
O Campeonato Mundial de Construtores e Pilotos da Fórmula 1 de 2025 foi um dos mais competitivos da história. Mesmo com o domínio da McLaren, campeã tanto entre os construtores como entre os pilotos, aconteceram muitas disputas sensacionais. Fundada pelo neozelandês Bruce McLaren, a McLaren compete desde o GP de Mônaco de 1966. A equipe britânica participou de sua 60ª temporada na F1, foi campeã dos construtores 10 vezes: 1974, 1984, 1985, 1988, 1989, 1990, 1991, 1998, 1999, 2024 e 2025 e seus pilotos foram campeões 13 vezes: Emerson Fittipaldi (1974), James Hunt (1976), Niki Lauda (1984), Alain Prost (1985, 1986 e 1990), Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991), Mika Hakkinen (1998 e 1999), Lewis Hamilton (2008) e Lando Norris (2025). A McLaren participou de 994 GPs, venceu 203 vezes, registrou 177 pole positions e subiu ao pódio em 558 oportunidades. Nos últimos anos vem passando por uma reestruturação que está sendo bem sucedida. Seus pilotos lutaram pelo título mundial até a última etapa. Lando Norris (8 vitórias), atingiu os 423 pontos suficientes para se tornar campeão. Oscar Piastri (7 vitórias), somou 410 pontos ficou em terceiro na temporada. A equipe Red Bull compete na Fórmula 1 desde o GP da Austrália de 2005. Com investimentos pesados da principal fabricante de bebidas energéticas do mundo, logo passou a figurar entre as maiores. A partir de 2010, com a chegada de Sebastian Vettel, o time atingiu o mais alto nível, ao conquistar quatro mundiais em sequência (2010-2013), todos com Vettel. A equipe austríaca voltou ao topo com a contratação de um inacreditável piloto de 17 anos, o então desconhecido Max Verstappen, que assombrou o mundo das corridas, com uma performance que o elevou à categoria de atual melhor piloto do mundo. O holandês foi campeão de 2021 a 2024. Perdeu o título de 2025 para Norris por míseros 2 pontos. Tinha um carro inferior à McLaren, mas com seu talento se igualou aos carros ingleses em desempenho. A Red Bull participou até agora de 417 GPs, em 21 temporadas, venceu 130 vezes, registrou 211 pole positions e subiu ao pódio 297 vezes. 
Mercedes é um dos nomes mais tradicionais da história do automóvel. Se envolveu nas corridas de Fórmula 1 em 2 períodos bem distantes: 1954-1955 e 2010 a 2025. Participou de 341 GPs em 18 temporadas, conquistou 131 vitórias, 143 pole positions e 310 pódios. Foi campeã entre pilotos 7 vezes, com Juan Manuel Fangio (1954), Lewis Hamilton (2014-2015), Nico Rosberg (2016) E Lewis Hamilton (2017 a 2020), Em 2025 George Russell foi 4º na temporada, tendo conseguido 2 vitórias. É um dos pilotos mais regulares do campeonato. Kimi Antonelli, o companheiro de equipe de Russell, de 18 anos, é a grande aposta de Toto Wolff para o futuro. A Ferrari é a equipe mais tradicional da Fómula 1. É a única equipe que esteve presente em todas as temporadas, alinhou em 1.122 GPs, venceu 248 vezes, foi ao pódio em 836 ocasiões e cravou 254 pole positions. Campeã dos construtores por 15 vezes, em 1961, 1964, 1975, 1977, 1979, 1982, 1986, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2007 e 2008. Pilotos campeões pela Ferrari: Alberto Ascari (1952-1953), Juan Manuel Fangio (1956), Mike Hawthorne (1958), Phill Hill (1961), John Surtees (1964), Niki Lauda (1975-1977), Jody Scheckter (1979), Michael Schumacher (2000-2004) e Kimi Haikkonen (2007). Apesar de ser a mais famosa e uma das mais ricas, a equipe está tentando se acertar nos últimos anos e parece piorar ainda mais. Nem mesmo Lewis Hamilton e Charles Leclerc, dois talentosos pilotos. Fazem o carro pelo menos acompanhar o ritmo de McLaren, Red Bull e Mercedes. Não falta investimento, pessoal capacitado e uma superestrutura de apoio. Tudo indica faltar um cérebro central, que pense no carro por inteiro, não em partes desconexas. Leclerc e Hamilton ficaram em 5º e 6º no campeonato e nenhuma vitória no ano de 2025. Com regulamento novo quem sabe a Ferrari renasça.
2026 será o ponto de partida de uma nova Fórmula 1, totalmente modificada., em todos os setores. Na verdade, é outro carro. McLaren, Red Bull, Mercedes e Ferrari são as gigantes da categoria e apontadas como favoritas. 2026 está logo ali. Quem viver verá! Luiz Carlos Lima 
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