E aê Galera... agora é comigo!
Depois da “coluna-bomba” que minha editora, Chica da Silva, a Rainha da Bahia, recebeu na semana passada, resolvi dar uma aliviada pra ela, especialmente pelo trabalho que ela fez no WEC depois que a “açeçoria de inprença” local boicotou nosso site. Neste final de semana as categorias da Cosa Nostra foram para aquela pista de track day do interior de São Paulo. Estavam lá a Stockamburão, a Stock novamente Light, a Turismo Nacional Gourmet e a Fórmula 4 Tapuia. Esta última é responsabilidade do Cauã Genérico. Já a gourmetizada categoria dos carros pseudo populares, com suas 6 corridas, eu vou deixar para resgatar na próxima coluna e evitar que minha editora rode a baiana com mais um textão, graças a bagunça do calendário do automobilismo na República Sebastianista da Banânia, que não terá corridas no próximo final de semana. Stock Car Na tarde do sábado teve a corrida Sprint da Stockamburão (assisti pelo canal oficial no youtube com o Filho do Deus do Egito e o Zé Goteira) que tiveram muitos problemas de câmbio e no turbocompressor na quinta-feira. No sábado, no treino de classificação, o camburão do nosso colunista, Helio Vasconeves teve um princípio de incêndio que encheu o carro de fumaça. Felizmente nosso colunista saiu do carro antes de defumar. Pra corrida Sprint tem a inversão nutella dos 12 primeiros da classificação e assim o pole era Enzo Elias com Thiago Camilo ao seu lado para puxar o grid com 31 camburões. Felipe Fraga largou da 11ª posição por punição. Depois da volta de apresentação eles entraram na reta lado a lado e com tudo certinho o CASETTA, diretor de prova, deu a largada. Enzo Elias pulou na ponta e atrás deles Thiago Camilo e Cesar Ramos buscavam espaço quando os dois pilotos da equipe de Andreas Mattheis bateram portas, provocada por Thiago Camilo, que levou a pior, rodou com o eixo traseiro quebrado e saiu da prova. Cesar Ramos se segurou na P2 e Arthur Leist. Gaetano Di Mauro tomou a P3 antes da curva do museu e sem ter como mexer o carro o CASETTA botou pra fora o Safety Camburão. Foi só uma volta e teve relargada. Os 5 primeiros se mantiveram os mesmos enquanto a coisa pegava fogo daí pra trás. Meu piloto, o Zezinho, era o P25. Enzo Elias foi abrindo na frente enquanto Felipe Baptista atacava o Macarroni pela P5 e não demorou muito pra ganhar a posição. JP Oliveira, o filho do chofer de miliciano e Ricardo Zonta queimaram a largada e tomaram aquele ‘Drive-Thru’ sem direito a milk-shake. Enzo Elias abria volta a volta. Aberto os boxes para a parada obrigatória Enzo Elias entrou de cara e atrás dele muita gente foi atrás. Cesar Ramos ficou na pista na volta seguinte onde mais gente parou. O líder e Gaetano Di Mauro pararam 2 voltas depois de Enzo Elias e ambos voltaram atrás dele e de Arthur Leist que se deu bem, mas Leist logo foi superado pelos dois. Depois de todos pararem a liderança voltou para Enzo Elias, com Felipe Baptista em 2° e Cesar Ramos em 3°, numa escalada sensacional de Felipe Baptista depois da parada. Enzo Elias foi vendo a diferença para Felipe Baptista diminuir volta a volta. Cesar Ramos ia se segurando na P3, com Gaetano Di Mauro e Arthur Leist bem próximos. No final Enzo Elias tirou uma carta da manga e manteve a vantagem para vencer a corrida, com Felipe Baptista em 2° e Cesar Ramos em 3°. Repeti a receita no domingo para a corrida principal, com a transmissão pelo youtube, em protesto contra bandburros (troquei o ‘lixo’ pelo ‘burros’) que dão guarida para indiciado pela justiça e que entregaram a F1 pros globêsticos (a 2ª vogal não era bem essa...), com a narração celestial do Filho do Deus do Egito, os pitacos do Zé Goteira e na pista o Gagaclone e a Olivia Palito. Assim também dava para monitorar o início da F. Indy que não ia ser fácil com Cepacol de um lado e MamaBia do outro. A pole position para essa corrida era de Felipe Baptista com Átila Abreu ao seu lado para puxarem o grid com 31 carros. Antes da largada o carro do pole position não ligou e colocaram uma picape de resgate para tirar o carro n°121 do grid. O diretor de prova, o CASETTA, foi na pista sentar o pau, do lado do carro do pole position. O carro foi rebocado para os boxes, a largada foi atrasada em alguns minutos e depois da volta de apresentação eles entraram bem arrumados pela mini reta da pista de track day para o CASETTA dar a largada. Átila Abreu largou bem e Gabriel Casagrande tomou a P2 do filho do chofer de miliciano. Ricardo Maurício viu o mundo ao contrário na curva 1 e meu piloto, o Zezinho, foi de 14° pra 10°. Átila Abreu abriu vantagem enquanto Gabriel Casagrande tomava pressão do filho do chofer de golpista. Julio Campos e o Macarroni não conseguiam acompanhar. Gianluca Petecof perdeu a porta do carona e foi chamado ais boxes. Abrindo a 4ª volta Rafael Reis bateu forte na mini reta dos boxes (aparentemente sozinho, mas o piloto disse que foi tocado por Bruno Baptista). O CASETTA botou pra fora o Safety Camburão e a galera da limpeza foi deixar a pista em ordem. Relargada e abertura dos boxes aconteceram juntas, mas na relargada não se pode entrar nos boxes. Átila Abreu ficou e atrapalhou Gabriel Casagrande. Nisso o filho do chofer de golpista atacou na curva do museu e tomou a ponta. Átila Abreu fez sua parada, mas só ele e quem estava muito pra trás. Julio Campos era o novo P3. O filho do chofer de miliciano ia bem na liderança enquanto Átila Abreu foi para os boxes. Guilherme Salas também mostrou problemas. Do pessoal da frente, todo mundo continuava na pista, exceção de Gaetano Di Mauro. Gabriel Casagrande entrou na volta 12 e o Macarroni tomou do Zezinho (boa Zezinho!). A parada de Gabriel Casagrande não foi boa. Voltando atrás de Gaetano Di Mauro e Felipe Fraga. Duas voltas depois o líder parou e voltou entre Gaetano Di Mauro e Felipe Fraga. O Zezinho era o líder, mas ainda tinha que parar. Na volta 16, cinco faltavam parar. Entre os que já haviam parado Gaetano Di Mauro era o líder. O Macarroni perdeu a roda traseira esquerda (que não havia sido trocada) e o CASETTA não botou o Safety Camburão pra fora. O filho do chofer de golpista chegou, botou de lado, fez 4 curvas lado a lado com Gaetano Di Mauro e tomou a ponta. Helio Vasconeves “fez um n°1” na mini reta, lavou a pista e parou no final dela. Dessa vez o CASETTA teve que botar o Safety Camburão pra fora. Quando relargaram já estavam todos nas posições devidas com as paradas de Thiago Camilo e Cacá Bueno. Nos 10 minutos finais era para atacar ou sobreviver. Arthur Leist foi pra cima de Felipe Fraga pra pegar o último lugar do pódio. Na pressão, Fraga espalhou e perdeu a posição. Depois de 3 anos tentando, finalmente o filho do chofer de golpista venceu na categoria, a primeira sem inversão de grid. Os dois – Tigrinho e “filho” – que apresentam um ótimo podcast com o Barbicha, choraram até alagar o pódio, fazendo inveja ao Decano Barrichello. Stock Light Reservei a tarde do domingo para assistir as corridas da Stock Novamente Light pelo canal oficial no youtube com o Filho do Deus do Egito e o Zé Goteira nos comentários, com o Enviado de Cristo fazendo o trabalho de pista e também comentando (Promoção, Enviado? Ter que rolar um aumento...). O esquema foi o de sempre, com a corrida 1 no sábado e uma galinhada com pequi, juntando as duas corridas do domingo, com Enzo Bedani não mostrando ter adversários este ano. Enzo Bedani fez a pole position e a seu lado estava o Sobrinho Barrichello para puxarem o grid com 22 carros e a água de salsicha. Após a volta de apresentação eles entraram na reta dos boxes e com tudo mais ou menos arrumado o CASETTA, diretor de prova, deu a largada. Enzo Bedani manteve a ponta, se defendeu do Sobrinho Barrichello que segurou a P2 com Ernani Kuhn e Alfredinho Ibiapina brigando pela P3, com Ibiapina segurando a posição. Vinicius Papareli ficou num guard rail do saca rolha e o CASETTA botou pra fora o Safety Camburão. Enzo Falquete passou lento na reta dos boxes e podia ser problema também. A corrida recomeçou duas voltas depois e Alfredinho Ibiapina dormiu na reta. Rafael Martins pulou pra P3. Enzo Bedani tinha o Sobrinho Barrichello colado nele e a água de salsicha já era o último carro na pista. A Pomarola deu na traseira de João Boetoluzzi que ficou ao contrário na saída da curva do museu, obrigando o CASETTA a botar pra fora o Safety Camburão. Will Cesar tomou um ‘Drive-Thru’ sem direito a batatinha, mas não disseram o motivo. 2 voltas de cortejo fúnebre e nova relargada, com Enzo Bedani segurando o Sobrinho Barrichello e o novo 3° colocado, Leo Reis. A água de salsicha já foi alargando a pista pela grama seca e voltando pra última posição. Parada na entrada dos boxes, a água de salsicha atrapalhava a corrida e do outro lado da pista o pneu traseiro esquerdo da Pomarola ficou na grama e Leo Reis tomou do Rafael Martins e de Ernani Kuhn na reta pelos push nutella e logo depois de Gabriel Koenigkan pouco antes do CASETTA botar o Safety amburão na pista pela 3ª vez. Tivemos bandeira verde para uma volta de tudo ou nada e os 3 primeiros abriram do restante do pelotão com Enzo Bedani vencendo de ponta a ponta. O Sobrinho Barrichello foi o 2° e Rafael Martins o 3°. No domingo, depois da corrida da Stock Camburão a Stock Novamente Light veio para corrida galinhada com pequi. O pole position era Alfredinho Ibiapina, com Enzo Bedani a seu lado para puxarem o grid com os 22 carros e a água de salsicha. Após a volta de apresentação eles entraram na reta dos boxes e com tudo mais ou menos arrumado o CASETTA, diretor de prova, deu a largada. Alfredinho Ibiapina manteve a ponta, com o Sobrinho Barrichello tomando a P2 e com Leo Reis em 3°. Enzo Bedani se enrolou na curva 1 e caiu pra 5°. Como teve enrosco no final da reta, com Enzo Falquete e João Bortoluzzi sendo as vítimas levou o CASETTA a botar pra fora o Safety Camburão. Foi só uma volta pra voltar a bandeira verde Alfredinho Ibiapina escapou na frente deixando a encrenca no parachoque do Sobrinho Barrichello. Os 5 primeiros desgarraram de Erick Schotten, que segurava outro pelotão. Rafael Martins ficou na reta e perdeu a P4 e todos que vinham atrás também passaram. Ernani Kuhn exagerou no bate-porta com Guto Rotta e tomou 5s de punição. O pelotão do P2 ao P4 começou a diminuir a diferença para Alfredinho Ibiapina e Enzo Bedani tomou a P3 de Leo Reis e foi pra cima do Sobrinho Barrichello, ganhando a P2 na sequência. O Sobrinho foi perdendo posições e caiu para 4°. A água de salsicha rodou sozinha, ficou parada e o CASETTA botou pra fora o Safety Camburão. O pelotão agrupou e era a chance para Enzo Bedani atacar Alfredinho Ibiapina. A relargada veio para 2 voltas de tudo ou nada e Alfredinho Ibiapina segurou a ponta, com Enzo Bedani e Leo Reis abrindo do Sobrinho Barrichello. Leo Reis atacou na curva do museu e o líder do campeonato não foi pro tudo ou nada. Alfredinho Ibiapina abriu a vantagem para garantir a vitória, com Leo Reis chegando em 2° Enzo Bedani em 3°. Aí tivemos aquele respiro lá nos boxes, um café, uma água, um “n°1” e preparar a saída pra corrida 3, com a inversão nutella dos 8 primeiros que dava a pole position para Juninho Berlanda, tendo a seu lado Guto Rotta e eles iam puxar os sobreviventes da corrida 2. Após três voltas de apresentação/procissão (no final da 2ª dispararam o cronômetro) eles entraram na reta dos boxes e com tudo mais ou menos arrumado o CASETTA, diretor de prova, deu a largada. E Mathias de Valle aparentemente incinerou a largada. Juninho Berlanda e Guto Rotta vindo na sequência. Por conta da carbonizante largada, Mathias de Valle tomou um ‘Drive-Thru’ sem direito a milk-shake. Juninho Berlanda era o líder, seguido por Guto Rotta e Gabriel Koenigkan. O pelotão vinha bem compacto nas primeiras voltas. Enzo Bedani tomou na traseira de Alfredinho Ibiapina e foi tirado da pista e o CASETTA botou pra fora o Safety Camburão. Teve mais gente fora da pista, entre elas a água de salsicha. Relargada duas voltas depois e Juninho Berlanda relargou muito bem, seguido por Guto Rotta e Gabriel Koenigkan, que logo perdeu para Leo Reis. O Sobrinho Barrichello destroçou as propagandas e com mais gente fora da pista e muito isopor na pista o CASETTA botou o Safety Camburão pra fora outra vez. Limparam a pista rápido e na relargada Juninho Berlanda relargou bem, deixando Guto Rotta no sufoco com Leo Reis, mas as posições não mudaram. Enzo Bedani vinha com a faca nos dentes tentando se recuperar do estrago sofrido e pilotando como nunca. Na briga de Guto Rotta e Leo Reis, Gabriel Koenigkan aproveitou pra tomar a P3, mas tomou na traseira com Leo Reis tentando se recuperar e rodou na curva do museu. O sobrinho Barrichello aproveitpu a chance e foi de 5° pra 3°. Leo Reis continuou na briga, mas certamente seria punido. Juninho Berlanda venceu de ponta a ponta, com Guto Rotta em 2° e o Sobrinho Barrichello em 3°. Enzo Bedani, líder do campeonato foi o 7°, mas com a punição para Leo Reis, ficou com a P6. Sessão Rivotril. Seguindo meu mestre inspirador, está na hora de receitar as pílulas da semana. - Assisti a corrida de sábado da Stockamburão pelo youtube na manhã do domingo e o “Meu Jesus Cristo” (a expressão com e palavras não era bem essa...) que ouvi na tarde do sábado veio do Andreas Mattheis quando viu Thiago Camilo dar na porta de Cesar Ramos na largada. - Como estou boicotando tudo que é possível na bandburros (pela incompetência em manter a F1 e por manter o indiciado judicialmente no microfone), assisti as corridas pelo youtube, com a narração do Filho do Deus do Egito e os comentários do Zé Goteira, que está se candidatando ao “cargo de matuzaleme”. Vendo as imagens, ao ver Enzo Elias superando Vasconeves disse que o nobre colunista estava tomando volta (como se ele não tinha parado e Enzo Elias havia?). O “Meu Jesus Cristo” (a expressão com e palavras não era bem essa...) acordou os vizinhos. E nas corridas da Stock Novamente Light a coisa estava tão complicada que o Filho do Deus do Egito teve que corrigi-lo algumas vezes. - Aquilo que meu camarada Alexandre Gargamel já falou várias vezes quase aconteceu. Arthur Leist quase bateu no Macarroni quando este saía dos boxes, feito para pista de track day, não de corridas. - No domingo, para a corrida principal, mantive o boicote à bandburros e continuei no youtube. Segundo Kid Morangueira, meu camarada, a TV aberta quase perdeu a largada com tantos comerciais. Escalaram o Rolha de Poço pra narrar e no estúdio também estavam Dr. Smith e Prosdócimo. Eles também transmitiram na TV fechada, com Tatá de Gozação narrando e nos canais globêsticos (a 2ª vogal não era bem essa...) resumo tudo em uma palavra: Nhonho! - Fiquei com a TV na bandburros pra conferir quem ia narrar e nem deu tempo de desligar antes do Rolha de Poço falar que a pista de track day (que certamente ele não conhece) tem “vários pontos de ultrapassagem”. O “Meu Jesus Cristo” (a expressão com e palavras não era bem essa...) foi ouvido em todo centro oeste, Pará e parte do Nordeste. - Com o Tigrinho trabalhando como chefe de equipe na Stockamburão, os canais do Pateta tiveram que ir com o Cepacol (volta, Mestre dos Magos...) pra acompanhar o Barbicha e na Cultura tínhamos a volta da MamaBia. Fui na moedinha e caiu para o Pateta. - Cepacol não decepcionou e quando falou que “para o uso efetivo do regulamento de pneus as corridas tiveram que ter mais corridas” fui caçar um link via VPN. - Não adianta negar: vendo a quantidade de batidas num circuito urbano com largas avenidas, pensem nesses pilotos tentando andar nas ruas de Mônaco? É a serie C do automobilismo de monopostos... quiçá serie D! - Darth Vader me mandou pelo “zap” que na relargada da volta 42 o Cepacol falou que o Palou e o Dixon, que haviam colocado pneus macios, tinham que ir com aqueles pneus até a volta 75 ou 80... a corrida tinha 90 voltas! - A última pílula da semana vai para a Turismo Nacional Gourmet, que precisou ter as suas duas últimas corridas do sábado canceladas por “motivo de segurança”, quando – relegada ao subsolo – teve seus horários de provas jogados para as piores condições e em um lugar que não é um autódromo de competição, mas uma pista de track day. A outrora categoria de sucesso verdadeiro cujo o promotor “vendeu a alma ao diabo” paga o preço da submissão. Bem feito! O MBR está aí. - Para quem não sabe porque eu fiquei longe do site, tive negado meu projeto onde escrevi uma série (em 6 episódios), sobre a verdadeira história do maior piloto de todos os tempos. Criei um Blog para isso e quem quiser ler a saga do maior astro das pistas é só clicar aqui. Felicidades e velocidade, Paulo Alencar Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.
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