Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!
Nesse final de semana tivemos o início de mais uma temporada (e muito aguardada pelas mudanças que a categoria passou) envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial. Neste final de semana a Fórmula Regional Europeia, com um novo carro, novo motor e novo regulamento teve início no circuito Red Bull Ring, na Áustria, com a participação dos brasileiros Gabriel Gomez, que competiu na FIA Fórmula 4 italiana em 2025 e Miguel Costa, que disputou a FIA Fórmula 4 espanhola no ano passado. No Japão, Igor Fraga foi para a 3ª etapa da Super Fórmula japonesa, com a etapa disputada em Autópolis. Fórmula Regional Europeia As expectativas em torno da primeira etapa do campeonato da nova Fórmula Regional Europeia eram grandes. Depois de seis dias de treinos pré-temporada – dois deles no próprio Red Bull Ring – era hora de ver os pilotos em ação, pra valer, pela primeira vez. Correndo pela Rodin Motorsport, estreante na categoria, Gabriel Gomez, depois de fazer uma grande temporada na Itália e no europeu da FIA Fórmula 4, terminando como vice-campeão em ambas fez um 2025 melhor que Miguel Costa, que teve um ano bem irregular na Espanha. Na sexta-feira tivemos os treinos livres. Na verdade, o único treino livre, realizado no final da manhã, com céu claro e pista seca, com os brasileiros não tendo uma boa sessão. Miguel Costa, piloto da equipe RPM completou 10 voltas e fez sua melhor passagem em 1m26,424s, ficando a 834 milésimos do P1. Os 3 pilotos da equipe não foram bem, sendo P19, P21 e P30. A situação de Gabriel Gomez foi mais complicada, com o brasileiro ficando em 26° após 16 voltas, sendo a melhor em 1m26,678s, 1,088s mais lento que o mais rápido, seu companheiro de equipe, Alex Ninovic. O outro piloto da Rodin, Reza Seewooruthun, foi o 8°, deixando claro que os brasileiros teriam que melhorar muito para o treino que definiria o grid. Talvez “menos pior” para Gabriel Gomez, dado o bom desempenho de seus companheiros de equipe e um compartilhamento de acerto. No final da tarde da sexta-feira (costumava ser na manhã do sábado) tivemos o treino classificatório para a corrida do sábado. Os 30 pilotos foram divididos em dois grupos, com o grupo A sendo o primeiro a ir para a pista e era onde estava Miguel Costa. A pista estava seca e a temperatura amena e quando os boxes foram abertos os pilotos seguiram logo para a pista, fazer o aquecimento gradual dos pneus. Após três voltas e com pouco menos 9 minutos os pilotos começaram a virar voltas realmente rápidas. Miguel Costa colocou-se provisoriamente na P3 (infelizmente os tempos não estavam sendo mostrados) em sua 1ª volta rápida, mas os outros pilotos foram melhorando seus tempos. A 2ª volta do brasileiro foi melhor que a primeira, mas ele já estava com o 7° tempo faltando 6 minutos para o final da sessão. Em sua 3ª volta rápida Miguel Costa foi mais rápido que na volta anterior, mas os tempos de todos os pilotos estavam baixando e o velho problema de não exceder os limites de pista ia tirando voltas dos pilotos. Depois de 3 voltas rápidas o brasileiro deu aquela volta pare resfriar um pouco freios e pneus antes de partir para uma nova volta rápida. A 4ª volta de Miguel Costa foi melhor que as anteriores todas, mas o avanço dos adversários estava sendo maior. O brasileiro ainda deu uma 5ª volta rápida, quando subiu de 13° para 8°, mas ainda havia tempo para outros pilotos melhorarem e o tempo de 1m26,904s deixou Miguel Costa na 14ª posição entre os 15 pilotos do grupo A. Na sequência os pilotos do grupo B vieram para a pista e era a hora de Gabriel Gomez tentar colocar o carro da Rodin no mesmo patamar do de seus companheiros de equipe. Assim como fizeram os pilotos do grupo A, os pilotos do grupo B deram 3 voltas para aquecer os pneus de forma apropriada antes de acelerarem com tudo para buscar a melhor volta possível e a referência era o tempo de Nakamura Berta com 1m25,765s. Mais uma vez ficamos sem os tempos de volta ou mesmo a diferença entre os tempos em relação ao primeiro do grupo. Após sua 1ª volta rápida Gabriel Gomez conseguiu se posicionar provisoriamente em 7° lugar. A 2ª volta do piloto brasileiro foi melhor que a anterior em todos os setores e apesar de, inicialmente ter saltado para a P4, com a sequência de voltas dos adversários nosso piloto caiu para a 12ª posição quando faltavam 7 minutos para o final dos 15 minutos. A volta seguinte foi novamente mais rápida que a anterior, mas os demais pilotos também melhoravam. Gabriel Gomez não aliviou o pé e partiu para uma 4ª volta rápida na sequência. Na briga dos tempos, o brasileiro estava brigando entre o 7° e o 11° lugar. A 5ª volta já teve um “setor branco”, mas Gabriel Gomez estava em 8° faltando 3 minutos para o final da sessão, mas foi superado novamente voltando para a P11. Depois de uma volta para refrigerar um pouco freios e pneus o brasileiro começou a preparar uma volta final nos segundos finais e conseguiu a última passagem em 1m26,268s, ficando com a 8ª posição no grupo. Na manhã do sábado os pilotos voltaram à pista para a disputa da primeira corrida da nova Fórmula Regional Europeia. O céu estava limpo, o sol brilhava, mas estava frio, 11°C, o que desafiaria os pilotos a aquecer bem os pneus. Nakamura Berta largava na pole position e os brasileiros teriam um início difícil, com Gabriel Gomez largando em 16° e Miguel Costa na 27ª posição, precisando de fortes corridas de recuperação. Após a volta de apresentação eles voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta, tivemos a largada. Emanuele Olivieri ficou parado no grid, mas todos desviaram. Gabriel Gomez largou forte, mas ficou encaixotado e caiu para 17°. Miguel Costa manteve a P27. Empurrado pra brita, Gabriel Gomez foi em seguida tocado com força por Matteo Giaccardi na curva Lauda e com a suspensão traseira direita quebrada, foi forçado a abandonar. O safety car foi acionado. Miguel Costa subiu para 22°. A relargada veio na abertura da 5ª volta e Miguel Costa ganhou a posição de Kabir Anurag, subindo para 21°. Tomass Stolsermanis foi para os boxes e o brasileiro passou Francisco Macedo, subindo para 18°, mas tomou um X e voltou para 19°. O safety car foi novamente acionado com o carro de Saqer Al Maosherji na brita com as rodas para o ar. O piloto saiu bem do carro. Antes da bandeira amarela Miguel Costa havia superado Andrea Dupe e subido para 17°. A relargada veio quando faltavam pouco mais de 9 minutos para o fim da prova. Miguel Costa manteve sua posição inicialmente. Reza Seewooruthun, escapou na curva 2 e ficou lento, dando uma posição ao brasileiro, o melhor entre os pilotos da RPM, que fechou a volta em 15° depois de passar Francisco Macedo, mas já tinha Emanuele Olivieri colado nele, mas o italiano foi superado pelo português. Miguel Costa superou Diom Gowda e Marcus Saeter, indo para 13°. Na volta seguinte, tomou a P12 de Alexandre Munõz. Se aproveitando da dispita de Yuki Sano e Salim Hanna, o brasileiro passou os dois e entrou no top-10 na penúltima volta e foi pra cima de Daryanani na volta final. Não passou, mas ganhou 17 posições e pontuou no 10° lugar, mas ganhou uma posição por uma punição aplicada e subiu para a P9. Na tarde do mesmo sábado tivemos a novidade da corrida de grid invertido dos 12 primeiros em relação às posições do qualificatório da sexta-feira, o que não alteraria as posições de largada dos brasileiros, que tinha Gabriel Gomez precisando se recuperar do abandono na corrida da manhã e criava a expectativa de uma nova corrida espetacular de Miguel Costa. Após a volta de apresentação eles voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta, tivemos a largada. Gabriel Gomez não largou bem e tivemos problemas na largada. Alexandre Munõz ficou parado e dessa vez teve toque, rodada e batida de Marcus Saeter na reta dos boxes. O brasileiro caiu para 19° enquanto Miguel Costa ganhou as duas posições dos envolvidos na largada. A corrida seguiu em bandeira verde até a curva 2, quando foi sinalizado a entrada do safety car. Alexander Abkhazava também parou na pista e Gabriel Gomez havia recuperado uma posição antes da interrupção, subindo para 18°. Os carros passaram pelo pit lane para limpeza da pista e a relargada foi dada na abertura da 3ª volta. Os brasileiros mantiveram suas posições, mas na curva 2 Gabriel Gomez passou Matteo Giaccardi, indo para 17° lugar. Mais atrás, uma batida forte envolveu Miguel Costa, Enea Frey e Jan Przyrowski, tirando o brasileiro da corrida, impedindo um novo “show de recuperação” e provocando uma nova entrada do safety car. A relargada veio no início da 7ª volta, mas com menos de 12 minutos de corrida para o final. Gabriel Gomez foi pro ataque sobre Andrija Kostic e ambos passaram Yuki Sano, com o brasileiro indo para 16°. Infelizmente o ritmo de corrida do brasileiro não era o suficiente para continuar atacando para ganhar posições e ele passou a fazer uma corrida mais defensiva para tentar segurar Andrea Dupé e Yuki Sano, que também brigavam entre si e isso ajudava Gabriel Gomez. Yuki Sano conseguiu recuperar a posição sobre Gabriel Gomez, que segurava matteo Giaccardi e Andrea Dupé como podia. Na pista, o brasileiro terminou em 17°, mas uma penalização de 5s por track limits para Sebastiam Wheldon devolveu a 16ª posição para Gabriel Gomez, que não tinha um carro no mesmo nível dos seus companheiros de equipe, sandando todo o final de semana entre os 10 primeiros. Na manhã do domingo os pilotos da Fórmula Regional Europeia voltaram à pista para o treino classificatório que definiria o grid da 3ª corrida do final de semana com os pilotos novamente separados em 2 grupos. Como foi cedo pela manhã estava frio, menos de 10°C, na hora que os boxes foram abertos. O grupo B foi o primeiro a ir para a pista, o grupo onde estava Gabriel Gomez. os pilotos do grupo B deram 3 voltas para aquecer os pneus de forma apropriada antes de acelerarem com tudo para buscar a melhor volta possível. Novamente não tínhamos os tempos de volta na transmissão, apenas o código de cores nos setores de pista em roxo, verde e branco. Na primeira série de voltas rápidas Gabriel Gomez ficou em 7°, mas os tempos estavam baixando rápido. A 2ª volta do brasileiro não foi tão boa, com um erro no 2° setor. A volta seguinte foi melhor, mas os outros também melhoravam e Gabriel Gomez estava em 11° a 6 minutos do fim da sessão. Mesmo fazendo voltas cada vez melhores, ele continuava caindo. No final do treino, numa volta voadora, Gabriel Gomez conseguiu terminar com o 7° tempo do grupo com 1m26,049s. Yuki Sano foi desclassificado e o brasileiro ganhou uma posição.  O grupo A em seguida foi para a pista em seguida com Miguel Costa. Os pilotos seguiram logo para a pista, fazer o aquecimento gradual dos pneus tendo Reno Francot como referência com uma volta em 1m25,655s. Após três voltas e com pouco menos 9 minutos os pilotos começaram a virar voltas realmente rápidas. Miguel Costa colocou-se provisoriamente na P2 em sua 1ª volta rápida, mas os outros pilotos foram melhorando seus tempos. A 2ª volta do brasileiro foi melhor que a primeira e ele vinha se mantendo entre os primeiros faltando 6 minutos para o final da sessão. Os tempos estavam bem melhores que os do grupo B. Miguel Costa conseguiu uma ótima P6 no final, mas mostrou potencial para fazer melhor. No final da tarde os pilotos da Fórmula Regional Europeia voltaram à pista para a 3ª corrida do final de semana com os brasileiros Miguel Costa e Gabriel Gomez originalmente largariam dividindo a 6ª fila e com possibilidades de marcarem pontos, mas ganharam uma posição por uma desclassificação e estavam na P10 e P11, respectivamente. O tempo estava perfeito, com pista seca e temperatura amena. Após a volta de apresentação eles voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta, tivemos a largada. Os brasileiros largaram viram dois carros terem problemas para largar, conseguiram desviar e ganharam posições. Gabriel Gomez era o 7° no contorno da curva 1 com Miguel Costa em 8°. O safety car foi acionado para que o carro de Yuki Sano, parado na reta fosse retirado. A relargada não demorou e veio na abertura da volta 3. Os brasileiros relargaram bem, mas Alexandre Munõz veio colado em Miguel Costa.  Gabriel Gomez, líder dos rookies, foi pra cima de Dion Gowda. Emanuele Olivieri ficou parado em local perigoso na entrada da reta dos boxes, com um problema na relargada. Com isso tivemos um novo acionamento do safety car. Antes disso, Gabriel Gomez subiu para a P6 e Miguel Costa foi superado por Alexandre Munõz, mas continuou em 8° com Nakamura Berta perdendo várias posições. O resgate foi rápido, o carro estava praticamente na agulha e a relargada veio na abertura da volta 5.
Gabriel Gomez relargou bem, em coma de Dion Gowda enquanto Miguel Costa se defendia de Maximilian Popov. O brasileiro acabou sendo superado depois da curva 4. A corrida estava complicada. Jan Przyrowski bateu com Rahim Alibhai e provocou a 3ª entrada do safety car. Essa foi mais complicada, com muitos destroços na reta dos boxes, mas trabalharam rápido e na volta 9 tivemos a relargada. Novamente Gabriel Gomez relargou pressionando e Miguel Costa sendo pressionado.  Tivemos mais confusão com Sager Almaosherji quase decolando num carro da Van Amersfoort e ficando parado, apontado na direção contrária da pista. Restavam pouco mais 11 minutos de corrida e Gabriel Gomez conseguiu tomara P5 de Dion Gowda na curva 2, mas tomou o troco na curva 4, pouco antes de mais uma entrada do safety car. Quem perdeu posição foi Miguel Costa, superado por Rashid Al Dhaheri. A nova relargada veio na abertura da volta 11, com menos de 6 minutos de “corrida”... foram poucas voltas de bandeira verde. Mais uma vez Gabriel Gomez foi pra cima de Dion Gowda e Miguel Costa relargava sob pressão para continuar entre os que marcam pontos. Ele recuperou a P9 sobre Maximilian Popov. Gabriel Gomez fez um ‘dive bomb’ sobre Dion Gowda e não conseguiu passar, saiu fraco da curva 2 e perdeu a P6 para Rashid Al Dhaheri. E depois a P7 para Alexandre Munõz, mas se recuperou e ao menos voltou para a P7. Gabriel Gomez terminou em 7° lugar e foi o vencedor entre os rookies. Miguel Costa foi o 9° e voltou a pontuar. Com as três corridas do final de semana no Red Bull Ring os brasileiros deixaram a Áustria entre os pontos, com Gabriel Gomez em 13°, com 6 pontos e Miguel Costa em 16°, com 4 pontos. A próxima etapa será em Zandvoort, no mesmo final de semana das 500 milhas de Indianápolis. Super Fórmula Japão No outro lado do mundo tivemos a 3ª etapa da Super Fórmula Japonesa, onde corre nosso Igor Fraga. Autópolis, em Hita, próximo a Oita, tem um traçado com trechos bem travados, para uma grande reta nos seus quase 4,7 km. Como desta vez só tivemos uma etapa em disputa, no sábado tivemos o treino livre – único – pela manhã e o treino de definição do grid na parte da tarde. No trino Livre Igor Fraga ficou numa preocupante 14ª posição, com a melhor de suas 24 voltas em 1m27,900s, 1,116s mais lento que Ayumu Iwasa e longe da P8 de Ren Sato. Na parte da tarde tivemos o treino qualificatório com os pilotos divididos em dois grupos. Igor Fraga ficou no grupo B, o mesmo que Ayumu Iwasa. No grupo A o mais rápido foi Sho Tsuboi, com 1m27,384s. O grupo B foi bem mais rápido, e Igor Fraga, mesmo fazendo o 4° tempo da sessão foi mais rápido que o 1° colocado do grupo A, virando uma volta já com o cronômetro zerado em 1m26,922s, a 4 décimos de Ayumu Iwasa. Na sequência veio a segunda parte da qualificação, com os 12 primeiros – os 6 de cada grupo – voltando à pista para definir quem seriam os pilotos que brigariam pelas 6 primeiras posições de largada. Os tempos de volta continuaram caindo e os pilotos do grupo A viraram rápido. Mesmo tendo feito o melhor setor 2 da pista e baixado seu tempo para 1m26,803s, Igor Fraga ficou fora do Q3, na 9ª posição, mas a apenas 384 milésimos de Ayumu Iwasa. No domingo os pilotos da Super Fórmula Japonesa voltaram à pista e deveríamos ter tido a corrida, com 41 voltas programadas. As condições de tempo com muita chuva e neblina atrasaram a largada que foi dada atrás do safety car, mas rapidamente ficou evidente que a quantidade de água na pista tornava a corrida impraticável e o diretor de prova acionou a bandeira vermelha com os carros indo para os boxes ao completar a 1ª volta. Uma reunião aconteceu em seguida e a decisão foi não retomar a corrida. Após o anúncio do cancelamento o ambiente continuou movimentado no autódromo de Autópolis, com questionamentos à organização do evento com a alegação de que, com os dados meteorológicos conhecidos, a organização não considerou fazer uma alteração na programação e antecipar o horário da largada, ideia que foi rechaçada pelo presidente da JPR, Yoshihisa Ueno com a alegação que isso prejudicaria o público, que se programou para chegar ao autódromo no horário da corrida. Assim como aconteceu com a corrida cancelada em Fuji no final da temporada passada, é provável que em algum momento (a próxima etapa é uma etapa dupla no autódromo de Suzuka) a corrida cancelada deste domingo seja disputada, seja em Suzuka, ou em uma outra data do campeonato, com o mesmo grid. Apenas como detalhe, a corrida da Super Fórmula Lights, preliminar da categoria principal, foi disputada. Os promotores ainda ficaram com o prejuízo de reembolsar quem comprou os ingressos para a corrida. GB3 Como prometi (e quase esqueci), tivemos neste final de semana a abertura do campeonato inglês da GB3, que um dia foi a prestigiada Fórmula 3 inglesa. A temporada teve início no mais tradicional de todos, o autódromo de Silverstone, com os brasileiros Ricardo (Cadi) Baptista e Aurélia Nobels. Foram três corridas, no formato de rodada tripla e o grid foi formado por 23 pilotos de 12 nacionalidades de quatro continentes. Na primeira corrida, disputada no sábado, tivemos Ricardo Baptista chegando em 14°, logo à frente de Aurélia Nobels. No domingo tivemos a disputa das duas corridas seguintes. Na 2ª corrida Ricardo Baptista conseguiu sua melhor colocação do final de semana, chegando em 10° lugar. Aurélia Nobels repetiu a P15 da corrida anterior. A última corrida do dia foi bem ruim para os brasileiros, com Aurélia Nobels terminando em 19°, logo à frente de Ricardo Baptista, classificado em 20°, mas sem conseguir terminar a prova. E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. Um abraço a todos, Genilson Santos Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid. |