Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!
Nesse final de semana tivemos corridas decisivas envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial. Além das corridas do Europeu de Fórmula 4, com Gabriel Gomez lutando pelo título contra Nakamura Berta e da última etapa da Fórmula Regional Europeia, na despedida de Pedro Clerot, nesta semana que passou tivemos a última rodada com dois dias de testes pós-temporada da FIA Fórmula 3, desta vez no autódromo Dino e Enzo Ferrari, em Ímola, com a participação de Fernando Barrichello e Pedro Clerot e como tivemos o lançamento do novo carro da Fórmula Regional Europeia, que vai ser gerenciada pelo Automóvel Clube da Italia, combinei com as editoras de falar sobre estes dois assuntos na semana que vem, quando não teremos corridas. Fórmula Regional Europeia Foi em Monza, um dos templos da velocidade estabelecidos no mundo, que aconteceu a etapa de encerramento da temporada de 2025 da Fórmula Regional Europeia (by Alpine). Um formato que irá mudar a partir do ano que vem com a saída da marca francesa da competição, um novo carro e um novo motor. Vai mudar também porque teremos (ao menos espero) um novo brasileiro – Gabriel Gomez – na competição e, quem sabe, outros. Mas ainda havia um título a ser definido, infelizmente sem chances para Pedro Clerot. Na manhã da sexta-feira tivemos a primeira sessão de treinos livres, Já sem chuva, mas com a pista indo do levemente molhada ao asfalto úmido no final. Pedro Clerot foi o mais rápido, marcando sua melhor volta em 1m47,682s. Algumas horas depois, pouco após o meio dia, já sem chuva, mas com a pista ainda úmida, os 26 pilotos inscritos para a esta etapa voltaram à pista. Pedro Clerot ficou com o 6° melhor tempo, fazendo a mais rápida das 17 voltas completadas em 1m44,305s, 652 milésimos mais lento que Evan Giltaire. Na manhã do sábado era chegada a hora do treino que definiria o grid para a primeira das duas corridas, com sol e pista seca, apesar da temperatura amena. Como está no regulamento, os pilotos foram divididos em dois grupos e Pedro Clerot ficou no grupo B. O primeiro grupo a entrar na pista foi o grupo A e o mais rápido no grupo foi o candidato ao título com 1m44,576s, o tempo a ser batido pelos pilotos do grupo B, que tinha potencial para ser mais rápido. Depois de aquecerem os pneus nas primeiras voltas e na primeira metade dos 15 minutos, os pilotos foram para as voltas rápidas. Em sua primeira volta rápida, à frente do pelotão e sem vácuo pra ajudar, Pedro Clerot marcou 1m46,220s, ficando provisoriamente com a P3 e beneficiando quem vinha atrás. Na passagem seguinte o brasileiro marcou 1m45,303s, novamente de cara pro vento. Na última volta rápida, Pedro Clerot melhorou para 1m44,722s, mas deu vácuo para Evan Giltaire fazer a P1 do grupo e a pole position para a corrida do sábado. Cinco horas depois, já na parte da tarde, os pilotos da Fórmula Regional Europeia voltaram à pista para a disputa da corrida 1. Pedro Clerot estava largando na 3ª posição. Pista seca, sol, temperatura boa para os pneus e um bom público nas arquibancadas era um grande cenário. Após a volta de apresentação os pilotos voltaram à suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta programados, tivemos a largada. Pedro Clerot largou bem, foi espremido por Freddie Slater que largou na P2, tentou a ponta no final da reta, mas acabou ficando na P3. Teve confusão na 1ª chicane, com carros ficando na brita e obrigando a entrada do safety car. Jack Beeton ficou na brita e Jin Nakamura conseguiu voltar aos boxes. A relargada veio na abertura da volta 3 e Pedro Clerot relargou bem, colou em Freddie Slater, fez a chicane em 3° pra tentar o ataque na Della Roggia, mas Taito Kato estava pressionando o brasileiro. Os 4 primeiros abriram vantagem, especialmente pelo erro de Matteo de Palo na Ascari, danificando a asa dianteira e tendo que ir aos boxes. Na primeira de Lesmo uma batida envolvendo Hiyu Yamakoshi, Michael Belov e James Egozi provocou uma nova entrada do safety car. A relargada veio após 3 voltas e com 11 minutos para o fim da corrida. Pedro Clerot relargou bem, mas fez mal a chicane no final da reta e precisou se defender de Taito Kato na Della Roggia. Os 4 primeiros abriram rapidamente dos demais. Pedro Clerot tentava atacar, mas Taito Kato vinha colado no brasileiro que defendia sua posição no pódio. A disputa permitiu a chegada de Rashid Al Dhaheri no pelotão da frente. Isso deu a Pedro Clerot chance de ir para o ataque, com Taito Kato tendo alguém nos retrovisores. Freddie Slater tomou a ponta na antepenúltima volta e Pedro Clerot colou em Evan Giltaire, que se defendeu como podia nas voltas finais para o brasileiro terminar na P3 e ir ao pódio. Freddie Slater conquistou o título antecipadamente. Na manhã do domingo tivemos o treino que definiria o grid para a última corrida da temporada 2025 da Fórmula Regional Europeia. Tinhamos sol, pista seca e temperatura amena. Como está no regulamento, os pilotos foram divididos em dois grupos e Pedro Clerot ficou no grupo B. O primeiro grupo a entrar na pista desta vez foi o grupo B. Seria muito interessante para o piloto brasileiro pegar o vácuo de carros rápidos à sua frente ao invés de ficar dando vácuo aos adversários, especialmente com os 3 carros da equipe no mesmo grupo. Aparentemente a equipe Van Amersfoort Racing não concordava com a minha visão e Pedro Clerot seguia à frente de seus companheiros de equipe, Hiyu Yamakoshi e Dion Gowda. Após as voltas iniciais para condicionar os pneus, Pedro Clerot marcou sua primeira melhor volta em 1m46,166s, sendo superado por quem veio usando seu vácuo. Na sua segunda volta o brasileiro, ainda de cara para o vento, baixou seu tempo para 1m46,122s, mas tinha muita gente virando na casa de 1m45s. Na sua passagem mais rápida Pedro Clerot conseguiu marcar 1m45,247s, mesmo à frente de seus companheiros de equipe. O P1 estava 1s mais rápido que ele. Na última tentativa o brasileiro teve a volta deletada por track limits e ficou numa péssima P5 no grupo B. O mais rápido do grupo A foi Freddie Slater, com 1m44,334s, superando os 1m44,407s de Matteo de Palo no grupo B. Pouco menos de seis horas depois os pilotos da Fórmula Regional Europeia retornaram à pista para o encerramento da temporada, mas já com o campeão definido. Pedro Clerot, pelo sacrifício que fez para puxar os companheiros de equipe no treino, largava apenas na P9, herdando uma posição. O tempo continuava bom e depois da volta de apresentação os pilotos retornaram às suas posições no grid para os 30 minutos +1 volta e, apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada. Pedro Clerot largou com cuidado, mas com calma e técnica, manteve sua posição na primeira volta e partindo para o ataque na volta seguinte pra cima de Dion Gowda, que segurava o brasileiro. Os três carros da Van Amersfoort eram P8, P9 e P10. Na volta 6 Pedro Clerot superou Dion Gowda, colocou de lado para passar Jin Nakamura, mas foi empurrado pelo japonês para fora da pista na tomada para a Della Roggia. Ele saiu na frente do japonês demorou pra devolver a posição, quando Dion Gowda aproveitou para se recuperar sobre o brasileiro. A disputa afastou o pelotão em mais de 4s dos pilotos à frente. Na volta seguinte Pedro Clerot recuperou a posição sobre Dion Gowda e voltou a atacar Jin Nakamura. O japonês se defendia como podia. A briga pela P4 também estava sinistra e isso começava a aproximar os dois pelotões. Nikita Bedrin e Taito Kato se tocaram, com Bedrin levando a pior e ficando na caixa de Brita da Della Roggia, o que obrigou a entrada do safety car, ajudando Pedro Clerot com o agrupamento do pelotão. E herdando uma posição. Após apenas uma volta tivemos a relargada com 8 minutos de corrida restantes. Pedro Clerot foi agressivo na relargada, mas foi atrapalhado pelos “companheiros de equipe” que brigavam atrás dele. Quando se livrou, colou em Jin Nakamura e Dion Gowda bateu em Hiyu Yamakoshi na chicane do final da reta dos boxes, por pouco não acertando Pedro Clerot. Outros carros foram atingidos e como Enea Frey e Enzo Deligny. O safety car foi acionado faltando 4 minutos de prova e vários carros para serem retirados. A corrida acabou sob safety car, com Pedro Clerot em 7°, finalizando o campeonato na 4ª posição. Europeu de Fórmula 4 FIA Antecipando o que deveremos ver com bastante frequência em 2026, o Autódromo de Monza também foi o palco para a decisão do Campeonato Europeu da Fórmula 4, onde Gabriel Gomez enfrentava novamente os pilotos da vitoriosa Prema Racing, de Nakamura Berta, Sebastian Wheldon entre outros. As atividades começaram na sexta-feira, com duas sessões de treinos livres. Na primeira, pela manhã e com pista molhada, Gabriel Gomez não andou com pneus slicks na segunda metade, ficando com a P29 e o tempo de 2m11,560s, longe de ser uma referência. Na sessão da tarde, com pista seca, Gabriel Gomez ficou com o 8° tempo, em 1m52,644s, 1,2s mais lento que Nakamura Berta. No final da tarde da sexta-feira tivemos as sessões classificatórias para as três corridas e na primeira sessão, com pista seca e algum sol, Gabriel Gomez reagiu e fez o 3° melhor tempo, com sua melhor volta em 1m51,820s, 280 milésimos mais lento que Sebastian Wheldon. Logo em seguida tivemos a segunda sessão de classificação e as coisas se complicaram para o piloto brasileiro, que ficou apenas com a 6ª posição, marcando sua melhor volta em 1m52,123s, 851 milésimos de segundo mais lento que o pole, justamente seu adversário direto, Nakamura Berta. Na manhã do sábado os 33 pilotos retornaram à pista para a disputa da primeira das três corridas do final de semana. Gabriel Gomez largava na 5ª posição devido a divisão de grupos na classificação que não ficou explícita no informe do site da categoria. Após a volta de apresentação os pilotos voltaram à suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta programados, tivemos a largada. Gabriel Gomez largou muito bem, cruzou para a linha interna e chegou em 3° na freada para a chicane, onde muita confusão aconteceu. A bandeira amarela e o aviso de safety car foi dado antes que os líderes chegassem na chicane Della Roggia. O melhor para o brasileiro é que ele estava à frente de Nakamura Berta, que largou mal e caiu para 4°. A corrida foi retomada na abertura da 3ª volta e Gabriel Gomez tomou a P2 de Sebastian Wheldon e forçou o erro de Newman Chi na freada para a chicane do final da reta para assumir a ponta. A situação estava longe de estar decidida e na reta oposta Sebastian Wheldon superou o brasileiro antes da curva parabólica, onde tivemos mais toques e carros batendo. Na reta dos boxes, Nakamura Berta também superou Gabriel Gomez, e Sebastian Wheldon, com nosso piloto voltando para o 3° lugar antes da entrada do safety car. A relargada veio duas voltas depois e Gabriel Gomez precisou se defender de Newman Chi para manter a P3, mas na Della Roggia já tentou superar Sebastian Wheldon. Um acidente na Della Roggia provocou a 3ª entrada do safety car na pista. Quando a corrida foi retomada restavam menos de 3 minutos de corrida. Gabriel Gomez foi para o ataque sobre Sebastian Wheldon, mas depois de passarem pela variante Della Roggia o brasileiro não conseguia ficar próximo dos dois primeiros. Sebastian Wheldon cortou a Della Roggia na volta final para tomar a liderança, mas devolveu a posição na curva oposta. Gabriel Gomez terminou em 3°, atrás de Nakamura Berta e Sebastian Wheldon, que foi punido em 5s após a prova, promovendo o brasileiro para a P2. Na manhã do domingo os pilotos da Fórmula 4 Europeia com homologação FIA voltaram para a segunda das três corridas do final de semana e a situação de Gabriel Gomez não era nada fácil. O brasileiro largava na P6, com Nakamura Berta na Pole e tinha 17 pontos de desvantagem para tirar em 2 corridas. Após a volta de apresentação os pilotos voltaram à suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta programados, tivemos a largada. Gabriel Gomez não largou tão bem, se espremeu na 1ª chicane e conseguiu ganhar a 5ª posição. Novamente tivemos confusão no final da reta dos boxes, mas desta vez sem entrada do safety car. Na reta oposta o brasileiro já tomava a P4 ao superar Andrija Kostic para tentar não deixar os 3 primeiros fugirem na frente, mas na reta dos boxes Gabriel Gomez levou o troco e voltou para a P5. Na sequência para a Della Roggia o brasileiro recuperou a P4, antes da batida entre Arjen Kraling e Aleksander Ruta na chicane do final da reta dos boxes provocasse a entrada do safety car. O safety car não veio, com os carros conseguindo sair e o carro de segurança seria muito bom para o brasileiro que via Nakamura Berta abrindo na frente. Gabriel Gomez se estabeleceu na P4 e começou a se aproximar de Newman Chi e Reno Francot, que brigavam pela P2, mas tinha que cuidar da aproximação de Sebastian Wheldon. Reno Francot errou na chegada pra chicane e permitiu a aproximação de Gabriel Gomez e Sebastian Wheldon. O brasileiro atacou na reta oposta pra ganhar a P3 e não só, colou em Newman Chi. Gabriel Gomez foi pra cima de Newman Chi e aproveitou a briga entre Sebastian Wheldon e Reno Francot para ter alguma folga. Na volta seguinte o brasileiro foi pra cima e ganhou a P2, mas agora tinha 2,5s de desvantagem para Nakamura Berta para tentar chegar no líder e adversário direto pelo título com 20 minutos de corrida ainda pela frente. A melhor situação era uma bandeira amarela com safety car para fazer sumir esta diferença. O brasileiro começava a ser pressionado por Sebastian Wheldon, que superou Newman Chi, que se mantinha próximo. Depois de reduzir a diferença para 1,7s, Gabriel Gomez precisou começar a se defender de Sebastian Wheldon e a diferença começou a subir novamente. A bandeira amarela veio quando Ary Bansal se tocou com Oleksandr Savinkov e no final da reta dos boxes e quebrou uma suspensão dianteira. O pelotão estava agrupado. A relargada veio duas voltas depois, com menos de 9 minutos para o final e Gabriel Gomez largou colado em Nakamura Berta, que bailou na reta e ainda assim o brasileiro colocou de lado no final da reta, mas não conseguiu tomar a ponta. Sebastian Wheldon voltou a pressionar o brasileiro que foi salvo por uma bandeira amarela localizada na primeira chicane, mas foi superado na freada para a Della Roggia, pouco antes de uma nova bandeira amarela e nova entrada do safety car por um carro parado na saída da chicane Ascari. A relargada veio novamente duas voltas depois e com apenas 1 minuto no relógio e duas voltas insanas e sinistras. Gabriel Gomez relargou colado em Sebastian Wheldon, fizeram a reta dos boxes e a chicane no final lado a lado. Tivemos outra batida no fundo do grid entre Dante Vinci e Andrea Dupe. O brasileiro ganhou a P2 antes da chicane Della Roggia e a entrada do safety car seria inevitável. Gabriel Gomez garantiu assim a 2ª posição, mas viu Nakamura Berta vencer novamente. À tarde tivemos a última das três corridas do final de semana e Gabriel Gomez tinha uma “missão impossível” para conquistar o título. Largando na P13, tinha que vencer a corrida e torcer para que Nakamura Berta, largando na pole position, não terminasse a corrida. Após a volta de apresentação os pilotos voltaram à suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta programados, tivemos a largada. Gabriel Gomez foi agressivo, mas cauteloso ao mesmo tempo para evitar toques na primeira chicane e nas curvas seguintes. O brasileiro foi brilhante e já estava em 7° na tomada para a Della Roggia. Uma batida forte na 1ª de lesmo envolvendo Aleksander Ruta e Nicolas Cortes com os pilotos indo parar na barreira de proteção, provocando a entrada do safety car antes da volta ser completada. Foram duas voltas em modo procissão até a relargada e uma nova chance para Gabriel Gomez ganhar posições. Gabriel Gomez ganhou a P6 de Kabir Anurag ainda na reta dos boxes e foi pra cima de Sebastian Wheldon, que empurro o brasileiro pra brita na 1ª de Lesmo, Fazendo-o perder a 6ª posição. Na reta oposta Gabriel Gomes já recuperava a P6 sobre Elia Weiss, mas perdeu contato com os 5 primeiros, mas não demorou para ele colar novamente em Sebastian Wheldon. Newman Chi, que vinha em 3° errou a tomada da chicane e deu a P5 para Gabriel Gomez, que estava colado em Sebastian Wheldon, botou de lado mas não conseguiu passar. Tivemos mais acidentes, com Andrija Kostic parado na saída da 1ª chicane e Elia Weiss parado na grama, provocando mais uma entrada do safety car. Mais duas voltas sob safety car e tivemos a relargada. Gabriel Gomez colou em Sebastian Wheldon, fizeram a chicane no final da reta lado a lado e o brasileiro saiu mais forte, mas o americano reagiu e os dois vazaram a Della Roggia. Gabriel Gomez cedeu a posição para Sebastian Wheldon e ficou na P5, mas nas curvas de lesmo ele abriu para o brasileiro passar. Gabriel Gomez se livrou de Sebastian Wheldon, que começou a brigar com Kabir Anurag enquanto o brasileiro colou em Reno Francot, colocou lado a lado na freada no final da reta dos boxes, fez a chicane lado a lado e no desespero, Reno Francot fez um “diving bomb” sobre o brasileiro que teve que sair da pista na Della Roggia para evitar a batida. O brasileiro assumiu a P3, mas ficou longe dos 2 primeiros. Kabir Anurag assumiu a P4 e foi pra cima do brasileiro nas voltas finais e ganhou a posição do brasileiro, que parecia não ter mais pneus. Na volta Final o brasileiro tentou recuperar a P3, mas terminou em 4°, vendo mais uma vitória de Nakamura Berta. Gabriel Gomez terminou como vice-campeão europeu da Fórmula 4 europeia. E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. Um abraço a todos, Genilson Santos Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid. |