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Gabriel Gomez é vice na F4 italiana. Igor Fraga, chuva e neblina em Fuji. Testes da F3 em Jerez PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Sunday, 12 October 2025 18:53

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Nesse final de semana tivemos não somente corridas envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial, mas também treinos envolvendo pilotos brasileiros visando a temporada 2026.

 

O autódromo de Fuji vai receber as etapas 9 e 10 da Superformula, onde temos competindo o excelente piloto (melhor que Liam Lawson, que ele derrotou na pista) Igor Fraga, em uma equipe que não é de ponta na categoria. Na Itália, Gabriel Gomez ainda tem a última etapa da FIA Fórmula 4 italiana para tentar reverter a difícil situação no campeonato.

 

Nesta semana que passou tivemos dois dias de testes (7 e 8 de outubro) da FIA Fórmula 3 no autódromo Angel Nieto, em Jerez de La Frontera, na Espanha. Um circuito extremamente técnico e que tanto permite aos pilotos descobrirem todos os recursos técnicos que os carros da categoria oferecem com serve para as equipes avaliarem a capacidade técnica dos pilotos em seus carros e o potencial para conseguirem se estabelecer na categoria que teve ter novamente um grid com 30 carros na temporada 2026, muito equilíbrio nas disputas.

 

 

Em cada um dos dias, pilotos se revezaram na pista pela manhã e pela tarde, onde começamos a ver algumas mudanças nas composições das equipes e algumas caras novas, a maioria vindas da Fórmula Regional Europeia, mas também de outras categorias. Na parte da manhã Alessandro Giusti terminou liderando, à frente de Freddie Slater e Mattia Colnaghi. Jesse Carrasquedo foi o quarto colocado pela Van Amersfoort Racing, com Tuukka Taponen completando o top 5. Pedro Clerot, que foi confirmado como integrante da equipe Rodin Motorsport, foi o 11°, com sua melhor volta em 1m31,622s. Fernando Barrichello foi o 29°, marcando 1m32,724s

 

 

Na sessão da tarde, com os pilotos e equipes – em parte – trabalhando em diferentes configurações e com isso, mudanças na gangorra da tabela de tempos. Ao final da sessão tivemos no top 5 uma dupla da MP Motorsport com Tuukka Taponen e Alessandro Giusti. Gerrard Xie, Ugo Uguchukwu e Christian Ho completaram o grupo. Pedro Clerot fez o 26° tempo, com 1m32,978s, logo à frente de Fernando Barrichello, que fez sua melhor volta em 1m32,982s.

 

 

No segundo dia de treinos tivemos pela manhã algumas bandeiras vermelhas interrompendo a sessão, mas nenhum acidente sério. As condições de pista estavam semelhantes às do primeiro dia, mas com mais borracha e no final da sessão a Campos Racing ocupou o topo da tabela com Ugo Ugochukwu e Ernesto Rivera. Freddie Slater, Christian Ho e Noah Stromsted completaram o top 5. Pedro Clerot terminou com o 14° tempo, em 1m30,740s após 27 voltas. Fernando Barrichello foi o 29° com a melhor volta em 1m31,268s.

 

 

A última sessão deste treino coletivo teve novamente a Campos Racing – desta vez acompanhada da Hitech Racing – dominando a planilha de tempos para ocuparem as 6 primeiras posições com Ernesto Rivera, Ugo Ugochukwu, Jin Nakamura, Michael Shin e Fionn McLaughlin. Os brasileiros terminaram longe dos mais rápidos, com evidentes testes diferentes. Pedro Clerot foi o 25°, com 1m33,958s e Fernando Barrichello o 28° com 1m34,369s. Os pilotos e as equipes seguirão para Barcelona onde farão o segundo teste pós-temporada, programado para os dias 15 a 16 de outubro.

 

Superformula

O campeonato dos monopostos mais velozes – depois dos Fórmula 1 – voltaram à pista para a primeira das duas rodadas duplas que encerrarão a temporada 2025 com a “bomba” de que o astro do Rally, Kalle Rovanperä anunciou que vai disputar a temporada 2026 na categoria. Voltando ao campeonato, as etapas 9 e 10 foram disputadas no autódromo de Fuji, com duas sessões de treinos livres na sexta-feira antes dos treinos de classificação e corridas.

 

 

Na manhã da sexta-feira a primeira sessão de treino livre teve a liderança de Igor Fraga, que em 21 voltas fez sua melhor passagem em 1m22,792s. No treino livre da tarde o piloto brasileiro ficou com o 2° melhor tempo, marcando 1m22,187s depois de 19 voltas, ficando apenas 62 milésimos atrás de Tadasuke Makino. Em ambas as sessões Igor Fraga foi mais rápido que seu companheiro de equipe, mas nas duas sessões os pilotos da Ponos Nakajima Racing ficaram entre os 4 primeiros.

 

Mais uma vez ficamos sem as imagens integrais com o Motorsport.TV cobrando caro para assistirmos. Felizmente consegui alguns contatos na terra do sol nascente para ter algumas imagens do nosso piloto e algumas outras dos treinos e corridas. Na manhã do sábado o treino classificatório foi debaixo de muita chuva e isso prejudicou muito nosso piloto. Na primeira parte da qualificação, Igor fraga ficou com a P5 no seu grupo, marcando 1m33,158s, mas conseguiu passar para a sessão que definiria as 6 primeiras filas.

 

 

A chuva aumentou bastante e a aderência estava crítica. Definitivamente os carros da Ponos Nakajima Racing não se acertaram bem no piso molhado, que teve suas armadilhas, tirando pilotos da pista. No final, tivemos uma bandeira vermelha, com a saída de pista e a batida de Ayumu Iwasa, que provocou o final antecipado da sessão e impediu Igor Fraga de tentar uma última volta rápida, com ele terminando a sessão em 9°, com o tempo de 1m34,806s. Após a sessão, Ayumu Iwasa foi punido e o brasileiro subiu para a P8.

 

 

Quatro horas depois do treino que definiu as posições de largada, os pilotos da Superformula voltaram à pista para a corrida correspondente à 9ª etapa do campeonato. A chuva continuava na região do autódromo de Fuji e “para ajudar”, uma neblina caiu sobre o autódromo. O dia “virou noite” em Fuji. A largada foi feita, por medida de segurança, com os carros atrás do safety car. Nunca achei que ia gostar do “modo procissão” em uma corrida.

 

Logo depois que “a corrida começou”, a chuva se intensificou e a bandeira vermelha foi agutada na sexta volta. Como resultado, cada carro parou no grid fictício após completar seis voltas, esperando a corrida recomeçar. A chuva começou a diminuir gradualmente e a neblina a se dissipar, então às 15h38, um aviso de 10 minutos foi emitido e a corrida recomeçou às 15h48. A partir daí, os carros voltaram a andar atrás do safety car.

 

 

No entanto, à medida que o safety car continuou a correr, a chuva não só ficou cada vez mais forte, mas depois das 16h, a neblina começou a aparecer em cada curva, reduzindo a visibilidade. Não restou alternativa à direção de prova colocar a bandeira vermelha novamente às 16h08. Após completarem 14 voltas, os pilotos pararam seus carros na reta principal. Posteriormente, às 16h20, os representantes das equipes se reuniram na sala de briefing para uma reunião. Como resultado, foi decidido que a corrida final da 9ª Etapa terminaria ali. Igor Fraga pontuou como P8.

 

 

Na manhã do domingo tivemos o treino classificatório que definiria as posições para a corrida da tarde. Com a pista seca os carros da Ponos Nakajima Racing voltaram a performar muito bem e Igor Fraga ficou com a 2ª posição no seu grupo, com o tempo de 1m22,793s, 34 milésimos mais lento que Tadasuke Makino. Na definição das 6 primeiras filas o brasileiro voltou a ser o 2° mais rápido, marcando a melhor volta em 1m22,199s, 76 milésimos mais lento que Tadasuke Makino, novamente. Contudo, os dois pilotos da Ponos Nakajima Racing foram punidos e perderam seus tempos, caindo para as duas últimas posições do grid.

 

Na hora da corrida, contudo, mesmo sem chuva baixou uma densa neblina sobre o circuito de Fuji, impedindo completamente a realização da corrida. A direção de prova aguardou o quanto pode para esperar uma melhora nas condições de visibilidade, mas esta condição não aconteceu. A JRP, empresa que detém os direitos da categoria não descartou uma etapa extra para cumprir os compromissos comerciais.

 

 

A próxima etapa está marcada para o circuito de Suzuka, em uma nova rodada dupla nos dias 22 e 23 de novembro. Até lá a situação do campeonato segue como terminou a 9ª etapa, onde os pontos foram creditados pela metade e assim Igor Fraga deixou o Autódromo de Fuji com 33,5 pontos e a 8ª posição no campeonato.

 

FIA Fórmula 4 Itália

O autódromo de Misano foi quem recebeu a última etapa do campeonato da FIA Fórmula 4 Itália com a derradeira rodada quíntupla (sim 5 corridas estavam programadas. 3 no sábado e 2 no domingo (a 2ª do domingo para recuperar a corrida cancelada em Ímola pela chuva), mas cada piloto disputaria 3 corridas, não alinhando em uma delas no sábado ou no domingo). Gabriel Gomez ainda tinha possibilidades matemáticas na disputa pelo título, mas precisaria de muitos pontos e grandes infortúnios para o líder, Nakamura Berta, piloto da equipe Prema.

 

 

Na sexta-feira pela manhã tivemos os treinos livres. No 1° treino Livre, Gabriel Gomez foi o 2° mais rápido, marcando 1m36,606s, 6 milésimos mais lento que Luka Sammalisto. No 2° treino livre, o brasileiro foi o 6° mais rápido, com 1m36,184s, 487 mais lento que Luka Sammalisto. Nakamura Berta ficou fora do top-10 nos dois treinos.

 

Com 44 pilotos inscritos para a etapa, os pilotos foram divididos em 2 grupos para os treinos de tomada de tempo que aconteceram na parte da tarde. O mais rápido do grupo 1, onde estava Nakamura Berta, foi Sebastian Wheldon com 1m35,621s, com o líder do campeonato na 4ª posição. Gabriel Gomez foi o mais rápido do grupo 2, com 1m35,577s. com isso, o brasileiro foi o mais rápido somando os dois grupos. Os 15 mais rápidos de cada grupo foram listados formando 15 filas.

 

 

A primeira corrida aconteceu no início da manhã do sábado e Gabriel Gomez não tomou parte desta corrida. Da posição da equipe US Racing no pit wall o brasileiro viu seu adversário fazer uma grande corrida e sair da P5 para a P2 na vitória de Sebastian Wheldon ao final dos 25 minutos +1 volta. Na corrida 2 os dois contendores, disputada no final da manhã do sábado os dois estavam no grid para um confronto direto. Gabriel Gomez tinha a pole position, mas seu carro teve problemas antes da ida para o grid e a P1 ficou vazia. O brasileiro teria que largar dos boxes, o que era um prejuízo enorme para a disputa pelo campeonato, que já estava tão difícil.

 

Entre os carros no grid, Nakamura Berta estava largando da 6ª posição e tudo o que não podia aconteceu: Gabriel Gomez não teve o problema do seu carro solucionado e enquanto os pilotos faziam a volta de apresentação o carro de Gabriel Gomez foi empurrado de volta aos boxes. Não bastava o brasileiro ficar fora da corrida, Nakamura Berta conseguiu outro pódio e o título por antecipação ainda no sábado com um 3° lugar em nova vitória de Wheldon.

 

 

A terceira corrida (e última) do dia aconteceu na parte da tarde. Com o melhor tempo de classificação, Gabriel Gomez largava na pole position e, desta vez, sem problemas no carro, o brasileiro estava posicionado na P1 do grid e nesta corrida Nakamura Berta e Sebastian Wheldon estavam fora. Depois da volta de apresentação os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 25 minutos +1 volta, tivemos a largada.

 

 

Gabriel Gomez largou muito bem, não deu chances à Salim Hanna e desde a primeira volta tentou abrir distância para Salim Hanna e Newman Chi. Os 3 abriram do resto do pelotão na primeira volta. Salim Hanna pressionava Gabriel Gomez no início da prova e Newman Chi tentava se aproveitar da situação. A pilotagem defensiva do brasileiro permitiu a chegada do 2° pelotão e tínhamos 8 carros no mesmo ritmo nas primeiras voltas.

 

 

Depois de um ataque mais duro, onde quase perdeu a liderança, Gabriel Gomez conseguiu se afastar o suficiente de Salim Hanna para conseguir fazer as curvas com as tomadas corretas e diminuir a pressão nos retrovisores e foi ganhando centésimos de segundos a cada volta até a metade do tempo de prova. Com Newman Chi sob ataque pesado de Luka Sammalisto, a disputa pela P3 ficou longe dos dois primeiros, o que deixava o perseguidor do brasileiro livre para atacar.

 

 

Entramos no terço final de corrida com Gabriel Gomez vendo Salim Hanna crescer novamente nos retrovisores, reduzindo pela metade a vantagem que tinha sobre o piloto colombiano da Prema, mas o brasileiro reagiu e voltou a abrir uma vantagem pais confortável para conquistar uma vitória de ponta a ponta antes de seguir para o domingo onde teriam mais uma corrida largando na pole position e tentar garantir o vice-campeonato.

 

 

Na manhã do domingo os pilotos da FIA Fórmula 4 italiana voltaram à pista para aquela que, no calendário da categoria, seria a última corrida da temporada. Depois de terem sido disputadas três corridas no sábado, esta corrida colocaria em confronto direto o campeão antecipado da categoria, Nakamura Berta, e os dois que brigavam pelo vice-campeonato: Sebastian Wheldon e o brasileiro Gabriel Gomez.

 

 

Para esta corrida tínhamos Gabriel Gomez largando na 6ª posição, em desvantagem contra seu adversário direto, que largava na pole position. Depois da volta de apresentação os 36 pilotos classificados para esta prova voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 25 minutos +1 volta programados, tivemos a largada. Gabriel Gomez largou bem, mas foi empurrado para grama por Newman Chi e por pouco não perdeu o controle do carro.

 

 

Com a passagem pela grama o brasileiro caiu para a 9° e tendo que brigar muito para manter a posição com os pneus sujos. Depois que conseguiu limpar os pneus da terra e da grama, Gabriel Gomez foi para cima e superou Kirill Kutskov para ganhar a P8 antes do safety car ser acionado pelo acidente entre Oleksandr Savinkov e Oscar Repetto na 4° volta. A relargada veio na abertura da volta 8 e Gagriel Gomez colou em Maksmilian Popov e num ataque agressivo, por fora, com uma defesa por dentro na curva seguinte ganhou a 7ª posição.

 

 

O problema foi que a briga pela 6ª posição afastou Andrrea Dupé do pelotão da frente, que fazia uma pilotagem defensiva e permitia que Maksmilian Popov se aproximasse de forma arrojada fizesse uma ultrapassagem dupla. Gabriel Gomez se aproveitou e também superou Andrea Dupé na curva seguinte e voltou a atacar Popov. Essa briga deixou o pelotão 3s atrás do 5° colocado, Newman Chi e com apenas 11 minutos de corrida para o final dos 25 minutos da prova.

 

 

Gabriel Gomez foi pra cima de Maksmilian Popov mais uma vez e sem pressão de Andrea Dupé. Com Popov fazendo uma pilotagem defensiva segurava a posição, mas a disputa entre Salim Hanna e Newman Chi permitiu que eles chegassem para brigar pela P4. Newman Chi passou a segurar o pelotão. Maksmilian Popov fez o famoso “diving bomb” sobre Salim Hanna, ganhou a P5 e Gabriel Gomez aproveitou para também passar e ir para 6°. O brasileiro tentou muito, mas não conseguiu voltar a superar Popov e terminou em na 6ª posição.

 

Na tarde do domingo, mesmo com o título decidido, os pilotos voltaram à pista mais uma vez para fazer a corrida que foi cancelada por falta de condições meteorológicas em Ímola. O grid foi o da corrida de Ímola e com isso Gabriel Gomez largava da pole position, importantíssima uma vez que estava 1 ponto atrás de Sebastian Wheldon. Depois da volta de apresentação os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 25 minutos +1 volta programados, tivemos a largada.

 

 

Gabriel Gomez largou bem e manteve a ponta, aproveitando a disputa entre Nakamura Berta e Oleksandr Bonarev para abrir uma pequena vantagem. Pelo campeonato, como Sebastian Wheldon não tinha uma boa posição de largada, o brasileiro estava com uma boa vantagem para garantir o vice-campeonato. Nakamura Berta começou a voar na pista, repetindo voltas mais rápidas e foi se aproximando do piloto brasileiro volta a volta.

 

 

Nosso piloto tentava responder às voltas rápidas do japonês da Prema, que pouco a pouco ia se aproximando. Pelo rádio, certamente Gabriel Gomez ia sendo informado que Sebastian Wheldon era o 9° colocado. Com 10 minutos de corrida tivemos uma batida na chicane entre Francesco Coppola e Nathanaël Berreby bloqueando a pista e provocando a entrada do safety car. Algo que não foi bom para o piloto brasileiro.

 

 

Na relargada, faltando 11 minutos para o final da corrida, Gabriel Gomez manteve a liderança, mas trazia Nakamura Berta muito próximo. Sem nada a perder, Nakamura Berta foi com tudo para o ataque e, obrigado a pilotar defensivamente, juntou todo o pelotão atrás dele. Depois de várias tentativas Gabriel Gomez conseguiu respirar após 2 voltas. A “tranquilidade” durou menos de duas voltas e o campeão da temporada voltou ao ataque nos 5 minutos finais, mas só conseguiu tomar a liderança quando faltavam poucas curvas para o final da prova, na última volta. A decepção estava estampada na cara do brasileiro no pódio, mas o vice-campeonato foi garantido e agora era focar na disputa do campeonato europeu da categoria.

 

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

 

Um abraço a todos, 

 

Genilson Santos

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.

 

Last Updated ( Sunday, 12 October 2025 23:29 )