E aê Galera... agora é comigo!
Depois de umas férias sob as determinações de D. Patroa em um resort no litoral cearense, só consegui chegar a tempo de assistir a decisão do mundial de Fórmula 1 no VT da bandburros por assinatura e também o maior absurdo da desorganização do calendário do automobilismo na República Sebastianista da Banânia (agradecimentos ao meu camarada Alexandre Gargamel). O incompetente pizzaiolo daquela coisa lá no bairro da Glória deu aval (ou omitiu-se) para que no mesmo final de semana, dois eventos de automobilismo, sendo uma competição top internacional e uma outra de categoria nacional que decidia o seu título nacional não apenas para o mesmo final de semana (o que é quase impossível ser evitado), mas para a mesma cidade! Um absurdo nunca visto antes. Mas vamos ao que aconteceu no automobilismo Tapuia. Copa Truck Como mencionei na abertura da coluna, a etapa final da usurpadora, a categoria de caminhões gourmetizados e parceirinha da ‘cosa nostra’ fez sua etapa final no centro de eventos aleatórios de Interlagos no mesmo final de semana onde, na mesma cidade, acontecia a abertura da temporada da Fórmula Black&Decker com 2 brasileiros na pista. Como estava em trânsito retornando à Palmas, entrei pela noite para ver as corridas no youtube, apesar de ter que engolir o Sabonete como narrador e Chucky, o brinquedo assassino, nos comentários. A pole position na classe PRO era do Marvado, com MamaBia a seu lado puxando os 22 pesos pesados. Depois vinha o grid da classe Elite, com o Fetuccini na pole e ao seu lado o Nadador Xuxa para puxarem os 18 brutos, com 40 caminhões no total. Após a volta de apresentação os brutos foram chegando lado a lado para a reta dos boxes onde o amigo do Adoniran, o Ernesto, diretor de prova, fez uma prece, fechou os olhos, deu a largada e subiu o fumacê. O Marvado aproveitou o vacilo de MamaBia e conseguiu até fazer tomada para entrar no ‘S’ da Sadia. O Coach Cabeleira se aproveitou pra ganhar a P2 e enquanto MamaBia bloqueava o Cabra atrás dela, Dr. Smith colocou de lado na tomada da curva do Presuntinho, mas MamaBia segurou a P3. Na classe Elite Fetuccini segurou a ponta, com Xuxa nadando em 2° e o Tabuada brigando para ficar na P3. Smith Jr. se enrolou na largada dando uma bagunçada no grid. O Sabonete não sabia em que posições estavam os pilotos e piloto que estava na frente ele dizia que ultrapassava... um perdido. O Marvado estava sumindo na ponta enquanto os primos Coach Cabeleira e MamaBia brigavam pela P2. O Roncacor foi o 1° a pegar um ‘Drive-Thru’ sem direito a batatinha por queimar o radar. Na volta seguinte, o mesmo para o Sucateiro, a Muié do Véio da Kombi e o Nadador Xuxa. MamaBia tentou ganhar a P2, mas espalhou no ‘S’ da Sadia e sem ter o que falar o Sabonete veio falar da Ferrari e da Williams de 6 rodas na F1 (foi a Tyrrell... o cara não sabe nada sobre categoria nacional e vai falar de F1?). Na classe Elite Smith Jr. ganhou a P2 e fo pra cima do Fetuccini. O amigo do Adoniran, o Ernesto, botou pra fora o Safety Truck (e não soubemos o motivo). Duas voltas de “cortejo fúnebre” e tivemos a relargada. A galera da frente se segurou, mas o Karabichevski deu um mergulhão por dentro no ‘S’ da Sadia, fritou tudo de pneu, não bateu por milagre e ganhou 3 posições, indo pra P5, mas já foi perdendo na sequência. Smith Jr. tomou 20s por conta da queima de largada. MamaBia perdeu a P3 pro Cabra e foi perdendo rendimento, indo parar na P5. O Baleado e o Menestrel tomaram também um ‘Drive-Thru’ sem milkshake por queimar o radar. Smith Jr. liderava a classe Elite, mas estava punido e na frente ia ficar a caravela de Pedro Alvarez Cabral. Na última volta o Cabra tomou a P2 do Coach Cabeleira. Só deu Marvado de ponta a ponta, com o Cabra em 2° e o Coach Cabeleira em 3°. Na classe Elite, vitória da caravela de Pedro Alvarez Cabral. Aí veio a coreografia do balé do bebum perneta para a inversão dos 8 primeiros nas duas categorias, que teriam seus grids segregados novamente para a corrida 2. Feita a troca, a primeira fila no grid da classe PRO ia ter o Beato Salu e o Karabichevski a seu lado. Jojô Todinho e Cebion iam puxar o grid da classe Elite. Foram 3 voltas para arrumação da bagunça e com os brutos foram chegando lado a lado para a reta dos boxes onde o amigo do Adoniran, o Ernesto, diretor de prova, fez uma prece, fechou os olhos, deu a largada e subiu o fumacê. O Beato Salu veio fazendo a reza na procissão e quis deixar uma brecha pra Dr. Smith, companheiro de equipe, passar. Só que o Abbatido veio junto e deu besteira (o adverbio não era bem esse...) na tomada do ‘S’ da Sadia. Dr. Smith espremeu o Abbatido, que deu na espaçonave, os dois rodaram, pegaram mais ... enquanto o pessoal tentava escapar dos destroços de fibra. Beato Salu continuou líder, com Karabichevski em 2° e o Marvado em 3°. Dr. Smith caiu lá pra trás e o Abbatido ficou na pista, mas com o caminhão até sem porta, foi chamado para os boxes para reparar o caminhão. O Marvado passou o Karabicheviski, ganhou a P2 e foi pra cima do Beato Salu. Na classe Elite Jojô Todinho liderava. Com Dr. Smith e o Abbatido fora da prova, o Coach Cabeleira tinha que marcar 13 pontos para ser campeão, mas ele largou dos boxes por precisar reparar o caminhão na troca das posições do grid. O Marvado tomou a ponta, mas queimou o radar e ia ter que fazer um ‘Drive-Thru’ sem batatinha. MamaBia foi junto com ele. Smith Jr. e Tabuada se acharam na descida do lago e com tanto destroços na pista e óleo no final da reta oposta, o amigo do Adoniran, o Ernesto, botou pra fora o Safety Truck. Demorou uma eternidade pra colocar a pista em condição, mas o amigo do Adoniran, o Ernesto, deu a largada para uma última volta de tudo ou nada. O Marvado puxava a fila, mas estava punido. Beato Salu veio com o Karabichevski no retrovisor. O Marvado abriu o bico e o Coach Cabeleira assumiu a P3 e precisando de mais uma posição pra ganhar o campeonato. Na classe Elite o nadador Xuxa era o líder. O Beato Salu foi o vencedor, com Karabichevski em 2° e o Coach Cabeleira em 3°, o que deu o título ao Dr. Smith. O nadador Xuxa venceu, mas com o 5° lugar o título da classe Elite ficou com o Fetuccini. A temporada acabou com o anúncio do encerramento das atividades da equipe ASG, propriedade do Corintiano Fake, que, para quem lembra, foi preso em junho numa ação da PF. Fórmula Truck E na capital nacional do automobilismo, Cascavel, recebeu a etapa decisiva da verdadeira categoria de corridas de caminhões do Brasil, a verdadeira representante da família caminhoneira, a Fórmula Truck, com suas três corridas, com os caminhões equipados com Bomba Injetora, os com Injeção Eletrônica e no final a Copa Speedmax, numa celebração que reuniu 52 caminhões na pista, bem mais que a usurpadora. A narração foi de Zé Trovão e os comentários da Véia da Praça. A primeira corrida foi a dos caminhões equipados com Bomba Injetora, com Diego Colett largando na pole e tendo Douglas Torres ao seu lado para puxarem o grid com 22 caminhões. Completada a volta de apresentação os brutos entraram pela reta dos boxes com todo mundo mais ou menos arrumados e o Putanesca, diretor de prova, entregou pra Deus e fez subir o fumacê para corrida. Diego Colett pulou na frente para fazer o Bacião, seguido de Douglas Torres e Tiago Bellaver. Duda Conci, o 4°, precisava vencer. Com um caminhão parado no ‘S’ do Saul obrigou o Putanesca a botar pra fora o Safety Truck já na abertura da 3ª volta. Depois da relargada e das posições mantidas nos primeiros, mas Marcio Rampon logo tomou a P4 na reta dos boxes. Nata Limestone bateu forte na curva zero, desmanchando a barreira de pneus. O Putanesca botou pra fora o Safety Truck outra vez e em seguida colocou bandeira vermelha. O trabalho foi mais rápido do que o esperado e tivemos a relargada com as posições sendo mantidas. Diego Colett foi abrindo vantagem enquanto Douglas Torres, Tiago Bellaver e Marcio Rampon vinham juntos na disputa da P2. Douglas Torres perdeu rendimento, caindo pra 5°, com Duda Conci também passando por ele. Sergio Chulik parou na grama na curva da Aguinha e obrigou o Putanesca a botar o Safety Truck pra fora outra vez. Resgate feito, pista ok e tivemos nova relargada. Posições mantidas no Bacião e os 4 primeiros seguiam juntos, com boa vantagem para Douglas Torres. Não demorou para Diego Colett voltar a abrir vantagem enquanto Tiago Bellaver se defendia de Marcio Rampon. Duda Conci não conseguiu acompanhar o ritmo para brigar pelo top-3. De ponta a ponta Diego Colett venceu e conquistou o título entre os Bomba Injetora, com Tiago Bellaver foi o 2° e Marcio Rampon o 3°. Depois vieram para a pista os brutos equipados com o sistema de injeção eletrônica. Rafael Fleck era o pole position, tendo o companheiro de equipe Everton Fontanella ao seu lado para puxarem os 30 pesos pesados. Depois da volta de apresentação os pilotos entraram pela reta dos boxes e com as coisas mais ou menos arrumadas o Putanesca, diretor de prova, entregou aos céus, fechou os olhos e fez subir o fumaçê dando a largada. Rafael Fleck manteve a ponta enquanto Everton Fontanela tinha que brigar muito para segurar a P2, mas na curva da Aguinha Douglas Colett tomou a P2, para logo em seguida o Putanesca botar pra fora o Safety Truck com o caminhão do “Zoinho” ficando parado na entrada do ‘S’ do Saul. Ricardo Ançay, que vinha em 6° queimou o radar na 1ª volta e tomou um ‘Drive-Thru’ sem milkshake. Relargada depois de um resgate rápido e as posições mantidas entre os primeiros. Douglas Colett foi pra cima de Rafael Fleck e mais atrás Douglas Torres apertava Everton Fontanella. Na volta 6, na curva da Aguinha foi pra cima e tomou a ponta, mas esse resultado dava o título para Rafael Fleck. Douglas Colett foi abrindo vantagem enquanto Douglas Torres tomava a P3 de Everton Fontanella. Douglas Colett chegou a abrir mais de 6s de vantagem, mas nos minutos finais a diferença foi caindo, mas com Tulio Bendo apenas em 6°, Rafael Fleck não precisava forçar o ritmo. Douglas Torres queimou o Radar e tomou um ‘Drive-Thru’ sem polenta e com isso Everton Fontanella voltava para a P3. Joãozinho Santa Helena fez uma grande corrida, saindo de 30° para a 7ª posição. Festa completa da família Colett, com a vitória de Douglas Colett na categoria Injeção Eletrônica, Rafael Colett foi o 2° e garantiu o título de 2025. Everton Fontanella foi o 3°. Encerrando o final de semana de autódromo lotado, tivemos a Copa Speedmax, onde Ricardo Ançay foi o vencedor (e o campeão) entre os caminhões com Injeção Eletrônica, seguido de Joãozinho Santa Helena e Adriano Rocha. Nos Bomba Injetora Junior Brito foi o campeão, mas a vitória na corrida foi de Paulo Cesar Secco. Endurance Brasil Depois da Stockamburão fazer a reinauguração do autódromo de Brasília, neste final de semana foi a vez do Campeonato Brasileiro de Endurance enfrentar o desafio do recém retornado traçado da capital federal com suas curvas sem zebras, suas áreas de escape de barro e seus boxes inexistentes. A etapa final teve um ganho de carros no grid, com 9 protótipos P1, 4 GT3 e 7 GT4 formando um grid com 20 carros. A narração foi do meu camarada e craque Alexi Lalas, com os infelizes “comentários” do puxa-saco do patrocinador e uma participação especialíssima de Marc Arnoudi, narrador das corridas do WEC em Le Mans (o francês mora em Brasília!). A pole position ficou com o protótipo P1 AJR de Sarin Carlesso e Matheus Morgatto. Eles teriam a seu lado o protótipo P1 Ligier de Gaetano Di Mauro, Arthur Pavie e Gabriel Koenigkan. Após a volta de apresentação os pilotos entraram pela reta para o início da corrida e o PIROCA, o diretor de prova, deu a largada para as últimas 4 horas da temporada 2025 onde seria conhecido o time campeão entre os protótipos, uma vez que nos GTs os títulos já estavam definidos. Sarin Carlesso pulou na ponta, seguido por Arthur Pavie e Victor Foresti. Abrindo a 2ª volta Pedro Queirolo tomou a P3. Os protótipos estavam com grande vantagem nesse traçado e em 10 minutos Sarin Carlesso já alcançou os GT4 para colocar uma volta nos carros mais lentos. A liderança da GT3 era de Marçal Muller (Marcel Visconde não foi para Brasília e o carro tinha Ricardo Mauricio). Na GT4 a liderança era de Rafa Brocchi. Pedro Queirolo ganhou a P2 pouco antes do PIROCA botar pra fora o Safety Car com 17 minutos de corrida, mais pra limpeza de pista, com muita brita. Pedro Queirolo fez uma parada rápida – a Splash – alterando sua estratégia e voltando na mesma volta do líder pelo tempo de parada e tempo de volta com Safety Car. 13 minutos de “faxina” e o PIROCA deu a bandeira verde. Sarin Carlasso disparou na frente e deixou a briga pela P2 entre Arthur Pavie, Victor Foresti e Fernando Gorayeb. Rafa Brocchi parou na reta dos boxes e o PIROCA botou pra fora o Safety Car novamente, encaixando com a abertura da janela para as paradas longas Foi quase todo mundo em procissão para os boxes, até Pedro Queirolo parou. Ficaram 3 na pista – Henrique Assumpção, Guilherme Figueiroa e Miguel Rosário – a bandeira verde foi agitada com os carros ainda nas suas paradas, mas Assumpção ficou lento, atrapalhou Figueiroa, que rodou e tentando voltar, foi pra brita. O protótipo parou na pista e o PIROCA botou pra fora o Safety Car na pista outra vez. Quando veio a bandeira verde, Ricardo Mauricio aparecia como líder, mas isso não ia durar muito. E o que não durou muito foi abandeira verde com Jacques Quartiero indo pra brita e o PIROCA botando pra fora outra vez o Safety Car e teve gente fazendo paradas splash com pouco mais de 1 hora de corrida. Com a nova parada tivemos Rafa Marins na frente e Gabriel Koenigkan em 2°, posição que dava o título independente de qualquer outro resultado para o time da Ligier #117. Adriano Buzaid era o 3°. Uma parte do céu estava quase preto de tão pesado, mas a corrida seguia. Com Ricardo Mauricio líder da GT3 e Bruno Bonifácio liderava a GT4. Sarin Carlesso estragou a corrida tomando um ‘Drive-Thru’ sem direito a milkshake por 2 décimos a menos na parada dos boxes. Um pneu furado e um problema de freio levou Tiel Andrade a encher a barreira de pneus no melhor estilo Raul Seixas e obrigando o PIROCA a botar pra fora o Safety Car. Foi quase todo mundo para os boxes e demorou para arrumar a barreira e o guard rail. Na relargada, com as possibilidades de estratégias deixavam tudo em aberto a 1 hora e meia do final da corrida. O líder eram os GT3, com Christian Hahn à frente de Enzo Elias e Marçal Muller, mas o carro azul da farmácia tomou um ‘Drive-Thru’ sem batatinha por sair dos boxes com luz vermelha. Nos protótipos o líder era Pedro Queirolo e na GT4 Marco Kumrulan estava na frente. Lucas Foresti colou em Gaetano Di Mauro que tentava compensar voltas de desvantagem e dramaticamente não ver o título escorrer entre os dedos. Na condição que eles estavam na pista, com Lucas Foresti em 2° e Gaetano Di Mauro em 7°, mas juntos na pista, empatavam em pontos no campeonato faltando 1 hora e 20 minutos de corrida. Pedro Queirolo liderava com tranquilidade entre os protótipos e era o 3°, apenas esperando as paradas obrigatórias de Enzo Elias e Marçal Muller. Matheus Morgatto tentava descontar a volta que tinha para Pedro Queirolo e entrar na volta do líder, mas eles foram para os boxes com problemas no carro e Gaetano Di Mauro foi para 6° lugar, o que dava mais 2 pontos e para a P2 de Lucas Foresti, 5 pontos de vantagem no campeonato.   Entramos na hora final de prova e todos os protótipos ainda teriam uma parada longa pra fazer antes do fechamento da janela e Gaetano Di Mauro deixou Lucas Foresti passar. Com 54 minutos para o fim muitos carros foram para os boxes e no retorno para a pista depois das paradas David Muffato voltou na liderança e Lucas Foresti, 2° colocado, dependia de Gaetano Di Mauro não chegar em 7°. Pietro Rimbano vinha em 3° e se aproximava rápido de Lucas Foresti, que estava a pouco mais de 5s do líder. Mas foi Pietro Rimbano que complicou a vida de Lucas Foresti quando tomou a P2. Só que a vida de Gaetano Di Mauro não estava nada fácil com André Moraes Jr. colado nele e, caso ganhasse a posição, deixava tudo em aberto e tudo isso faltando 40 minutos de prova. André Moraes Jr. ganhou a posição, mas a realidade é que os dois que brigavam pelo título estavam rendendo abaixo do esperado. O 7° lugar de Gaetano Di Mauro exigia que Lucas Foresti não fosse além do 3° lugar na corrida. A última meia hora de corrida foi dramática para Gaetano Di Mauro e Lucas Foresti, que viravam acima 1m50s, bem mais alto que o ritmo dos P1, na casa de 1m45/1m46s, mas no caso de Lucas Foresti, Renan Guerra se aproximava rapidamente e ameaçava a 3ª posição do “carro da casa”. Na liderança, David Muffato ia espantando todos os azares da temporada e conquistando a vitória ao final das 4 horas de corrida. A Ligier de Renan Guerra tomou uma punição de 20s por excesso de velocidade nos pits e mesmo que superasse Lucas Foresti, não tiraria a 3ª posição de Lucas Foresti. Pietro Rimbano foi o único carro na mesma volta dos líderes e chegou perto, a menos de 4s. O vencedor na GT3 foi o Mercedes de Enzo Elias, André e Miguel Rosário. Na GT4, vitória de Vitor Baptista, Bruno Bonifácio e Luiz Souza. O Ogro tá na Pista NASCAR Brasil A NASCAR Tapuia, com suas competições com títulos em inglês que precedem o contrato com a marca norte americana, fez mais uma de suas “Edições Especiais” (a partir de hoje vou traduzir os títulos para o português) no centro de eventos aleatórios de Interlagos. Com três corridas programadas, uma no sábado e duas no domingo, os carros de chassis tubulares e bolhas de carrões esportivos norte americanos roncaram seus motores pelos 4.309 metros de asfalto. Gabriel Casagrande, piloto do Ford Mustang #83 da MX Vogel, conquistou neste sábado a vitória na primeira corrida da nona e última etapa da NASCAR Brasil Series, válida pela terceira etapa da Special Edition, no Autódromo de Interlagos. Depois de uma grande largada, quando saiu de 5° para 2°, o paranaense Casagrande assumiu a liderança poucas voltas após a largada e completou as 12 voltas do circuito de 4.309 metros em 26m04s503, mas no final, tinha no seu encalço Thiago Camilo, que chegou a 8 décimos do vencedor e Vitor Genz foi o 3°. Gabriel Casagrande marcou 18 pontos na busca pelo título desta edição. Gui Backes foi o vencedor na classe Challenge. No domingo a primeira corrida teve a vitória de Bobby Filho, correndo com o carro de seu pai, o Decano Barrichello, que estava voltando de um campeonato de kart no exterior, venceu a segunda corrida da nona e última etapa do calendário 2025 da NASCAR Brasil Series, também válida como a terceira etapa do Special Edition (eles correm em dupla na categoria) completando as 12 voltas do circuito de 4.309 metros em 24m53s888. Foi uma corrida que começou com uma disputa interna, uma vez que apenas dois pontos separavam os companheiros de equipe Decano Barrichello e Thiago Camilo na classificação do campeonato Overall. Com a vitória de Bobby Filho (que largou na P10), essa diferença aumentou para 20 pontos, pois Camilo enfrentou um revés logo na segunda volta, com uma quebra na suspensão que resultou em seu abandono da corrida. Vitor Genz foi o 2° e Gabriel Casagrande o 3°. Jorge Martelli foi o vencedor na classe Challenge. O Decano Barrichello chegou a tempo de assumir sua bolha de fibra e disputar a última corrida do dia. A corrida foi quente, Casagrande conseguiu largar com certa tranquilidade, enquanto Victor Andrade acabou saindo de pista. Já Camilo ficou em nono, enquanto Barrichello subiu para sétimo. Em uma manobra afiada, Genz conseguiu tomar a liderança de Casagrande, enquanto Witold Ramasauskas ultrapassou Ricardo Zonta pela oitava posição. Zonta conseguiu recuperar. Com 12 minutos de prova, o carro de Pedro Bezerra ficou parado em um ponto da pista, mas não foi necessária a entrada do safety car. Nesse momento, Camilo perdeu mais uma posição e caiu para décimo. Alguns minutos depois, ele conseguiu se recuperar, subindo para oitavo. Nas voltas finais, Casagrande se aproximou de Genz, mas não conseguiu tirar a vitória do gaúcho. Cacá Bueno foi o 3° e Gui Backes venceu na classe Challenge. Com o 5° lugar o Decano Barrichello sagrou-se campeão “overall”, somando todos os pontos das etapas da categoria. Sessão Rivotril. Seguindo meu mestre inspirador, está na hora de receitar as pílulas da semana. - Começo mais uma vez agradecendo a minha “equipe de redação”, com o trabalho de Darth Vader, Bob Esponja, Madame Min e Vovó do Piu-Piu” pelas Pílulas deste final de semana. - Mesmo a bandburros transmitindo a F1 há anos, os três patetas da transmissão não sabiam pouco ou nada até mesmo do Rafa Câmara, o brasileiro que tá na academia da Ferrari desde a F4. Um show de desinformação no TL1. - Como o narrador fake não olha pra tela quando narra pra ler informações, falou que os pilotos estavam todos de pneus macios... aí aparece o Irakawa na on board com seus pneus médios. E ninguém da direção da bandburros vê isso. - Segundo o narrador fake, a Sauber é associada a Haas, depois forçou a barra incluindo Jackie Stewart como “dono de equipe garagista”... quer mostrar conhecimento, mas não sabe coisa (o advérbio não era bem esse...) nenhuma. - Como “ser de humanas”, desculpa esfarrapada que o narrador fake fala sempre, se ele não sabe as operações básicas de somar e subtrair, lógico que ele não saberia a escala métrica e as relações entre milésimos, centésimos e décimos. - Matuzaleme, acordando de um cochilo no Q2, viu a marquinha amarela no setor 2 do Filé de Borboleta, disse que ele não vinha bem... e o moleque fez a P4! Havemos de ter calma... tá terminando. E pra quem achar ruim, aguardem... com o Nhonho, no ano que vem, vai ser muito pior. - Fechando o qualy com seu despreparo, o narrador fake cortou a entrevista da Cadeiruda com o Filé de Borboleta para falar suas bobagens (o advérbio não era bem esse...) O Ogro mandaria um “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) de derrubar aviões por todo país. - Impressionante como o narrador fake não consegue nem ler um telão gigante como informações tão simples. - Os globêsticos (a 2ª vogal não era bem essa...) vão penar para chegar a 10% do nível de trânsito da cadeiruda no trânsito para falar com as pessoas no grid. - Matuzaleme estava com mais papel do que nunca na bancada. - O Aiatolá da FIA estava vestido a caráter para a corrida. - E Matuzaleme entregou que o Sabido estava no ponto eletrônico o tempo todo, e nem assim evitou que o octogenário chamasse a usurpadora, que corre em Interlagos hoje de “Fórmula Truck”. Imaginem a gargalhada que o ogro daria vendo isso dentro do avião ou no saguão de aeroporto... - Pra não ficar atrás o narrador fake também chamou a usurpadora de Fórmula Truck, que corre hoje em Cascavel. - O analfabeto disfuncional do narrador fake continua chamando o ponto de exclamação como ponto de interrogação... e ele se diz “de humanas”. - Mais preocupado e mandar abraço e parabéns para o sogro, o narrador fake se perdeu completamente chamando o Principezinho de Neguim, o Beduíno de Kiwi, o Filhinho de Papai de Lamúrias... e a bandburros renovou o contrato dele por mais 5 anos. Essa merecia um “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) de derrubar aviões. - Apupo é vaia, narrador fake flou que as arquibancadas “vaiaram” o Cara de Lua! Incrível, ele não aprende. Colava nas provas de matemática, português, de tudo. E a bandburros renova o contrato de um cara desses. Merece perder a F1. - Para quem não sabe porque eu fiquei longe do site por algumas semanas no início do ano, tive negado meu projeto onde escrevi uma série (em 6 episódios), sobre a verdadeira história do maior piloto de todos os tempos. Criei um Blog para isso e quem quiser ler a saga do maior astro das pistas é só clicar aqui. Felicidades e velocidade, Paulo Alencar Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.
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