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Rafael Câmara vence e aumenta vantagem na F3. Caio Collet é pódio na Indy NXT PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Sunday, 01 June 2025 15:49

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Nesse final de semana tivemos no nosso calendário de corridas envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial apenas a FIA Fórmula 3, onde temos Rafael Câmara como nosso representante e nos Estados Unidos, Caio Collet encarando a corrida nas ruas de Detroit.

 

Como me comprometi duas semanas atrás, para evitar uma coluna extremamente longa (que não consegui evitar na ocasião e nem na semana passada), vou comentar nesta coluna como foi a 5ª etapa da Superfórmula japonesa, onde corre o brasileiro Igor Fraga.

 

FIA Fórmula 3

Em sua 4ª etapa, de volta aos circuitos, a categoria chegou à Barcelona, um circuito que todas as equipes conhecem bem há muito tempo e que colocava sobre os ombros de Rafael Câmara a necessidade de uma recuperação em termos de resultado e pontuação por conta do mal resultado das ruas de Mônaco. A previsão do tempo era de sol e pista seca para todo final de semana.

 

 

Abertos os boxes todos os pilotos foram logo para a pista onde fizeram aquela volta de checagem do carro, a famosa instalação, e foi feito o teste do virtual safety car, todos usando pneus duros. Eles deram apenas uma volta e voltaram para os boxes, onde ficaram até estarem faltando 29 minutos da sessão. A categoria fez 3 dias de testes antes do início do campeonato e tinham muitos dados.

 

Praticamente todos os pilotos saíram juntos pra pista depois de algumas voltas para aquecer bem os pneus duros eles começaram a acelerar e em sua primeira volta rápida de Rafael Câmara marcou 1m29,024s, ficando com a P1 provisória, mas os tempos certamente ainda iriam baixar. Após esta volta o piloto brasileiro foi aos boxes, teve aquela conversa com os engenheiros, fez alguns ajustes no carro e voltou pra pista para o terço final da sessão.

 

 

Rafael Câmara deu algumas voltas, não melhorou o seu tempo e voltou aos boxes. Com 13 minutos para o final da sessão todos os pilotos estavam parados, a exceção de José Garfias. Depois de fazer alguns ajustes no carro Rafael Câmara voltou pra pista quando faltavam 6 minutos para o final da sessão. Depois de 2 voltas, sem melhorar seu tempo de volta (nenhum piloto estava conseguindo melhorar) o brasileiro retornou aos boxes e a sessão terminou com a P1.

 

Depois do primeiro treino livre da Fórmula 1 os pilotos da FIA Fórmula 3 retornaram à pista para o treino de classificação com seus 30 minutos de duração e a definição do grid para as duas corridas do final de semana. Em uma pista onde as ultrapassagens não são fáceis, largar na frente, principalmente no domingo, seria fundamental, apesar de neste ano os carros da categoria terem o recurso da asa móvel, que não tinham até o ano passado.

 

 

Aberto os boxes e disparado o cronômetro, os pilotos foram logo para a pista que tinha quase 51°C de temperatura. Um tráfego enorme estava visível. A reta dos boxes daria um bom vácuo, mas o tráfego de pilotos mais lentos comprometeria a volta. Depois de duas voltas aquecendo os pneus duros, virou sua primeira volta rápida em 1m29,784s, tendo errado no setor 2. Os tempos estavam baixando e provavelmente iriam para a casa de 1m28s. Rafael Câmara foi para os boxes e tinha a P5 provisória (era a P6, mas o tempo de Tim Tramnitz foi deletado por track limits).

 

Depois de colocar um novo jogo de pneus, bater aquele papo com os engenheiros, fazer algum ajuste, os pilotos voltaram pra pista, mas Rafael Câmara continuou nos boxes, com poucas exceções, uma delas Rafael Câmara, mas isso acrescenta o risco de uma bandeira amarela ou vermelha. Novamente os pilotos fizeram duas voltas de aquecimento e Rafael Câmara fez o 1° melhor setor, fez o 2° melhor setor e fechou com o 3° melhor setor pra fazer 1m28,761s. Depois da voltaça o brasileiro foi pra os boxes e ainda tínhamos mais 10 minutos de treino. Entre os adversários diretos, Tim Tramnitz era o P4, Nicola Tsolov o P11 e Noah Stromsted o P12.

 

 

Um novo jogo de pneus foi colocado nos carros de todos os pilotos e com 6 minutos para o fim, mas Rafael Câmara pediu para segurar o carro nos boxes por mais um tempo para tentar ter a pista livre. O plano era fazer duas voltas de aquecimento dos pneus e partir pra a volta rápida. No primeiro setor ele foi 1 décimo mais lento que seu melhor tempo e abortou a volta no setor 2, mas ninguém chegou no tempo de Rafael Câmara, que marcou a sua 4ª pole position. Nicola Tsolov ficou com a P2, Noah Stromsted ficou com a P8 e Tim Tramnitz com a P10.

 

Na manhã do sábado os pilotos voltaram à pista para a corrida do grid invertido, com Rafael Câmara largando do lado sujo da pista na P12 e precisando não só evitar confusões nas primeiras curvas, mas também marcar alguns pontos como fez em Mônaco. Tínhamos pista seca, sol e o asfalto a 29°C. Após a volta de apresentação os pilotos retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 21 voltas programadas.

 

 

Rafael Câmara não largou mal, mas com Tuukka Taponen parado no grid pouco à sua frente, o brasileiro acabou atingindo o carro do finlandês, perdeu a asa dianteira e quebrou suspensão dianteira esquerda revê confusão na reta, batida feia e fim de corrida para nosso piloto. Os três primeiros se meteram em confusão, se tocaram, saíram da pista e acabaram no guard rail, fim de prova para Roman Bilinski e Martinius Stenshorne.

 

Quem também se envolveu na batida da curva 1 foi Tim Tramnitz, que quebrou a suspensão e abandonou na caixa de brita da curva 3, o que diminuía o prejuízo de Rafael Câmara na pontuação no campeonato. O safety car foi acionado e a relargada veio na abertura da volta 6. Felizmente não houve condenação do brasileiro pela batida em Tuukka Taponen e a pole foi mantida para o domingo. Na corrida, Ivan Domingues conquistou sua primeira vitória. Santiago Ramos chegou em 2° e o problema foi a P3 de Nicola Tsolov, que chegou em 3°, marcou 8 pontos, subindo para 69 e no domingo largava ao lado de Rafael Câmara.

 

 

Na manhã do domingo os pilotos da FIA Fórmula 3 voltaram ao grid para a corrida principal, com 25 voltas Rafael Câmara estava largando na pole position e precisava ter um bom resultado, especialmente à frente do novo vice líder do campeonato, Nicola Tsolov, que largava ao seu lado. Tim Tramnitz, punido, largava em 13°. A temperatura do asfalto estava em 22,8°C, o que ajudaria na resistência dos pneus, e tínhamos sol e pista estava seca. Após a volta da apresentação os pilotos retornaram às suas posições e, apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada.

 

 

Rafael Câmara largou muito bem e manteve a ponta enquanto Nicola Tsolov largou mal e ficou pra trás. Os 3 primeiros – Rafael Câmara, Laurens Van Hoepen e Theophile Nael abriram de Tuukka Taponen na primeira volta. A coisa estava boa, mas Jose Garfias e Roman Bilinski bateram e provocaram a entrada do safety car, o que agrupou o pelotão. De positivo, ajudando a poupar os pneus.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 8 (demorou muito) e Rafael Câmara manteve a liderança. Rafael Câmara por pouco não abriu 1s na primeira volta de bandeira verde fazendo a melhor volta da corrida. Tuukka Taponen teve problema, perdeu muitas posições e com isso Tsolov, ganhou uma posição. Novamente os 3 primeiros abriram vantagem para o 4° colocado, Alessandro Giuste. Com o DRS Laurens Van Hoepen se aproximava de Rafael Câmara no final da reta dos boxes volta a volta.

 

 

Passamos da metade da corrida e Alessandro Giuste começava a se aproximar dos 3 primeiros. Rafael Câmara continuava segurando a vantagem pequena contra Laurens Van Hoepen no final da reta dos boxes em 3 a 4 décimos. Mais atrás, Martinius Stenshorne era atacado por Nicola Tsolov que tentava a P5 e conseguiu passar na abertura da volta 17. Alessandro Giuste chegou na disputa pela liderança. Brando Badoer tomou na traseira de Nicola Lacorte e ficou na caixa de brita da curva 1, provocando nova entrada do safety car na volta 18.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 21, ou seja, 5 voltas de pressão sobre Rafael Câmara que relargou muito bem e deixou a encrenca entre Laurens Van Hoepen e Theophile Nael, que ganhou a P2 e deu chance para o brasileiro abrir mais de 1s para evitar a abertura de asa de quem vinha atrás. Rafael Câmara foi abrindo vantagem, que chegou a 1,8s. Na volta final Alessandro Giuste ganhou a P3 de Laurens Van Hoepen, que segurou Nicola Tsolov na P5.

 

 

Rafael Câmara venceu de ponta a ponta, fez a volta mais rápida e marcou 26 pontos e reestabeleceu a ordem e a grande vantagem sobre os seus perseguidores diretos na briga pelo título. A categoria deixa Barcelona com o brasileiro líder do campeonato com 105 pontos, 26 a mais que Nicola Tsolov, 35 a mais que Tim Tramnitz e 49 a mais que Noah Stromsted. A próxima etapa será no Red Bull Ring, no final de junho, em 4 semanas.

 

Indy NXT

Depois de uma etapa (dupla) em um traçado muito veloz como o do circuito misto dentro do Indianápolis Motor Speedway a categoria de acesso da IndyCar, a Indy NXT foi para as ruas de Detroit. Caio Collet, nosso representante, tinha mais uma disputa contra os carros da equipe Andretti, que há várias temporadas dominam a categoria. Na programação deste final de semana tivemos duas sessões de treinos livres antes da tomada de tempo para definição do grid da corrida.

 

 

Na sexta-feira tivemos a primeira sessão de treinos livres, com 45 minutos de duração. O site onde consigo as imagens dos treinos estava em manutenção e com isso tive mais dificuldades em conseguir as informações. Caio Collet conseguiu sua melhor volta em 1m07,1961s e terminou com o 2° melhor tempo, novamente atrás de Dennis Hauger, da Andretti, 380 milésimos mais rápido que o brasileiro. Na sessão de treino livre do sábado Caio Collet foi novamente o 2° mais rápido, mas a diferença de tempo para Dennis Hauger ficou em 158 milésimos, com o brasileiro conseguindo sua melhor volta em 1m06,0388s.

 

 

O problema veio no treino que definiu o grid. Caio Collet estava no grupo 1 e nos 12 minutos que definiriam as posições de uma das filas o piloto brasileiro, sem Dennis Hauger no grupo, não conseguiu ser o mais rápido. Mesmo tendo feito uma volta em 1m05,6249, acabou superado por outro piloto da Andretti, Lochie Hughes, que foi 573 milésimos mais rápido que ele. Dennis Hauger foi o único piloto a virar na casa de 1m04s, marcou a pole position e determinou a P4 para Caio Collet na corrida.

 

 

No final da manhã do domingo tivemos a corrida nas Ruas de Detroit e seus bumps gigantes. Caio Collet largava na segunda fila e precisava ganhar posições. Depois das voltas de apresentação, mesmo com os carros sem estar lado a lado, a largada foi dada. O piloto brasileiro partiu para o ataque tentando ganhar posições logo nas primeiras curvas, mas não conseguiu êxito. Ao menos livrou-se da confusão provocada por Myles Rowe, que rodou na curva 3 e provocou um acidente coletivo da P5 pra trás, interrompendo a corrida.

 

 

Quando a prova foi retomada após a bandeira vermelha, a bandeira verde veio na volta 3 e Caio Collet veio na sua P4, buscando atacar os pilotos à sua frente (Lochie Hughes na P3 e Salvador de Alba na P3), três carros da equipe Andretti. Salvador de Alba e Lochie Hughes trocaram posições e em uma das curvas que fizeram lado a lado, na volta 18 Hughes tocou o muro e danificou a suspensão dianteira direita. Mas foi na volta 24 que Salvador de Alba errou feio e bateu no muro, danificando a suspensão dianteira direita.

 

 

A disputa pela P2 deu tranquilidade para Dennis Hauger abrir uma grande vantagem na liderança. Salvador de Alba foi para os boxes tentar reparar o carro e Caio Collet, já em 3°, tentava se manter no ataque à Lochie Hughes, mas não estava conseguindo se aproximar até a volta 38, quando o piloto da Andretti errou e danificou a asa dianteira, tornando-se presa fácil para o piloto brasileiro que assumiu a P2 faltando 8 voltas para o final.

 

 

Dennis Hauger tinha 11s de vantagem e só um erro tiraria sua vitória, ou uma bandeira amarela, que aconteceu quando Missig bateu sozinho. O pelotão foi reagrupado e tivemos bandeira verde para a volta final. Caio Collet tentou chegar e atacar Dennis Hauger, mas não conseguiu e terminou em 2° lugar, vendo mais uma vitória do piloto norueguês, a quarta em cinco corridas. Caio Collet deixou Detroit na 3ª posição do campeonato com 157 pontos, 84 a menos que Dennis Hauger. A próxima corrida será o primeiro desafio em ovais, no WWTR, em Madison, Illinois.

 

FIA Fórmula 2

A categoria de acesso à Fórmula 1 também correu em Barcelona. No sábado, Richard Verschoor venceu a corrida sprint de Fórmula 2 de Barcelona à frente de Alex Dunne, após pararem nos boxes para trocar pneus durante um safety car tardio. Um incidente entre os companheiros de equipe da Prema, Gabriele Mini e Sebastian Montoya, provocou a entrada do safety car a apenas nove voltas do fim. Com o desgaste dos pneus alto no circuito espanhol, alguns pilotos foram aos boxes para trocar pneus para o final da corrida.

 

 

Liderando esse grupo estava Verschoor, que já vinha de uma corrida cheia de ação, recuperando-se de uma largada ruim. Quando a corrida foi retomada, Verschoor abriu caminho na classificação, rapidamente ficando atrás do líder da corrida, Jak Crawford. Crawford pouco pôde fazer para segurá-lo, e Verschoor assumiu a liderança da corrida duas voltas antes da bandeira quadriculada. Dunne, que largou em 19º após uma dupla punição no grid, estava logo atrás do piloto da MP Motorsport, mas não havia chance de disputar a vitória. Verschoor chegou 0,3 segundos à frente de Dunne e conquistou sua segunda vitória na temporada.

 

No domingo tivemos a corrida principal, com a toca obrigatória de pneus. Arvid Lindblad converteu a pole position em vitória na corrida principal da Fórmula 2 em Barcelona. Lindblad tinha uma vantagem confortável para Sebastian Montoya, em segundo, quando o safety car entrou em ação duas voltas antes da bandeira quadriculada. O incidente não pôde ser resolvido a tempo para uma intervenção tardia, permitindo que Lindblad conquistasse sua segunda vitória da temporada e seu primeiro sucesso em uma corrida principal. Foi uma corrida relativamente simples para a Campos Racing Lindblad, que largou da pole position e sofreu pouca pressão durante toda a corrida. Montoya segurou a segunda posição na largada, mas não conseguiu desafiar Lindblad pela liderança.

 

O piloto da Prema, Montoya, tentou a ultrapassagem, parando nos boxes duas voltas antes de Lindblad, mas Lindblad ainda estava à frente após o término da sequência de pit stops. Quando Lindblad voltou à liderança na pista, ele tinha uma vantagem de vários segundos para Montoya, que também estava sob pressão de Richard Verschoor. Eles estavam cinco segundos à frente de Dino Beganovic, que ainda não havia parado nos boxes, mas, nos momentos finais da corrida, aqueles que adotaram a estratégia alternativa começaram a se aproximar. Jack Crawford liderou a corrida na pista por várias voltas antes de entrar nos boxes. O pit stop o derrubou para o final do top 10, mas ele rapidamente abriu caminho na classificação e subiu para a quarta posição. Ele estava se aproximando da briga pela segunda posição quando o safety car foi acionado.

 

 

Leonardo Fornaroli enfrentou uma corrida difícil. O piloto da Invicta Racing recebeu uma punição de 10 segundos no início do pit stop por uma infração no procedimento de largada e teve dificuldades para recuperar posições. Após fazer seu pit stop obrigatório faltando apenas algumas voltas para o fim, ele logo saiu da pista e foi para a brita. O safety car resultante efetivamente encerrou a corrida. Montoya conseguiu se manter em segundo, à frente de Verschoor e Crawford. Alex Dunne, também na estratégia alternativa, subiu para a quinta posição após uma ultrapassagem tardia de Pepe Marti. Kush Maini terminou em sétimo, à frente de Victor Martins e Ritomo Miyata, que tiveram uma corrida movimentada disputando a posição com Luke Browning no meio da prova. A dupla se tocou, danificando a asa dianteira de Browning e mandando Miyata para a brita, com Browning também sofrendo uma penalidade e terminando em último. Miyata se recuperou e disputou a 10ª posição com Roman Stanek. O pit stop tardio de Beganovic o elevou para a nona posição, enquanto Gabriele Mini roubou a 10ª posição de Stanek.

 

Superfórmula Japão

A etapa no autódromo de Autópolis foi diferente das etapas anteriores. Diferente das etapas anteriores, não tivemos uma rodada dupla, mas apenas a corrida do domingo. Por sorte, isso acabou ajudando a organização. Um temporal enorme deixou o autódromo impraticável, cancelando todas as atividades de pista. No sábado, com uma condição menos adversa, os pilotos tiveram o treino livre cancelado e foram direto para a classificação. Igor Fraga conseguiu uma boa P6.

 

 

Na corrida, que teve 41 voltas, com céu nublado e pista úmida, o nosso piloto não largou bem e acabou caindo para a 9°. Com a obrigação de uma parada, Igor Fraga e sua equipe fizeram sua parada antes da 10ª volta, numa estratégia arriscada. Com as paradas acontecendo nas voltas seguintes, Igor Fraga conseguiu recuperar-se e voltar ao Top10 e com alguns pilotos faltando parar, sendo a diferença em tempo menor que o que eles gastariam numa parada.

 

 

Contudo, na 20ª volta tivemos uma bandeira amarela provocada por Zak O’Sulivan, que saiu da pista e ficou em uma das caixas de brita, provocando a entrada do safety car na pista, o que, se por um lado agrupou o pelotão, fez com que os carros que ainda não tinham parado perdessem menos tempo em relação a quem estava na pista, andando em uma velocidade mais baixa.

 

 

Apesar disso ter atrapalhado a estratégia de recuperação de Igor Fraga, quando tivemos a bandeira verde o nosso representante estava em 8°. Posição pela qual teve que brigar para terminar a corrida na P8. No campeonato, o brasileiro estava e, 7°, com 23 pontos. A próxima etapa será em Fuji, programada para meados de junho.

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

 

Um abraço a todos, 

 

Genilson Santos

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.

 

Last Updated ( Sunday, 01 June 2025 22:33 )