Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!
Nesse final de semana tivemos a volta das corridas da FIA Fórmula 2 e a abertura da temporada de uma importante categoria de base na Europa envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial. As editoras vão me matar, mas as corridas foram tão boas que saiu um textão. Depois da interrupção forçada nas corridas que aconteceriam no Oriente Médio, a FIA Fórmula 2 vai pela primeira vez à América do Norte. A primeira corrida vai ser em Miami e os desafios de uma pista inédita para Rafael Câmara e Fernando Barrichello serão grandes, assim como todos os demais adversários no circuito montado em Miami. Já a Eurocup 3 abre a temporada em um autódromo tradicional. Paul Ricard é o palco e o desafio para o agora mais experiente Alceu Feldmann Neto e para os estreantes na categoria Filippo Fiorentino e Heitor Dall’Agnol. FIA Fórmula 2 Um circuito onde nenhum dos 24 pilotos do grid jamais acelerou foi introduzido no calendário 2026 da categoria graças ao cancelamento das etapas de Sakhir e Jeddah, no Bahrain e Arábia Saudita. Os 5.410 metros com muros próximos e pontos de ultrapassagem seriam um desafio e tanto para os pilotos desde o treino livre, para conseguir a melhor referência e ajustar o melhor setup para o treino classificatório e as corridas no sábado e domingo. Na manhã da sexta-feira os pilotos foram à pista para o treino livre e terem o primeiro contato com a pista. Seriam 45 minutos para preparar o carro para o final de semana. Aberto os boxes, mesmo com 45 minutos, foi quase todo mundo pra pista e logo fizeram o teste do VSC na volta de instalação. Rafael Câmara ficou nos boxes. A maioria voltou para os boxes, mas saíram logo. Depois de aquecerem os pneus médios, começaram a vir as voltas. Emmo Jr. vinha rápido, mas Noel Leon rodou e provocou o VSC, obrigando o brasileiro a tirar o pé no setor 3. Rafael Câmara ainda não tinha ido pra pista com 10 minutos de treino. Mal tivemos a volta da bandeira verde Nicola Tsolov parou na pista no setor 1 e a direção de prova colocou bandeira vermelha para a retirada do carro... só que no treino livre o cronômetro não para. Todos foram para os boxes. Os boxes foram reabertos faltando 25 minutos. Rafael Câmara parou na saída dos boxes para fazer um treino de largada (mas estava fora do colchete marcado no asfalto) antes de ir pra pista. Finalmente tínhamos nossos dois pilotos na pista. Na primeira volta rápida Rafael Câmara marcou 1m41,243s e Emmo Jr. 1m41,917s. Os tempos estavam muito próximos. Depois de uma volta de alívio Rafael Câmara voltou a acelerar e baixou para 1m40,905s. Já Emmo Jr. não melhorou sua primeira marca. Provisoriamente na P9, faltando 15 minutos para o final da sessão. Joshua Durksen, seu companheiro de equipe era o 2°, mas diferença entre eles era de 3 décimos de segundo. Sem ter melhorado sua volta, Emmo Jr. era o P19. Rafael Câmara melhorou seu primeiro setor, mas foi mal nos setores seguintes, saindo do traçado enquanto os adversários melhoravam. Os dois brasileiros foram para os boxes, junto com a maioria dos pilotos. Faltando 7 minutos para o fim Rafael Câmara voltou pra pista como 16°, mas ele tinha meio segundo apenas para o P1. Pouco depois Emmo Jr. também foi pra pista. Rafael Câmara não estava conseguindo melhorar seu tempo de volta. Emmo Jr. baixou para 1m41,688s, mas isso dava apenas a P18. Rafael Câmara ainda abriu uma última volta, baixou para 1m41,735s, mas isso deu para ele apenas a P13. Emmo Fittipaldi Jr. terminou como 19°. Os 15 primeiros estavam separados por menos de meio segundo. Depois do treino livre da F1 os pilotos da FIA Fórmula 2 voltaram à pista para o treino classificatório das corridas em Miami. 30 minutos com os pilotos calçando pneus supermacios e pressão nos ombros dos brasileiros, que ficaram devendo no treino livre. Rafael Câmara ficou menos de 4 décimos do mais rápido, mas a proximidade dos tempos pode ser a diferença entre o céu e o inferno. Emerson Fittipaldi Jr. tinha me melhorar muito, pois ficou mais de 1s atrás de Rafael Câmara. Aberto os boxes e acionado o cronômetro, foi todo mundo pra pista. Depois de uma volta aquecendo os pneus eles partiram para as voltas rápidas e Rafael Câmara mandou logo uma volta de 1m40,441s. Emmo Jr. fez 1m41,778s. Depois do temporal marcado, o pernambucano deu aquela volta para refrescar freios e pneus para tentar uma nova volta. Ele tinha a P1 provisória enquanto Emmo Jr. era o 16° e precisava melhorar. Nova volta rápida e ele abriu com o 1° setor mais rápido, mas perdeu no setor 2 e não forçou mais. Ninguém chegou no tempo de Rafael Câmara e Emmo Jr. melhorou sua volta, fazendo 1m41,286s, mas subiu apenas uma posição, indo para a P15. Alguns pilotos já levaram seus carros para os boxes para aquele ajuste fino, troca de pneus e conversar com os engenheiros. Emmo Jr. tentou mais uma volta, mas não conseguiu melhorar seu tempo. Estranhamente Rafael Câmara e Emmo Jr. permaneciam na pista, com pneus bem desgastados e entraram uma volta depois. Faltando pouco menos de 11 minutos para o final da sessão e buscar tempos mais baixos. Estar na P1 era uma vantagem para Rafael Câmara, que jogava a pressão no restante do grid e, se alguma bandeira amarela ou vermelha aparecesse, ele se beneficiaria. Rafael Câmara saiu dos boxes um pouco depois do pelotão, buscando ter pista livre e ar limpo. Depois de mudarem de tática, fazendo duas voltas de aquecimento os pilotos partiram para as voltas rápidas e os tempos foram baixando, mas quando completou sua volta Rafael Câmara marcou 1m39,921s, sendo superado apenas por Kush Maini. Emmo Jr. baixou para 1m40,634s, mas caiu para a P18. Depois de uma volta para aliviar a temperatura de freios e pneus eles vieram para a última tentativa, mas ninguém vinha melhorando e como Martinius Stenshorne parou na pista e provocou uma bandeira amarela, o treino acabou! Rafael Câmara ficou com a P2 e Emmo Fittipaldi Jr. com a P18. Na manhã do sábado os pilotos da FIA Fórmula 2 voltaram à pista para a disputa da corrida Sprint, com a inversão dos 10 primeiros classificados no treino da tarde da sexta-feira. Rafael Câmara largava abrindo a 5ª fila e precisava evitar contatos e ganhar posições para minimizar o fato Nikola Tsolov estar largando na pole position. Emerson Fittipaldi Jr. tinha como missão fazer uma grande corrida de recuperação. As condições do tempo estavam boas e sem risco de chuva. Todos estavam com pneus médios e após a volta de apresentação, Kush Maini ficou parado e teve o carro levado para os boxes. Os pilotos retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 23 voltas programadas, tivemos a largada. Rafael Câmara largou Rafael Câmara largou mal, mas evitou contatos. O brasileiro caiu para 11°. Emmo Jr. também perdeu posição e caiu para 19°, mas recuperou a P18 em seguida. Na volta 2 Rafael Câmara colou em Oliver Goethe e Emmo Jr. passou Mari Boya, indo para 17°. Na volta seguinte Oliver Goethe perdeu o seu DRS em relação ao carro à sua frente e Rafael Câmara tomou a P10, mas tinha 1,7s para Noel Leon. Emmo Jr. tentava se aproximar de Ritomo Miyata. Sem DRS, Rafael Câmara não conseguia se aproximar rápido de Dino Beganovic, superado por Noel Leon, e trazia Oliver Goethe com ele. Tas Inthraphuvasak passou Oliver Goethe e deu um respiro para Rafael Câmara, que continuava a 2s de Dino Beganovic. Emmo Jr. estava sem pressão de Mari Boya, mas não conseguia atacar Ritomo Miyata. A diferença de Rafael Câmara para Noel Leon (que levou o troco de Dino Beganovic) era de 2,5s e Tas Inthraphuvasak deu uma escapada de pista e voltou atrás de Emmo Jr., que subiu para 16°. A vantagem de Rafael Câmara para Oliver Goethe era de 4,5s. Chegamos na metade da corrida e Rafael Câmara tinha mais de 3s de diferença para Noel Leon enquanto Emmo Jr. era o 16°, mas continuava sem conseguir atacar Ritomo Miyata. A diferença de Rafael Câmara para Noel Leon estava muito grande e não parecia ser uma estratégia de preservação de pneus por parte do brasileiro. Emmo Jr. foi pra cima e passou Colton Herta, mas tomou o troco na curva seguinte. Alguma coisa aconteceu com Emmo Jr, que foi superado por Mari Boya e Sebastian Montoya, voltando a ser o 18°. O brasileiro foi para os boxes com uma quebra de suspensão depois de tocar o muro quando disputava posição com Colton Herta e teve que abandonar. No final da manhã do domingo os pilotos voltaram à pista para termos a corrida principal, com Rafael Câmara largando na primeira fila ao lado do pole position, Kush Maini. Emerson Fittipaldi Jr., que mostrou bom ritmo e combatividade na corrida 1 até ter a suspensão danificada por um toque com Colton Herta tinha que largar de sua 18ª posição e precisando fazer uma corrida de recuperação. A tempestade que estava na previsão meteorológica obrigou a antecipação da corrida para a manhã do domingo. Por segurança, a direção determinou 3 voltas de apresentação, mas estranhamente determinou a largada parada. As 32 voltas programadas foram reduzidas para 30 voltas, ou se for o caso, pelo tempo máximo de corrida. Como estavam todos largando com pneus de chuva a parada obrigatória para troca de pneus estava dispensada, com uma troca podendo acontecer para colocar pneus de chuva novos ou em caso da pista secar, colocar pneus slicks. Na hora da largada havia uma chuva muito leve e a pista podia secar. Após 3 voltas atrás do safety car os carros voltaram a seus colchetes e, apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada. Rafael Câmara largou mal, foi pra parte pintada na saída da curva 1, chegou a cair para 5°, mas recuperou rápido e voltou para 3°. Como o 2° colocado, Martinius Stenshorne tinha uma punição de stop-and-go pra pagar, ele era o 2° colocado. Emmo Jr. fez uma grande largada e era o 14° colocado. Nikola Tsolov ficou na curva 1, acartedo por Tas Inthraphuvasak e provocou a entrada do safety car. 
A direção de prova mandou os carros passarem pelo pit lane e Kush Maini seguiu pela reta dos boxes. Sem ver nada (cadê o rádio, equipe) Rafael Câmara seguiu o indiano e isso poderia gerar alguma punição após a bandeira verde. A bandeira verde foi dada na abertura da 4ª volta. Martinius Stenshorne já seguiu para os pits e Oliver Goethe tocou o muro e quebrou a suspensão na reta. Emmo Jr. subiu para 12°. Rafael Câmara não acompanhava Kush Maini e era apertado por Joshua Durksen. Ritomo Miyata tomou a P12 de Emmo Jr. pouco antes do acionamento do safety car virtual para tirar os detritos da pista.
A bandeira verde voltou na volta 7 e as posições foram mantidas. Com Joshua Durksen pressionando, obrigando uma direção defensiva de Rafael Câmara, ia ficando cada vez mais longe de Kush Maini. Quem vinha chegando em Joshua Durksen eram Dino Beganovic e Gabriel Mini. Emmo Jr. agora caçava Mari Boya, mas era pressionado por Jon Bennett. Alexander Dunne chegou no pelotão, mas passou reto no final da reta longa, mais para não bater Gabriele Mini e ficou parado num local perigoso, provocando a entrada do safety car na volta 10. Grande parte grid entrou nos boxes para colocar pneus de chuva novos e Rafael Câmara ganhou a posição de Kush Maini na parada. Joshua Durksen foi obrigado a ficar na pista. Além deles, ficaram na pista Colton Herta e John Bennett. A bandeira verde veio na abertura da volta 13 e a transmissão colocou o relógio com a regressiva apontando que teriam pouco menos de 24 minutos até o final da prova. Quem estava na frente, não tinha obrigação de parar, ao contrário do que dizia Gianluca Petecof, o comentarista que devia saber o regulamento melhor que a gente. Rafael Câmara era o 4° e Emmo Jr. o 14°. Rafael Câmara estava sendo atrapalhado por Herta e Bennett e com isso todo o pelotão colou em Rafael Câmara. No meio do bolo, Martinius Stenshorne, Nico Varrone e Laurens van Hoeppen bateram e provocaram uma nova entrada do safety car. Os que não haviam parado pararam e com isso Rafael Câmara assumiu a liderança e Emmo Jr. foi para 12°. Agora era segurar a ponta com unhas e dentes.  A relargada veio na abertura da volta 16 e com 1 minutos para o fim. Rafael Câmara vinha de cara para o vento e precisava abrir de Dino Beganovic e Noel Leon, que vinha rápido em 3°. Rafael Câmara errou e quase perdeu a posição enquanro Emmo Jr. dava um show na pista e subiu para a 11ª posição. Rafael Câmara se recompôs e foi se mantendo na frente. Colton Herta passou Emmo Jr. que caiu pra P12. Com Cian Shields fora da pista tivemos novamente o safety car virtual e na volta seguinte foi colocado o safety car na pista. Faltavam 10 minutos para o final da prova. John Bennett foi para os boxes e colocou pneus slicks supermacios, dando a P11 para Emmo Jr. John Bennett rodou sozinho e pediu pra voltar aos boxes para recolocar pneus de chuva. A bandeira verde foi novamente acionada na abertura da volta 21 e com 5 minutos para o final da prova. Rafael Câmara relargou bem, se defendeu e manteve a ponta. Emmo Jr. manteve a P11, mas ficou longe de Colton Herta. Emmo Jr. se reaproximou com o pelotão compactado até a P12. Rafael Câmara fez a volta mais rápida e na frente de Emmo Jr. Sebastian Montoya e Colton Herta bateram rodas. Rafael Câmara foi superado por Dino Beganovic, depois errou na curva 1 e caiu para 3°. Laurens van Hoepen passou Emmo Jr. Noel Leon chegou em Rafael Câmara, que não chegava em Dino Beganovic, superado por Gabriele Mini. Rafael Câmara terminou em 3° e Emerson Fittipaldi Jr. terminou em 12°. A categoria sai de Miami com Rafael Câmara em 3° lugar no campeonato, com 34 pontos, apenas 1 atrás de Nikola Tsolov. Emmo Jr. fez uma grande corrida, mas ainda está sem pontos no campeonato, que volta para pista em 2 semanas, em Montreal. Eurocup 3 O autódromo do sul da França (infelizmente usando aquela chicane no meio da reta mistral) recebeu a segunda mais categoria de monopostos da Europa com três brasileiros no grid. Alceu Feldmann Neto carregava nos ombros a responsabilidade de ser o mais experiente dos nossos representantes na pista. Filippo Fiorentino, apesar de ter participado das duas etapas finais de 2025, ele está listado como rookie este ano, que é o caso mais preciso de Heitor Dall’Agnol, que veio com o título de campeão da FIA Fórmula 4 Brasil. Esta etapa, além das de Ímola e Silverstone, tinham programadas corridas sprint, que tem o grid invertido em relação ao treino de classificação 1, com duas corridas no sábado e a última, no domingo. Na sexta-feira aconteceram duas sessões de treinos livres e as sessões de classificação para as corridas 1 e 3. O site da categoria continua com um péssimo nível de informações, mas – ao menos nesta etapa – mostrou-se “um pouco menos pior”. Apesar de não ter mostrado os resultados dos treinos livres, mesmo tendo uma linha dizendo “Resultados em PDF”, esta não abria nenhum resultado. Na página principal mostraram parcialmente os resultados do 1° treino de classificação, referentes a corrida do sábado, mas foi o suficiente para ver que Heitor Dall’Agnol largava na P7, Alceu Neto na P10 e Filippo Fiorentino na P13, um avanço considerável dos dois últimos e uma grata e excelente performance do menos experiente dos três brasileiros. Já o resultado do treino da corrida do domingo, mostraram apenas os 3 primeiros. A primeira corrida foi disputada no início tarde e foi transmitida pelo canal Bandsports (novidade para 2026), com narração de Tatá Muniz, mas em VT. Fui na segurança da transmissão via youtube, também em português com o canal Braking Zone TV. Depois da volta de apresentação os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada para 30 minutos +1 volta. O pole ficou parado na largada e por milagre ninguém o acertou. Heitor Dall’Agnol manteve sua P7. Alceu Neto perdeu uma posição, assim como Filippo Fiorentino, caindo para 11° e 14°, respectivamente. Filippo fiorentino recuperou a P13 ainda na 1ª volta, mas no perde e ganha do meio do pelotão, acabou fechando a volta em 16°. Alceu Neto perdeu mais uma posição e era o 12°. Heitor Dall’Agnol continuava na P7. Entramos na 3ª volta com Heitor Dall’Agnol mantendo a P7, com Alceu Neto caindo para 13° e Filippo Fiorentino na P15. Heitor Dall’Agnol tentava chegar em Rafael Perard enquanto do 8° para trás, era um pelotão só. Filippo Fiorentino superou Bart Harrison e foi para 14°. Bianca Bustamante ficou parada em posição perigosa e forçou a entrada do safety car. Gino Trappa também parou na reta dos boxes e com o resgate trabalhando, os pilotos passaram pelo pitlane. A relargada veio na abertura da volta 7 e os brasileiros mantiveram suas posições, mas com Filippo Fiorentino indo pra cima de Alceu Neto e ganhando não só a posição do compatriota, mas também a posição de Kacper Sztuka, só que levou o X e ainda perdeu posição para Keanu Al Azhari, voltando para 14° enquanto Alceu Neto era o 15°. Faltando 10 minutos para o fim, Stefan Bostandjiev rodou e num toque perdeu a asa frontal, que ficou na pista.  Alceu Neto perdeu a P15 para Rayan Caretti, sendo empurrado pra fora da pista em seguida, despencando pra P20. Duas voltas depois a vítima de Rayan Caretti foi Filippo Fiorentino. Heitor Dall’Agnol acabou superado por Keanu Al Azhari na penúltima volta. E acabou terminando a prova em 8° lugar. Filippo Fiorentino foi o 15° e Alceu Feldmann Neto terminou em 20°, mesmo com a saída de pista e a quase decolagem. No final da tarde os pilotos voltaram à pista para a corrida 2, a que teve inversão dos 12 primeiros do treino 1 de classificação. Com isso, Alceu Feldmann Neto largava em 3°, com Heitor Dall’Agnol largava na 6ª posição. Sem o benefício da inversão do grid, Filippo Fiorentino largava na 13ª posição. Depois da volta de apresentação os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada para 30 minutos +1 volta. Alceu Neto largou mal, mas manteve a posição porque quem estava em volta também patinou. Heitor Dall’Agnol manteve a P6. 3 carros parados no grid e Filippo Fiorentino caiu para 14°. Jan Lammers e Alex Powell se tocaram e Filippo Fiorentino subiu pra P12. Rayan Caretti comprou pronto e Filippo Fiorentino foi pra 11°, mas tomou de Alex Powell e voltou para 12°. Heitor Dall’Agnol foi superado por James Egozi e caiu para 7° e Alceu Neto ia segurando todo o time da MP Motorsport na P3 em 2 voltas bem agitadas. James Egozi pressionava Gianmarco Pradel e isso ajudava Alceu Neto a respirar na P3, enquanto Filippo Fiorentino foi empurrado pra fora da pista e caiu para a P15. Heitor Dall’Agnol vinha pressionado por Keanu Al Azhari e Rafael Perard. Faltavam 6 minutos de prova quando o carro de Alceu Neto perdeu rendimento e o brasileiro foi forçado a abandonar. Com o carro parado em local perigoso o safety car veio para a pista, agrupando o pelotão. Com o abandono de Alceu Neto, Heitor Dall’Agnol foi para 6° e Filippo Fiorentino para 14°. A relargada veio quando faltava menos de um minuto para duas voltas de bandenra verde... e aí eram disputas sinistras e insanas. Heitor Dall’Agnol relargou bem e segurou a P6 no vacilo de Keanu Al Azhari. Filippo Fiorentino se aproveitou da escapada de Gino Trappa e passou Santino Panetta nos metros finais pra terminar na P11, mas cou uma punição para Rarael Perard, ficou com a P10. Heitor Dall’Agnol terminou na P6 e foi o 3° colocado entre os rookies, com direito a troféu e pódio. Na manhã do domingo os pilotos da Eurocup-3 voltaram à pista para a terceira corrida do final de semana. Como falei antes, o site da categoria não mostrou o resultado do treino classificatório 2, disputado no final da tarde do sábado. Felizmente colocaram o grid na transmissão. Filippo Fiorentino largava na P10, Heitor Dall’Agnol era o 16° e Alceu Feldmann Neto o 18°. Depois da volta de apresentação os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada para 30 minutos +1 volta. Estava um pouco friom com 14° de temperatura. Filippo Fiorentino largou largou bem, mas foi tocado na primeira sequência de curvas e despencou para o fim do pelotão. Heitor Dall’Agnol subiu para 14° e Alceu Neto continuou em 18°. Lorenzo Campos ficou parado em local perigoso e forçou a entrada do safety car. Heitor Dall’Agnol era o 13° e Alceu Neto o 17°. Filippo Fiorentino havia caído para 26°. Dois pilotos foram para os boxes com danos no carro e com isso Heitor Dall’Agnol foi para 11°, Alceu Neto para 16° e Filippo Fiorentino para 24°. A relargada viria na abertura da volta 4, mas antes disso Gianmarco Pradel abandonou com problemas no setor 3, os brasileiros subiram uma posição e o safety car ficou mais uma volta. Heitor Dall’Agnol, na P10, relargou pressionado por Patrick Heuzenroeder. Alceu Neto manteve a P15 e Filippo Fiorentino subiu para 21°, ganhando posições e tentando se recuperar e que continuava avançando rapidamente, abrindo a volta 6 em 18°. Alceu Neto perdeu a P15 para Rafael Perard e na volta seguinte já estava sendo pressionado por Filippo Fiorentino, que estava voando.  Heitor Dall’Agnol acabou superado por Patrick Heuzenroeder e estava sob pressão de Andrej Petrovic. Filippo Fiorentino passou com facilidade por Alceu Neto, que na sequência perdeu a P17 para Enzo Tarnvanichkul e depois a P18 para Thomas Strauven. Alceu Neto tomou um “sai pra lá Mané” de Rayan Caretti. Filippo Fiorentino era o 15° enquanto Heitor Dall’Agnol tentava entrar no Top 10. Alceu Neto deu um “sai pra lá Mané” em Stefan Bostandjiev, mas levou a pior e perdeu a posição. A corrida terminou com os brasileiros sem pontos, com Heitor Dall’Agnol em 12°, superado na última volta por Andrej Petrovic. Filippo Fiorentino foi o 14° numa grande corrida e Alceu Neto perdeu a P22 para Bianca Bustamante, terminando em 13. A categoria deixa a França com Heitor Dall’Agnol na 10ª posição com 9 pontos. Filippo Fiorentino era o 16° com 1 ponto e Alceu Neto ficou sem pontos. A próxima etapa será em Portimão, no 1° final de semana de junho. E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. Um abraço a todos, Genilson Santos Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid. |