Especiais

Classificados

Administração

Patrocinadores

 Visitem os Patrocinadores
dos Nobres do Grid
Seja um Patrocinador
dos Nobres do Grid
Rafa Câmara vence e dispara na liderança na F3 e vitórias brasileiras nos EUA PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Sunday, 13 April 2025 20:01

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Nesse final de semana tivemos uma quantidade enorme de corridas envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial.

 

Antes do final de semana tivemos os testes coletivos da Fórmula Regional Europeia no circuito de Barcelona com três dias de testes com a participação do brasileiro Pedro Clerot, da Van Amersfoort Racing, o primeiro contato de equipes e pilotos antes do início da temporada.

 

Entre as categorias que me comprometi a fazer a cobertura nos moldes que todos ficaram acostumados todo o foco esteve sobre Rafael Câmara, que chegou para a segunda etapa da FIA Fórmula 3, mas nos Estados Unidos, no estado da Louisiana, no NOLA Motorsport Park, próximo a Nova Orleans, tivemos rodada cheia do Road to Indy, com rodadas triplas na USF Juniors, USF 2000 e USF PRO2000, com os pilotos brasileiros João Vergara e Leonardo Escorpioni na USF Juniors, Lucas Fecury na USF 2000 e Nicholas Monteiro na USF PRO2000. No final da coluna comentarei sobre os resultados das corridas e a situação dos nossos pilotos no campeonato.

 

FIA Fórmula 3

A segunda das 10 etapas com rodadas duplas da FIA Fórmula 3 foi programada para o autódromo de Sakhir, no Bahrain. Rafael Câmara chegou à etapa como líder do campeonato e tendo dominado a corrida principal onde largou na pole position, depois de ter sido o mais rápido nos testes coletivos neste mesmo autódromo. Contudo, tal condição não era garantia alguma de que o piloto brasileiro seria o favorito e levaria a vantagem de 9 pontos sobre o 2° colocado a uma distância maior.

 

Na manhã da sexta-feira tivemos o treino livre da categoria, onde os 30 pilotos tinham 45 minutos para se entenderem com os pneus duros, fornecidos para esta etapa devido à alta degradação dos pneus no asfalto muito abrasivo. Abertos os boxes, todos foram para a pista, fizeram as voltas de instalação e um teste de procedimento de safety car, voltando aos boxes logo em seguida. Exceção de Ivan Domingues, ninguém foi pra pista no primeiro terço do treino. Os pilotos nem nos carros estavam.

 

 

Como todos andaram muito no circuito algumas semanas atrás, ninguém ia pra pista, montados nos dados de telemetria obtidos nos testes coletivos e com isso os pilotos foram saindo pra pista apenas no terço final dos 45 minutos, mas os carros da Trident, equipe de Rafael Câmara, continuava nos boxes e com apenas 10 minutos para o fim eles finalmente saíram. Até aquela altura a volta mais rápida ainda era a de Ivan Domingues, com 1m52,776s do primeiro terço de treino até Nikita Tsolov fazer 1m51,111s. Rafael Câmara aqueceu cuidadosamente os pneus e na sua primeira volta rápida marcou 1m50,984s e tomou a P1 provisória a 3 minutos do final. Já com o cronômetro zerado o brasileiro acelerou para mais uma volta rápida, mas não melhorou seu tempo (nem precisava) e terminou com o melhor tempo do treino.

 

Depois do treino livre 1 da fórmula 1 os pilotos da FIA Fórmula 3 voltaram à pista para a o treino que definiria o grid das duas corridas deste final de semana. Apesar do melhor tempo no treino livre, isso não era garantia de pole para Rafael Câmara. A pista estava muito suja e dessa vez ninguém vai ficaria parado nos boxes. A combinação de calor e asfalto abrasivo ia exigir dos pilotos sensibilidade para extrair dos pneus duros a melhor performance.

 

 

Aberto o treino e disparado o cronômetro, os pilotos foram pra pista... menos os carros da Trident, que deram algum tempo e saíram fora da confusão. Depois de uma volta de aquecimento as voltas rápidas começaram a ser feitas. Rafael Câmara vinha fazendo uma volta boa, mas foi para os boxes antes de fecha-la. Os pilotos mis rápidos estavam virando na faixa de “1m50médio” com 10 minutos de treinos todos tinham voltado para os boxes e com 18 minutos para o fim, os pilotos começaram a voltar para a pista.

 

Rafael Câmara saiu puxando a fila, mas deixou Martinius Stenshorne tomar a frente e depois deixou outros irem pra frente. Depois de duas voltas de aquecimento os pilotos aceleraram forte e Rafael Câmara e fez 1m50,044s. depois da primeira rodada de voltas rápidas o brasileiro tina a 3ª posição, mas os 10 primeiros estavam separados por menos de meio segundo. A volta seguinte foi de retorno para os boxes e buscar um novo jogo de pneus.

 

 

As equipes montaram suas estratégias, mas sempre havia o risco de erro e o trânsito para impedir que a volta rápida venha a ser aberta, além de, claro, alguém errar e termos uma bandeira amarela ou vermelha. Depois de duas voltas de aquecimento todos abriram volta e Rafael Câmara voou pra marcar 1m49,214s e crava sua segunda pole position com autoridade, 156 milésimos mais rápido que Callum Voisin, mas 4 décimos (ou mais) à frente dos demais.

 

Na manhã do sábado era chegada a hora da primeira corrida do final de semana, disputada sob sol forte e calor. Com a inversão do grid, Rafael Câmara estava largando na 12ª posição e em um autódromo com a pista mais larga e muros mais distantes, era mais difícil ter um problema como foi o acontecido na Austrália, mas as três primeiras curvas seriam cruciais para se evitar problemas e buscar posições para pontuar também na primeira corrida. Estava muito quente e isso ia sacrificar os pneus.

 

Após a volta de apresentação os pilotos retornaram às suas posições no grid (menos Bruno Del Pino, que foi para os pits) e, apagadas as luzes vermelhas para as 19 voltas programadas, Rafael Câmara ficou parado no grid! Ele conseguiu fazer o carro funcionar, mas caiu para o último lugar e fechou a primeira volta 33 segundos atrás do líder. Uma corrida de recuperação só seria possível com uma entrada de safety car para agrupar o pelotão. Enquanto isso o brasileiro vinha sendo o mais rápido da pista.

 

 

Na volta 4 Ugo Ugochukwu ficou parado em local perigoso e forçou a entrada do safety car, que agrupou o pelotão e ajudou Rafael Câmara, que viu outros pilotos irem para os boxes e foi para 25º. A relargada veio na abertura da volta 7. O brasileiro manteve a P25 e na primeira volta passou Bruno Del Pino. Duas voltas depois, passou Zagazeta. Rafael Câmara vinha escalando o pelotão e passou Xie na volta 10. Theophile Nael perdeu muitas posições e isso foi bom para o brasileiro que ganhou mais uma posição.

 

Rafael Câmara está numa briga intensa envolvendo 8 carros e tentando passar Laurens Van Hoppen, perdeu a posição para Gerrard Xie. Nicola Lacorte quebrou a suspensão e o Brasileiro subiu pra P20. Em seguida foi Santiago Ramos quem perdeu posições e Rafael Câmara recuperou a posição do Gerrard Xie, indo para 18°. O desgaste de pneus estava cobrando o preço e ele ganhou a posição de Laurens Van Hoppen, indo para 17° faltando 5 voltas para o final.

 

 

Joshua Dufek e Ivan Domingues bateram e deram 2 posições ao brasileiro, mas provocaram a entrada do safety car a 4 voltas do final. Tivemos a relargada para 2 voltas insanas. Rafael Câmara continuou na P15, mas logo ganhou a P14 de Louis Sharp e a P13 de James Wharton, entrando em 13° na última volta. O brasileiro conseguiu no final superar Javier Segrera e terminou em 12°. Não marcou pontos, mas os principais adversários não conseguiram marcar pontos ou marcaram poucos pontos. Nicola Tsolov venceu, com Fred Slater em 2° e Tuukka Taponen em 3°.

 

Na manhã do domingo os pilotos da FIA Fórmula 3 voltaram à pista para a disputa da corrida principal, com 22 voltas programadas e – felizmente para todos – um pouco menos de calor para ajudar a conservação dos pneus que sofreram um grande desgaste na corrida do sábado. Rafael Câmara largava na pole e precisava largar bem, sem problemas como no sábado e com a vantagem de ter o carro mais rápido como visto nos treinos.

 

 

Após a volta de apresentação os pilotos voltaram para suas posições no grid e após apagadas as luzes vermelhas para as 22 voltas programadas, Rafael Câmara largou bem, mas Callum Voisin largou melhor e tomou a ponta. O brasileiro continuou na P2 com Charlie Wurz em 3°. Os três primeiros foram abrindo do restante do pelotão. Uma batida entre James Wharton e Ivan Domingues na curva 1, mas sem safety car.

 

 

Na abertura da volta 3 Rafael Câmara foi pra cima e tomou a liderança, mas Callum Voisin usou o DRS no setor 2 pra recuperar a ponta. Rafael Câmara vinha se aproximando novamente quando foi acionado o virtual safety car. Quem se aproximava eta Tuukka Taponen. A bandeira verde voltou rápido e o brasileiro voltou ao ataque e passou no final da reta na volta 5 e desta vez não deu chance para o troco de Callum Voisin. Na volta seguinte Rafael Câmara se manteve fora do ataque de Voisin, mas ainda tinha menos de 1s de vantagem. Na volta 7 Tuukka Taponen ganhou a P3 e esse é adversário direto pelo título.

 

 

Na volta 9 Rafael Câmara conseguiu tirar o DRS de Callun Voisin enquanto Charlie Vurz obrigava Tuukka Taponen a fazer uma pilotagem defensiva e perder distância para os dois primeiros. O brasileiro foi abrindo na frente e agora tinha que torcer para não termos acidentes e entrada do safety car. Na metade da corrida a vantagem de Rafael Câmara passava dos 2s e a preocupação com a condição dos pneus, que na corrida do sábado mostraram uma enorme degradação, mas o líder ia fazendo volta mais rápida em cima de volta mais rápida.

 

 

A distância de Rafael Câmara só aumentava na liderança e a briga pela P3 ia ficando interessante com 6 carros ficando cada vez mais próximos e todos iam se aproximando de Callum Voisin. Na volta 13 a vantagem do brasileiro passava dos 3s. Na volta 15 Rafael Câmara já estava administrando os pneus e a vantagem de quase 4s sobre Callum Voisin, mas a briga pela P12 estava sinistra e o risco de uma batida era grande. Os tempos de volta já eram 2s mais lentos que os do início da corrida.

 

 

Nas 4 voltas finais as brigas estavam intensas atrás de Rafael Câmara. Tim Tramnitz tomou a P3 de Tuukka Taponen e Nikita Tsolov a P5 de Charlie Wurz. Mesmo andando mais lento Rafael Câmara continuava abrindo vantagem na frente que já chegava perto dos 5s e passou dos 5s na penúltima volta. Rafael Câmara brilhou novamente, enfiou 6s de vantagem para vencer com a melhor volta e disparar na liderança do campeonato. A categoria deixa o oriente médio com o brasileiro liderando o campeonato com 56 pontos, 26 de vantagem sobre Tim Tramnitz. A próxima etapa será em Ímola, em meados de maio.

 

 

FIA Fórmula 2

Ok, não temos brasileiros na categoria este ano, mas a corrida da FIA Fórmula 2 foi sinistra demais. Duerksen, que ocupava a pole position, conseguiu a largada necessária para manter a liderança, mas Victor Martins foi espremido na aproximação da Curva 1. Ele saiu da pista e bateu nas placas de poliestireno, o que o deixou com danos na asa dianteira e na traseira. A corrida de Sebastián Montoya também terminou cedo, pois ele foi direcionado para o lado errado e ficou fora da disputa na volta de abertura. Isso fez com que o Safety Car entrasse em ação, com seu carro da PREMA Racing sendo recuperado e a Curva 1 sendo liberada.

 

 

O Safety Car voltou a atuar no final da volta 4, e Duerksen manteve a liderança, à frente de Beganovic e Rafael Villagómez. Verschoor havia se aproximado do DRS de Villagómez, que estava à frente, e com uma curva fechada na saída da Curva 4, assumiu a terceira posição na volta 10. À frente, a dupla líder, Duerksen e Beganovic, estava três segundos à frente do pelotão, mas o sueco se mantinha próximo do líder da corrida. Na volta 11 e com o DRS subindo a colina até a Curva 4, Beganovic assumiu a liderança por dentro da pista. Enquanto muitos se acomodavam no modo de preservação de pneus, Dunne voltou a se movimentar com uma queda na Curva 1, ultrapassando Villagómez e assumindo a quarta posição na volta 13.

 

O Safety Car voltou a entrar na volta 16, após Max Esterson parar com seu Trident. Isso levou vários pilotos aos boxes para uma parada, com Gabriele Minì, o piloto mais bem colocado, a parar em 10º com pneus Pirelli duros, ficando em 14º na relargada. De volta às condições de corrida na volta 19, Beganovic abriu ligeiramente a pista na última curva, provocando pressão de Duerksen, que vinha logo atrás. O paraguaio retomou a liderança na Curva 1, enquanto, atrás deles, uma disputa de quatro carros pelo terceiro lugar foi para Verschoor, mas Martí conseguiu ultrapassar Dunne e assumir a quarta posição algumas curvas depois. O piloto da Rodin teve um leve contato com Browning e ficou atrás do piloto da Hitech TGR na volta 20. Uma tentativa de ultrapassar Browning novamente na primeira oportunidade na Curva 8 abriu caminho para Arvid Lindblad, que assumiu a sétima posição, à frente do irlandês, na saída da curva.

 

 

Na frente, Duerksen foi forçado a defender a liderança nas últimas três voltas, enquanto Beganovic permanecia dentro do alcance do DRS. A disputa entre eles permitiu que Verschoor e Martí ganhassem a liderança e se juntassem à batalha. Na volta 22 de 23, Beganovic empatou com Duerksen, mas não conseguiu manter a ultrapassagem na Curva 4. Isso deu a Verschoor a chance de assumir a segunda posição, mas Martí conseguiu a curva 8 na saída da curva 8 e assumiu a segunda posição. Na volta final, a investida de Martí continuou e, com o DRS, ele assumiu a liderança na Curva 1. O piloto da AIX não conseguiu reagir e teve que se defender de Verschoor, mas sua saída de pista na Curva 11 permitiu que o piloto da MP ganhasse a segunda posição a poucas curvas do final. Mas as “emoções” continuaram depois da corrida, com Duerksen sendo desclassificado e Dunne punido.

 

 

No Domingo a corrida principal, com a parada obrigatória os pilotos pegaram mais leve e a corrida foi relativamente tranquila, mas com muitas variações de estratégia para deixar as disputas interessantes. O piloto da Rodin Motorsport, Alexander Dunne, subiu ao degrau mais alto pela primeira vez na Fórmula 2, vencendo a Corrida Especial de Sakhir com um desempenho comedido, partindo da quarta posição no grid. Luke Browning aplicou a estratégia alternativa para garantir o segundo lugar para a Hitech TGR, à frente de Leonardo Fornaroli, com o piloto da Invicta Racing completando o pódio em terceiro. A categoria já volta à pista no próximo final de semana, em Jeddah.

 

Testes da Fórmula Regional Europeia

A categoria europeia realizou dois dias de testes em Barcelona. Para 2026, um novo chassi Fórmula Regional de segunda geração da Tatuus será usado na categoria, mas um fornecedor de motor ainda não foi definido. A ação na pista de terça-feira em Barcelona foi dividida em duas sessões, e pela manhã Zachary David – pilotando pela equipe italiana e chinesa CL Motorsport – ditou o ritmo. Um tempo de 1m37.104s o colocou 0s108 à frente de De Palo, com Freddie Slater, da Prema, 0s299 atrás, em terceiro.

 

 

Enzo Deligny, da R-ace GP, era o mais rápido naquele momento, tendo acabado de bater a marca da manhã. De Palo estava 0,182s atrás dele, e Bedrin era o terceiro. Havia poucos pilotos na pista naquele momento, e assim permaneceu até a meia hora final. Essas voltas de ajuste melhoraram, e Hiyu Yamakoshi, do VAR, marcou 1m36,914s, ficando 0,043s à frente de Deligny. Pedro Clerot ficou em terceiro e Rashid Al Dhaheri, da Prema, em sexto.

 

No segundo dia Evan Giltaire, da ART Grand Prix, liderou o segundo dia de testes de pré-temporada do Campeonato Europeu de Fórmula Regional em Barcelona. Ele liderou a sessão da manhã, na qual todos marcaram suas melhores voltas do dia. A marca de 1m35s424 de Giltaire foi registrada em sua 16ª volta. Ele faria mais 35 voltas antes da bandeira quadriculada ser acenada, uma marca que ninguém mais alcançou.

 

 

Pedro Clerot, da Van Amersfoort Racing, foi o que mais se aproximou de seu ritmo, ficando a 0s182 e registrando seu recorde pessoal com mais de meia hora restante da sessão. Naquele momento, nove pilotos estavam na pista, incluindo os dois primeiros, e depois disso não houve alterações na ordem. Todos estavam nos boxes quando a sessão terminou. Freddie Slater, da Prema, ficou em terceiro, 0s01 atrás de Clerot, e Hiyu Yamakoshi, do VAR, ficou a 0s011.

 

Road to Indy

Na rodada tripla da USF Juniors tivemos Leonardo Escorpioni e João Vergara, ambos em segunda temporada na categoria e no treino de classificação #1, realizado na sexta-feira, teve os brasileiros andando bem, com Escorpioni ficando com a P2 e Vergara com a P4. Na corrida, disputada no sábado, João Vergara fez uma grande corrida e venceu sua primeira corrida na categoria. Leonardo Escorpioni também foi para o pódio com o 3° lugar.

 

 

Ainda no sábado tivemos o treino #2 de classificação onde Leonardo Escorpioni foi o 4° e João Vergara o 5°. Na segunda corrida, disputada no domingo teve a vitória de Leonardo Escorpioni e João Vergara chegando em 5° lugar. A terceira corrida da rodada tripla teve Leonardo Escorpioni largando na P2 e João Vergara na P5. Na corrida, Escorpioni tentou manter a performance, mas se envolveu num acidente e acabou abandonando, João Vergara voltou ao pódio com um 3° lugar. No campeonato, João Vergara terminou a etapa na 3ª posição com 70 pontos e Leonardo Escorpioni na 5ª posição com 54 pontos.

 

 

Na rodada tripla da USF 2000 tivemos Lucas Fecury em ação. No treino de classificação #1, realizado na sexta-feira, o piloto brasileiro ficou com a P11 e na corrida, disputada no sábado, conseguiu ganhar posições e terminar em 8° lugar. Também no sábado tivemos o treino de classificação #2 e Lucas Fecury não foi bem, ficando com a P17. A segunda corrida, disputada no domingo o brasileiro melhorou, mas não foi além do 11° lugar. Para a última corrida Lucas Fecury largava na P19 e, na corrida, não conseguiu avançar além da 15ª posição. Lucas Fecury terminou a etapa na 12ª posição com 30 pontos.

 

 

Na rodada tripla da USF PRO2000 tivemos Nicholas Monteiro em ação. No treino de classificação #1, realizado na sexta-feira, o piloto brasileiro ficou com a P16 e na corrida, disputada no sábado, não conseguiu avançar muito, terminando em 15° lugar. Também no sábado tivemos o treino de classificação #2 e Nicholas Monteiro foi bem melhor, ficando com a P10. A segunda corrida, disputada no domingo, contudo, perdeu posições e terminou em 15° lugar. Para a corrida 3 o brasileiro largou na P11 e, na corrida, terminou em 10° lugar, encerrando a etapa na P11, com 28 pontos.

 

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

Um abraço a todos, 

 

Genilson Santos

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.

 

Last Updated ( Sunday, 13 April 2025 20:58 )