a chicane no final da reta. Aurélia Nobels cedeu a posição para a pole position e posicionou-se na P2. Nicole Havrda bateu ainda na primeira volta, ficou na proteção e o safety car foi acionado. Rafaela Ferreira era a 15ª.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 3. Aurélia Nobels perdeu contato com Lia Block e Chloe Chambers só não atacou por errar na curva 4 e perder a posição para Maya Weug, que veio pra cima da brasileira. Rafaela Ferreira fez uma grande relargada e se aproveitou do enrosco entre Lisa Billard e Alba Larsen para subir à 12ª posição, mas antes do fechamento da volta a brasileira ficou lenta e parou na pista. Ela conseguiu voltar a se movimentar e evitou uma nova entrada do safety car, mas caiu para a P17.

 

 

Aurélia Nobels vinha mantendo 7 décimos de vantagem sobre Maya Weug e tentava pressionar Lia Block, mas logo Weug começou a virar rápido e foi para o ataque sobre Aurélia Nobels. A brasileira não resistiu a pressão por muito tempo e numa destracionada em uma curva, abriu a chance para Maya Weug ganhar a posição. Aurélia Nobels não desistiu e colou em Maya Weug enquanto Chloe Chambers e Ella Lloyd que vinham batendo rodas. Na volta 7 Alisha Palmowsky errou sozinha, bateu no muro e em outro ponto, Lisa Billard abandonou com o um princípio de incêndio no motor. O safety car voltou para a pista.

 

 

Na relargada, abrindo a volta 10, Aurélia Nobels relargou pressionada por Chloe Chambers, foi empurrada para a área de escape da chicane no final da reta e perdeu posição também para Ella Lloyd, mas Lloyd estava punida em 5s pelos comissários. Rafaela Ferreira ganhou a posição de Courtney Cronne e entrou na briga pela P12 com Megan Bruce e Alba Larsen. Doriane Pin superou Emma Felbermayr e colou em Aurélia Nobels. Novamente, o carro de Rafaela Ferreira parou na pista. Novamente ela conseguiu movimentar o carro.

 

 

Aurélia Nobels foi atacada na volta seguinte e perdeu a posição para Doriane Pin, mas a brasileira recuperou a posição no braço, só que Emma Felbermayr colou nas duas. As três continuavam juntas. Rafaela Ferreira recebeu bandeira preta e amarela, mandando-a para os boxes para solucionar o problema do carro e a brasileira acabou abandonando a corrida faltando 3 voltas para o final. Aurélia Nobels resistiu a pressão de Doriane Pin e e cruzou a linha de chegada em 5° lugar, mas com a punição de 5s para Ella Lloyd, a brasileira ficou com a 4ª posição. O melhor resultado de Aurélia Nobels na F1 Academy.

 

Na tarde do domingo, madrugada aqui no Brasil, as pilotas da F1 Academy voltaram à pista para a 2ª corrida do final de semana. Aurélia Nobels largava abrindo a 4ª fila com a P7 e Rafaela Ferreira largava na 14ª posição com a P14 e – esperávamos todos – com os problemas no seu carro resolvidos. Após a volta de apresentação as pilotas retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 14 voltas programadas, tivemos a largada.

 

 

Aurélia Nobels largou bem e foi logo pra cima de Lisa Billard e ganhou a posição da novata. Rafaela Ferreira largou bem, manteve sua posição, mas ao lonfo da primeira volta foi sendo superada, fechando a volta na P16, perdendo mais uma posição logo em seguida. Aurélia Nobels estava com um ritmo de corrida muito bom, mas não conseguia se aproximar de Emma Felbermayr. Lia Bolck errou na volta 3 e Rafaela Ferreira voltou para a 16ª posição.

 

 

Chegamos na metade da corrida com Aurélia Nobels bem estabelecida na 6ª posição enquanto Rafaela Ferreira vinha na briga do pelotão que brigava pela 11ª posição, indo até a 17ª colocada. Começou a rolar uma agitação nos boxes por conta de avisos de chuva. E a chuva começou a cair na volta 9 em alguns pontos do circuito. A chuva foi avançando pelo traçado na volta seguinte e teve gente do final do pelotão parando.

 

 

Em alguns trechos da pista a chuva caia forte e Nicole Havrda parou em uma área de escape depois de deslizar na pista molhada e bater. Aurélia Nobels e muita gente foi para os boxes. O safety car foi pra pista e as líderes ficaram na pista. Rafaela Ferreira foi para a P10 e Aurélia Nobels voltou na P12. O safety car ia sair para uma última volta insana de corrida. As 10 primeiras estavam com pneus slicks e tinha tudo pra dar Problema (com P maiúsculo e a palavra não era essa, como diz meu colega Paulo Ogro Alencar).

 

 

Como o primeiro setor estava seco, as pilotas que trocaram para pneus de chuva perderam segundos preciosos e não conseguiram recuperar o terreno para chegar nas pilotas que estavam com pneus slicks. Rafaela Ferreira passou Coutney Crone e tomou a P9. Aurélia Nobels, que estava marcando bons pontos com a 6ª posição, terminou na P12. No campeonato, Rafaela Ferreira saiu de Singapura com 15 pontos na 11ª posição. Aurélia Nobels era a 13ª com 10 pontos. A próxima etapa será em Las Vegas.

 

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

 

Um abraço a todos, 

 

Genilson Santos

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.

 

Last Updated ( Sunday, 05 October 2025 19:53 )