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Retrospectiva 2025 – FRECA, Eurocup-3 e Superformula Japonesa PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Saturday, 27 December 2025 07:10

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Não estamos tendo corridas ou testes das categorias que envolvem pilotos brasileiros correndo em busca do sonho de disputar a Fórmula, a Fórmula Indy ou outra categoria top do automobilismo mundial neste final de ano, mas isso não vai deixar vocês sem coluna... nem com as festas do natal.

 

Depois do início da retrospectiva na coluna passada com as categorias preliminares da Fórmula 1, a abordagem desta semana vai passar pela Fórmula Regional Europeia – que se despediu do suporte técnico da Alpine ao final de 2025 – com Pedro Clerot brigando pelo título, passa também pela Eurocup-3, com a 2ª temporada de Emerson Fittipaldi Jr. e a chegada de Alceu Feldmann Neto e concluindo com a Superformula Japonesa e a participação de Igor Fraga.  

 

Fórmula Regional Europeia

O Campeonato Europeu de Fórmula Regional de 2025 foi o último sob gerenciamento e com suporte técnico da Alpine. Nosso representante na categoria foi Pedro Clerot, fazendo seu segundo ano e liderando a equipe Van Amersfoort Racing depois que Brando Badoer e Ivan Domingues foram para a FIA Fórmula 3. Ao lado do piloto brasileiro estavam o japonês Hiyu Yamakoshi e o britânico Dion Gowda.

 

 

Pedro clerot começou o campeonato bem, com duas corridas no top-5 na abertura do campeonato em Misano. Alguns adversários logo se mostraram que seriam os pilotos a serem batidos na temporada, como Frddie Slater, Matteo de Palo, Enzo Deligny e Evan Giltaire, que saiu da Itália como líder do campeonato. A corrida seguinte, na Bélgica foi terrível para o brasileiro. Com problemas na classificação e acidentes de corrida, Pedro Clerot passou em branco na temporada e viu seus adversários diretos pontuando.

 

A reação veio em Zandvoort quando o piloto brasileiro mostrou estar bem com a pista úmida, bem com o carro e venceu pela primeira vez na prova do domingo e com o 2° lugar da prova no sábado não foi apenas o maior pontuador do final de semana como voltou a estar entre os primeiros na tabela da pontuação, apesar de ver (e todos viram) o britânico Freddie Slater aparecendo como o favorito à conquista do título. Na etapa seguinte, na Hungria, um novo pódio no sábado animou a equipe, mas mesmo pontuando no domingo, a P10 estava longe do que todos desejavam. A etapa que marcou a metade do campeonato, em Paul Ricard não poderia ser considerada ruim com um 5° e um 4° lugar. Com 106 pontos e uma vitória, Pedro Clerot era o 3° colocado no campeonato. Freddie Slater liderava com folga tendo 5 vitórias e 168 pontos (a vantagem só não era maior por conta de dois abandonos), 20 a mais que Matteo de Palo.

 

 

A segunda metade do campeonato começou igual à primeira etapa para Pedro Clerot, dentro do top-5 (P4 e P5 no sábado e domingo, respectivamente). Esta foi a última etapa antes das “férias de verão”. No retorno para as 4 últimas etapas, . O brasileiro voltou a vencer na etapa seguinte e teve a maior pontuação na Áustria, somando 37 pontos. A boa performance de Pedro Clerot continuou em Barcelona, 8ª etapa do campeonato, onde com dois pódios (P3 e P2, respectivamente), foi mais uma vez o maior pontuador da etapa e com as oscilações dos adversários, ele se aproximava de Freddie Slater e Matteo de Palo na briga pelo título.

 

A etapa de Hockenheim foi capital para Pedro Clerot e sua busca pelo título. Antes da etapa o anúncio de sua ida para a FIA Fórmula 3 deu aquela tranquilidade para o brasileiro concluir a temporada sem a pressão de ter que performar para conseguir um bom lugar para 2026 e subir de categoria. Com possibilidades de brigar pelo campeonato e em uma performance crescente, as corridas na Alemanha não foram favoráveis, desde os complicados às disputas por posição com pilotos fora das primeiras posições do campeonato e saiu de lá sem chances de chegar ao título e com as vitórias nas corridas de domingo na Espanha e Alemanha, Enzo Deligny superou o brasileiro na pontuação do campeonato. A etapa final, realizada em Monza, teve mais um pódio de Pedro Clerot no sábado (P3). Os resultados colocaram Pedro Clerot e Enzo Deligny empatados com 235 pontos, mas o francês ficou com o 3° lugar pelo número de vitórias (três contra duas do brasileiro).

 

 

Eurocup-3

A segunda categoria de monopostos mais importante da Europa cresceu um pouco mais nesta temporada. Com dois brasileiros em posições permanentes na temporada Emerson Fittipaldi Jr. e Alceu Feldmann Neto), tivemos ainda a participação de outros brasileiros. Filippo Fiotentino, disputou duas etapas e Ricardo Baptista uma etapa cada Heitor Dall’Agnol estava programado para disputar uma etapa, mas não alinhou. Alceu Feldmann Neto era um dos novatos da temporada e dava início à sua carreira internacional nos monopostos pela Palou Motorsport, equipe de Alex Palou, campeão da IndyCar, enquanto Emerson Fittipaldi Jr. continuava na MP Motorsport e com a cobrança sobre si, não apenas do seu sobrenome, mas também por estar em sua 2ª temporada.

 

 

Emerson Fittipaldi Jr. não teve uma vida fácil na temporada. Depois de passar em branco na abertura do campeonato, na Áustria, o herdeiro dos Fittipaldi só arcou seus primeiros pontos na etapa de Portugal, mas apenas P9 e P10, vendo seus companheiros de equipe disputando posições à frente. Foi apenas na corrida sprint (foram duas, em Portugal e França) que Emerson Fittipaldi Jr. conseguiu uma corrida como certamente ele e nós, brasileiros esperávamos e conquistou um 3° lugar. Esse foi o único pódio do brasileiro no ano. Como destaque Emmo Jr. Teve a pole position conquistada para uma das provas em Spa-Francorchamps, mas um problema no sistema de largada o deixou parado quando as luzes vermelhas se apagaram.

 

Ele conseguiu destaque na última corrida de Jerez de La Frontera onde ficou com a P4 e por largar na 1ª fila nas duas corridas da etapa final em Barcelona, onde ficou prejudicado por largar do lado sujo da pista e teve o melhor resultado em outra P4 na 1ª corrida. Terminar o campeonato em 11° lugar com 65 pontos e apenas um pódio certamente foi algo aquém do que ele e a equipe projetavam, mas mesmo assim, todos foram surpreendidos com o anúncio de sua ida para a equipe AIX na FIA Fórmula 2 para 2026.

 

 

Alceu Feldmann Neto fez sua estreia em uma categoria europeia – a Eurocup-3 – ainda envolvido na disputa da FIA Fórmula 4 Brasil. A equipe onde Alceu Neto correu, a Palou Motorsport, terminou o campeonato de construtores na 4ª posição, mas muito distante das três primeiras colocadas. Tendo conquistado apenas uma vitória: James Egozi, na corrida sprint em Portugal. O piloto que ganhou 97 dos 98 pontos da equipe.

 

O nosso “rookie” não tinha um equipamento competitivo nas mãos, mas teve a oportunidade de conhecer, de fato, alguns dos principais circuitos europeus, algo que será importante nos próximos anos que ele venha continuar competindo no continente. Nas corridas da temporada, via de regra Alceu Feldmann Neto largava bem e ganhava posições quase sempre e se defendia como podia para manter as posições conquistadas. Foram 5 corridas em que o brasileiro ficou no top-20, sendo os melhores resultados um 16° lugar na 1ª corrida em Portugal e 15° lugar na etapa final, em Barcelona.

 

 

Entre os brasileiros que disputaram apenas algumas etapas, Filippo Fiorentino, que fez a temporada 2025 na FIA Fórmula 4 Espanha, disputou as etapas da Holanda e da Bélgica. Seu melhor resultado do o 20° lugar na corrida do sábado em Spa-Francorchamps. Nas demais corridas, o brasileiro não conseguiu ficar entre os 20 primeiros colocados. Ricardo Baptista, que disputou algumas temporadas na FIA Fórmula 4 Espanha. O brasileiro disputou a última etapa do campeonato, em Barcelona, conseguindo a 19ª e a 21ª posições nas duas corridas. Heitor Dall’Agnol, que acabou o ano com o título na FIA Fórmula 4 Brasil, tinha programada a participação na penúltima etapa da temporada, em Jerez de La Frontera, mas acabou por não participar das corridas.

 

Superformula Japão

Igor Fraga vem reconstruindo sua carreira nas pistas reais (para quem não sabe, o brasileiro é um mito no automobilismo virtual e campeão mundial). Com ascendência japonesa por parte de mãe e nascido no Japão em Kanazawa, há alguns anos já estava competindo em campeonatos de turismo. Em 2024 participou da Superformula Lights e em 2025 assinou com a equipe Nakajima Ponos (uma equipe média, não estava entre as favoritas para vencer o campeonato) para fazer a temporada completa da veloz categoria de monopostos japoneses (é mais rápida que a Fórmula 2 e em circuitos mistos, até mesmo como a IndyCar Series).

 

A temporada de 2025 da Superformula começou em Suzuka com as etapas 1 e 2. Com uma dobradinha do Team Mugen na classificação. Tomoki Nojiri liderava, seguido por Ayumu Iwasa, mas perdeu a posição para o piloto júnior da Red Bull na largada, enquanto Kakunoshin Ohta se manteve em terceiro pela Dandelion Racing. Três entradas do safety car marcaram a corrida de 27 voltas, com a segunda delas ocorrendo crucialmente na abertura da janela de pit stop na décima volta. Isso levou à parada simultânea de todos os carros, com a Mugen sendo forçada a fazer um pit stop duplo e Nojiri caindo para fora do top 5. Isso permitiu que Ohta retornasse à pista em segundo, ultrapassando Iwasa no início da 14ª volta, antes que outro incidente neutralizasse a corrida novamente. A corrida foi retomada na 18ª volta, onde Ohta manteve o controle, apesar de Iwasa permanecer a menos de um segundo de distância. Ohta conquistou sua terceira vitória consecutiva em Suzuka por 0,197s, com Ren Sato, da Nakajima, completando o pódio após ultrapassar Sho Tsuboi, da TOM'S, na curva 1 na segunda relargada. Igor Fraga não teve uma corrida fácil e terminou a primeira corrida em 18°, prejudicado pela entrada do safety car e pelo pit stop duplo. Na segunda corrida, ele se recuperou, mas o 6° lugar deixou clara a limitação de equipamento.

 

 

Kenta Yamashita, da Kondo Racing, conquistou a pole position para a segunda corrida em Motegi, que recebeu as etapas 3 e 4 em rodada dupla. Sua corrida desmoronou logo de cara quando uma colisão deixou Hibiki Taira, da TGMGP, parado na brita, provocando a entrada do safety car na primeira volta e pit stops para quatorze pilotos. Yamashita teve uma parada lenta que o fez perder a liderança para Ohta, antes de seu pneu traseiro direito se soltar e ele cair na classificação. Makino liderou os sete pilotos que optaram por não parar, mantendo-se na esperança de outra interrupção antes de parar na volta 23. Ele voltou em quinto e rapidamente subiu para segundo, mas Ohta já havia construído uma vantagem de doze segundos naquele momento, permitindo-lhe administrar confortavelmente o restante da corrida. Iwasa espelhou a estratégia de Makino, parando ainda mais tarde, na volta 28, para completar o pódio em terceiro. A vitória de Ohta o fez retomar a liderança do campeonato por um ponto sobre seu companheiro de equipe, com Iwasa logo atrás em terceiro. Na primeira corrida, no sábado, Igor Fraga fez o 3° melhor tempo e terminou a corrida em 3° lugar, dando mais esperanças à equipe que fazia 2 pódios em 3 corridas. O brasileiro ainda pontuou na 2ª corrida com a P9.

 

Autopolis sediou a quinta etapa da temporada, onde Nojiri liderou Yamashita na classificação. Tsuboi e Iwasa, que largaram em quinto e sétimo, respectivamente, fizeram ótimas largadas e subiram para as posições do pódio, logo atrás de Nojiri, enquanto Yamashita caiu para quarto. Iwasa fez seu pit stop obrigatório na volta 15, com Nojiri e Tsuboi fazendo o mesmo na volta 19. Isso permitiu que Iwasa assumisse a liderança, enquanto Tsuboi ultrapassou Nojiri e assumiu a segunda posição na volta de saída dos boxes. Na volta 27, a roda dianteira direita de Iwasa se soltou, roubando-lhe uma vitória quase certa, fazendo-o cair no pelotão e posteriormente abandonar a prova. Tsuboi assumiu a liderança e, com ela, a vitória, 1,1 segundos à frente de Nojiri, com Yamashita subindo novamente ao pódio. Os líderes pré-corrida, Ohta e Makino, terminaram em 13º e oitavo, respectivamente, com Makino retomando a liderança do campeonato com quatro pontos de vantagem e Tsuboi agora apenas 14 pontos atrás. Igor Fraga não conseguiu o mesmo ritmo que seu companheiro de equipe e ficou em 8° lugar.

 

 

Uma nova rodada dupla aconteceu no Fuji Speedway, e Nojiri mais uma vez liderou a classificação. Tsuboi largou ao seu lado em segundo lugar, mas pressionou Nojiri nas duas primeiras voltas antes de assumir a liderança. O atual campeão então abriu vantagem, enquanto Nojiri tentou reagir com uma estratégia, parando nos boxes logo na décima primeira volta. Tsuboi permaneceu na pista até a volta 23, quando Nojiri retomou a liderança da corrida. Os pneus muito mais novos de Tsuboi permitiram que ele se aproximasse de Nojiri e retomasse a liderança para vencer por 6,7 segundos. Iwasa ficou em terceiro, também permanecendo na pista por um longo período e aproveitando os pneus mais novos, ultrapassando Nirei Fukuzumi, da KCMG, que havia se classificado em terceiro e se mantido nessa posição durante boa parte da corrida, a cinco voltas do fim. O líder do campeonato, Makino, terminou em quinto após uma largada ruim que o fez cair para décimo, sendo forçado a ceder a liderança para Tsuboi por dois pontos, com Ohta agora em terceiro. Os pilotos da equipe não conseguiram boas posições de classificação e não foram bem durante as corridas.

 

Nojiri e Iwasa repetiram a dobradinha na qualificação um dia depois, para a segunda rodada, à frente da dupla da Dandelion, Tadasuke Makino e Ohta. Iwasa liderou a primeira volta antes de parar cedo junto com Ohta, este último cortando a última chicane ao ultrapassar Iwasa e recebendo uma penalidade de cinco segundos. Makino estendeu seu primeiro stint até a volta 20 e cedeu brevemente a posição para Ohta após retornar à pista com pneus frios, mas recuperou a liderança na volta 24, aproveitando a vantagem dos pneus mais novos. A corrida terminou sob safety car após Zak O'Sullivan, da Kondo, bater na curva 2 depois de um contato com Seita Nonaka, da Impul, impedindo Ohta de reduzir a penalidade e o fazendo cair para 12º. Makino manteve a vitória após uma investigação pós-corrida sobre o procedimento do safety car, com Tsuboi classificado em segundo e Iwasa em terceiro. Iwasa deixou Suzuka liderando o campeonato com 30 pontos, sete à frente de Tsuboi. Igor Fraga foi o 9° no sábado e o 16° no domingo.

 

Na qualificação para a oitava rodada em Sportsland SUGO, Iwasa conquistou sua primeira pole position do ano, à frente de Sacha Fenestraz, da TOM'S, e Sena Sakaguchi, da Inging. A chuva fez com que a corrida começasse atrás do safety car, e quando este saiu da pista na sexta volta, Fenestraz atacou Iwasa enquanto Tsuboi subia para o terceiro lugar. Iwasa se defendeu de Fenestraz e começou a abrir vantagem antes do retorno do safety car após Sato rodar e parar na brita. Iwasa lidou bem com a segunda relargada na volta 15, antes de outra interrupção ocorrer quando Atsushi Miyake, da ThreeBond, bateu no muro após sofrer danos em uma colisão. Fenestraz não conseguiu pressionar Iwasa na última relargada, e o piloto da Mugen abriu vantagem para conquistar sua primeira vitória na Super Fórmula e, com ela, o segundo lugar na classificação. Tsuboi perdeu seu lugar no pódio para Fukuzumi após sair da pista na última curva, o que significa que ele liderava Iwasa por cinco pontos. Igor Fraga foi consistente e conseguiu ir até onde o equipamento lhe permitiu, terminando em 6° lugar.

 

 

O retorno da Super Fórmula ao Fuji Speedway para a 9ª e 10ª etapas foi fortemente afetado pelas condições climáticas. Na qualificação (no seco) para a primeira das duas corridas programadas, Iwasa marcou o tempo mais rápido antes de bater na curva 100R, causando uma bandeira vermelha e excluindo seu tempo de volta. Isso fez com que Fenestraz herdasse a pole position, à frente de Tsuboi e Nojiri. A chuva persistente antes da corrida fez com que ela começasse atrás do safety car e, como as condições não melhoraram, bandeiras vermelhas foram acionadas após seis voltas sob bandeira amarela. Uma relargada foi tentada após 30 minutos. Seguiram-se mais oito voltas atrás do safety car, mas então a chuva piorou novamente, então a corrida foi encerrada e Fenestraz declarado o vencedor. Isso significou a atribuição de metade dos pontos, o que significava que Tsuboi, em terceiro, agora tinha uma vantagem de 14,5 pontos sobre Iwasa. Igor Fraga terminou em 8° lugar. A segunda corrida do fim de semana não foi realizada devido às condições climáticas, com a etapa adiada para o fim de semana final em Suzuka.

 

O último fim de semana da temporada em Suzuka agora contava com três corridas, e Iwasa conquistou a pole position à frente de Nojiri e Fraga para a primeira delas. Ele teve uma largada lenta, permitindo que Nojiri o ultrapassasse e Igor Fraga o acompanhasse na saída da curva um. A dupla se tocou na sequência de curvas em "S", jogando Iwasa contra o muro e tirando-o da corrida. Isso fez com que Nojiri liderasse, seguido por Fraga e Sato, durante a entrada do safety car. A corrida foi retomada na sexta volta, antes de outro safety car ser acionado na nona volta após um acidente de O'Sullivan. Isso fez com que todo o pelotão fizesse sua parada obrigatória nos boxes na décima volta, empurrando Sato para baixo na classificação por estar logo atrás de seu companheiro de equipe. Makino se beneficiou e subiu para o terceiro lugar. A ordem permaneceu inalterada no topo pelo resto da corrida, com o brasileiro terminando em 2° lugar.

 

A 2ª corrida, foi a hora do brasileiro brilhar. Largando da segunda posição, Fraga garantiu a liderança logo na primeira curva, após uma largada precisa. Ele manteve o ritmo até a bandeirada final, controlando a distância para o 2° colocado e manteve a liderança pelas 19 voltas da corrida. Na 3° corrida do final de semana o brasileiro largou na 6ª posição e depois de cair para a P7 na largada, fez uma grande corrida de recuperação para terminar com o 4° lugar. A combinação dos resultados permitiu que Igor Fraga conquistasse o título de Estreante do Ano e terminasse o campeonato em 6° lugar, uma posição à frente de Ren Sato, seu companheiro de equipe.

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

 

Um abraço a todos e que tenhamos um feliz, vitorioso e veloz 2026, 

 

Genilson Santos

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.

 

Last Updated ( Saturday, 27 December 2025 08:52 )