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Retrospectiva do Ogro (2ª Parte): Endurance BR, Porsche, NASCAR BR, TN, MBR e 1.4 Brasil PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Monday, 05 January 2026 22:31

E aê Galera... agora é comigo!

 

Estamos entrando no ano de 2026, mas com uma dívida em relação ao ano de 2025, a 2ª parte da retrospectiva do ano automobilístico das categorias nacionais. Como só vamos ter carro na pista com as Mil Milhas Brasileiras no final de janeiro, vou dar continuidade nas retrospectivas.

 

Nesse início de ano temos um motivo que “podemos comemorar”: Nossa pressão com relação ao vandalismo sofrido pelo memorial do eterno José Carlos Pace fez com que a administração do centro de eventos aleatórios de Interlagos não postergasse o trabalho de recuperação. Meu camarada, Pedro Malazartes, do Portal High Speed, mandou-me uma foto do pedestal já recuperado, faltando a recolocação do busto do piloto. Já cabe a foto do ogro aqui do lado e tem muita coisa para ser escrita, vamos para a 2ª parte da retrospectiva.

 

Campeonato Brasileiro de Endurance

Com suas oito etapas comprimidas em sete meses, uma vez que as primeiras corridas da temporada só aconteceram no segundo final de semana de maio com uma rodada dupla em Interlagos. O desejo de ter o retorno da categoria P2, com protótipos com menor tecnologia (e custos) ficou na vontade. Não tivemos o retorno destes protótipos e em relação ao ano de 2024, uma diminuição no grid das categorias – especialmente – na GT3.

 

 

Este primeiro final de semana do ano com uma rodada dupla de Endurance (uma corrida no sábado e outra no domingo) teve 20 carros no grid, sendo 11 protótipos P1, 4 GT3 e 5 GT4. Quem também fez questão de estar presente foi a chuva, complicando pilotos, equipes e estratégias com as muitas bandeiras amarelas. A corrida do sábado terminou sob chuva, já no escuro e sob bandeira amarela. Vitória de Gaetano Di Mauro, com Renan Guerra em 2° e Matheus Morgatto em 3°. Vitória de Ricardo Maurício na GT3 e Allan Hellmeister na GT4. No domingo o tempo instável continuou e quem conseguiu lidar melhor com a pista úmida, bandeiras amarelas e foram os experientes Fernando Ohashi e Emílio Padron, que levaram o protótipo Sigma G5 à vitória entre os protótipos. Ricardo Maurício venceu de Porsche na GT3 e Enrico Pedrosa de Porsche 718 na GT4.

 

O ano continuou no arremedo de autódromo do Velopark – que agora, com novos donos, promete ampliar a pista – onde as Ligier começaram sua trajetória de domínio da temporada. Lucas Foresti colocou o carro da família na pole position de um grid com 17 carros (10 P1, 2 GT3 e 5 GT4), mas foi o trio com Kole Loftsgard, Claudio Ricci e Anderson Toso. Ricardo Mauricio fechou a prova com vitória na GT3 e Alan Hellmeister na GT4. Se em Cascavel uma batida tirou a chance de vitória da família Foresti, nada parou a Ligier azul de Brasília. Sarin Carlesso e Matheus Morgatto (moleque fera) fizeram a pole, mas as bandeiras amarelas misturaram as estratégias. Melhor para os Foresti, que com o trio formado por pai (Victor), filho (Lucas) e agregado (Rafa Martins), ficando com a vitória. A coisa na GT3 estava tão tranquila que foi Marcel Visconde (o dono) que levou o carro até a bandeirada. Luiz Landi venceu na GT4.

 

 

No calendário inicial eram para ser 2 corridas no intervalo de 30 dias na pista de track day de Mogi-Guaçu. Acabaram fazendo uma rodada dupla como foi no centro de eventos aleatórios de Interlagos. Na corrida do sábado, nova pole de Sarin Carlesso e Matheus Morgatto em seu AJR P1. O grid teve novamente 17 carros (8 P1, 2 GT3 e 7 GT4). Carlesso, depois de perder a ponta, errou e bateu. Pedro Queirolo teve problemas no carro e com isso os Foresti se consolidaram na frente e Lucas Foresti venceu com tranquilidade. Sem concorrência à altura, Ricardo Mauricio venceu na GT3 e Alan Hellmeister na GT4. No domingo, nova pole de Carlesso e Morgatto, que desta vez conseguiram converter a pole em grande resultado, vencendo a corrida com o jovem campeão mundial de kart segurando Lucas Foresti. Resultado “copy/paste” nos GTs com Ricardo Mauricio vencendo na GT3 e Alan Hellmeister na GT4.

 

Mesmo sem conseguir fazer a reinauguração do autódromo de Santa Cruz do Sul a categoria foi fazer a penúltima etapa no autódromo gaúcho. O grid “aumentou um pouquinho”, com um protótipo a mais (9) para se juntar aos 2 GT3 e os 7 GT4, que estavam proporcionando as melhores disputas entre as 3 categorias. As Ligier dominaram a etapa, com o trio Gaetano Di Mauro, Arthur Pavie e Gabriel Koenigkan superando Sarin Carlesso e Matheus Morgatto por míseros 6 milésimos. A disputa na GT3 acabou com menos de meia hora de prova quando Miguel Rosário subiu um barranco. Na briga das Ligier, melhor para os Foresti depois de um pequeno problema com a Ligier #117. Rafa Martins recebeu a bandeirada na frente. Ricardo Mauricio manteve o carro a salvo na pista pela GT3 e garantiu o título da temporada. Alan Hellmeister, com o 3° lugar, fez o mesmo na GT4.

 

 

A etapa final em Brasília – pós-absurdos (o advérbio não era bem esse...) da “cosa nostra” – teve tons dramáticos na decisão do título dos protótipos. Com a participação especial de mais carros na categoria GT3 voltamos a ter 20 carros no grid (9 protótipos, 4 GT3 e 7 GT4). Mais uma vez Sarin Carlesso e Matheus Morgatto largavam na pole position. O trio formado por Gaetano Di Mauro, Arthur Pavie e Gabriel Koenigkan tinha vantagem sobre Rafa Martins, Victor e Lucas Foresti. E podiam ser campeões sem vencer. Com bandeiras amarelas e uma batida forte, as estratégias foram fundamentais, mas mais fundamental foi o efeito do calor nos carros. Na hora final com o desgaste, um erro de estratégia e a necessidade de economizar combustível Gaetano Di Mauro controlava a posição em função de onde estava Lucas Foresti, que na meia hora final também reduziu seu ritmo e isso garantiu o título do trio na Ligier #117. Enzo Elias levou sua Mercedes à vitória e Vitor Baptista cruzou em 1° na GT4.

 

Porsche Cup

Os pobrinhos “sofreram” no ano de 2025. Tadinhos... Com a reforma no Autódromo de Goiânia para receber a MotoGP e com a obrigatoriedade de correrem em autódromos com classificação mínima FIA 3, só sobraram o FIA 1 dentro do centro de eventos aleatórios de Interlagos além da pista de track day de Mogi-Guaçu que (sabe-se lá Deus como) tem grau FIA 3 pra correrem no Brasil. Cansados de ir para Termas de Rio Hondo, este ano mudaram seu destino e foram correr em Portugal, no Algarve e no Estoril.

 

A temporada 2026 começou na pista de track day de Mogi-Guaçu, e lá começou também o drama dos pneus furados de Marçal Muller, que liderava quando o traseiro direito furou. Christian Hahn agradeceu e seguiu para a vitória, com Matheus Comparatto na P2 e Lucas Salles na P3. No dia seguinte, a chuva atrasou a largada por horas e isso acabou ajudando Miguel Paludo a vencer, com Christian Hahn na P2 e Matheus Comparatto na P3. A 2ª etapa foi novamente na pista de track day de Mogi-Guaçu. Marçal Muller largou na pole, tomou a ponta e (acreditem) o pneu traseiro direito furou novamente! Thiago Vivacqua assumiu a ponta e segurou Miguel Paludo para vencer. Christian Hahn foi o 3°. No dia seguinte (sem chuva) Alceu Feldmann largou na pole, mas foi superado por Miguel Mariotti quando esse foi tocado por Thiago Vivacqua, mas o veterano agroracer se recuperou e retomou a ponta para vencer, com Miguel Paludo em 2° e Miguel Mariotti em 3°.

 

 

Depois de duas etapas na pista de track day de Mogi-Guaçu os pobrinhos foram para o centro de eventos aleatórios de Interlagos fazer a 3ª etapa de corridas Sprint antes de mandarem os carros da categoria de navio para a Guiana Brasileira, um dia chamada de Portugal. Desta vez a pole não foi de Marçal Muller, mas ele tomou a ponta na largada. O pneu não furou desta vez, mas seu carro perdeu rendimento e ele foi superado por quase todo mundo. Marcos Regadas agradeceu e foi pra vitória, com Thiago Vivacqua em 2° e Matheus Comparatto em 3°. Na corrida do domingo, com arquibancadas cheias (muito mais que na Stockamburão) a corrida foi cheia de alternativas e com o pelotão agrupado após um Safety Car e 2 voltas de bandeira verde, Thiago Vivacqua venceu sua 2ª no ano, seguido de Lucas Salles e Miguel Paludo.

 

Depois do transporte marítimo e da peãozada montar o circo, os pobrinhos pegaram seus aviões e voaram para a Guiana Brasileira, seguindo para o Algarve onde fariam uma etapa Sprint e uma de Endurance em dois finais de semana (uns 10 dias de muito bacalhau e vinhos). O Autódromo do Algarve é padrão FIA 1, com quase 4.700 metros e umas alterações de subidas e descidas pra virar estômago fraco. Deixando a maré de azar na república sebastianista da banânia (agradecimentos ao meu camarada Alexandre Gargamel), fez a pole position, manteve a liderança e venceu de ponta a ponta, com Christian Hahn em 2° e Miguel Paludo em 3°. No domingo, com o habitual grid invertido, as disputas foram mais quentes e seguiram até os últimos metros. Mesmo assim Miguel Mariotti venceu de ponta a ponta, com Marçal Muller na P2 e Marcos Regadas na P3.

 

 

No final de semana seguinte tivemos a 1ª das três corridas de endurance, com os 300 km do Algarve, com a chegada dos pilotos convidados para comporem duplas com os pilotos das classes Cup e Challenge, que vão juntas para a pista. Para quem sentiu falta dos comentários sobre a GT3 Challenge, estes virão no final. Voltando à corrida, a dupla Marçal Muller/Felipe Fraga fez a pole position, impondo-se sobre os demais 33 carros no grid. Com os “push caviar” liberados a partir da 2ª volta e com 3 paradas obrigatórias de 6 minutos cada (com variações pelo nível dos pilotos). Com uma estratégia bem montada – além do nível da dupla – Felipe Fraga e Marçal Muller controlaram a prova e o convidado teve a honra de receber a bandeirada final. Arthur Leist, parceiro de Matheus Comparatto, foi o 2° e Alan Hellmeister, parceiro de Miguel Paludo, foi o 3°.

 

Quase dois meses depois os pobrinhos e seus convidados voltaram à Guiana Brasileira para mais duas corridas sprint e uma de endurance, criando um feriadão no mês de agosto, com treinos e corridas indo da quarta-feira ao domingo. As primeiras provas foram disputadas na quinta e na sexta-feira, com a prova de endurance ficando para o domingo. Na quinta-feira, pole position de Marçal Muller, que sem furos de pneu e com o azar do outro lado do atlântico, venceu de ponta a ponta, com Christian Hahn em 2° e Miguel Paludo em 3°. Na sexta-feira não teve grid invertido uma vez que fizeram duas classificações Marçal Muller foi novamente o pole position e novamente venceu de ponta a ponta, buscando se recuperar no campeonato. Novamente Christian Hahn foi o 2° e Miguel Paludo o 3°.

 

 

No domingo aconteceu a prova de endurance com mais 300 km e os pilotos convidados, com mais pilotos e convidados, colocando 37 carros no grid, que teve a pole pela dupla formada por Pedro Boesel e Enzo Fittipaldi (nenhum fazendo o campeonato sprint). Foi uma corrida complicada, com bandeiras amarelas mexendo com as estratégias. O que ficou de sólido foi o desempenho da dupla Marçal Muller e Felipe Fraga, que receberam a bandeira quadriculada e fazendo de Marçal Muller “o Rei do Estoril”. Matheus Ferreira, em dupla com Matheus Comparatto foi o 2° e em 3° uma dupla da categoria, com Sergio Ramalho e Josimar Jr.

 

A categoria voltou para a república sebastianista da banânia e fez na preliminar da Fórmula 1 no centro de eventos aleatórios de Interlagos. As duas corridas do final de semana definiriam o campeão da temporada na Carrera Cup e com os descartes já calculados, o título estava entre Miguel Paludo (que venceu apenas uma corrida no ano, mas que colocou-se entre os 5 primeiros em todas as provas) e Christian Hahn. Na corrida do sábado, mais uma vez a pole position foi de Marçal Muller e mostrando que, não fossem os furos de pneu no início da temporada, estaria brigando pelo título, o piloto do carro #544 venceu de ponta a ponta. Christian Hahn fez o que podia, mas ficou em 2° e Matheus Ferreira foi o 3°. No domingo, com pista úmida para aumentar a tensão, depois de duas voltas de apresentação, Christian Hahn tomou a ponta, mas a perdeu ainda na 1ª volta. Miguel Paludo fazia sua parte e manteve-se entre os 5 primeiros, mas atacou e subiu pra 3°. A disputa foi prejudicada pelo aumento da chuva e por mais de 10 minutos de “cortejo fúnebre” atrás do Safety Car até a pista melhorar, mas restaram 2 voltas de bandeira verde. Marçal Muller venceu, com Miguel Paludo em 2° e Jeff Giassi em 3°. Miguel Paludo garantiu seu 10° título na Porsche Cup.

 

 

A GT3 Challenge, que é voltada para os novatos promissores e alguns dos mais experientes na categoria foi completamente dominada por Caio Chaves, vencedor de nada menos que oito das 12 corridas da temporada. Mesmo tendo que descartar 40 pontos pelo regulamento do campeonato, ele terminou com 55 pontos de vantagem sobre o vice-campeão, Gerson Campos. Uma performance impressionante, especialmente se levarmos em conta que trata-se de um adolescente de 17 anos.

 

NASCAR BR

A Nascar Tapuia deu passos largos em sua curva de crescimento que vem acontecendo ano a ano. Com seu chassi tubular (que vem mostrando uma segurança comprovada ao longo de anos) realizou com sucesso seus dois campeonatos (o geral e o com as provas de edições especiais, que tem 3 provas) dominados por pilotos da Stockamburão ou ex-pilotos da antiga Stock Car.

 

 

Este ano a categoria fez sua segunda corrida no “oval à brasileira” (que tem áreas de escape antes de chegar no muro) no parque dos pequizais, além de fazer sua etapa noturna, com uma interessante característica de termos duas classes (PRO e Challenge) correndo juntas, vimos este ano os medalhões do turismo bananeiro sendo superados por jovens pilotos como Jorge Martelli, destaque da classe Challenge que venceu corridas no geral e esteve no pódio com frequência.

 

 

Apesar de algumas performances pontuais de Martelli e outros, na classificação geral os seis primeiros colocados foram pilotos da Stockamburão ou ex-pilotos da Stock Car, sendo o Decano Barrichello o campeão. Nas três etapas da Edição Especial, com nove corridas, o campeão foi Gabriel Casagrande e o que estamos vendo diante da atual situação na “cosa nostra” e a potencial chegada de mais pilotos de outras categorias e – quem sabe – haver uma ameaça ao esquema que foi criado pela então VICAR.

 

Turismo Nacional

A categoria gourmetizada de carros de baixa cilindrada com motores aspirados, a Turismo Nacional, que está sob o controle da “cosa nostra”, mesmo com seu regulamento “standarizador” dos carros, com tudo padronizado, permitiu que grandes disputas acontecessem em suas 6 etapas de corridas sprint, com 6 corridas em cada etapa, e duas corridas de 3 horas, fazendo o campeonato de endurance para os pilotos das classes A e B.

 

 

Com corridas sob todo tipo de condição (na chuva, na pista seca, no calor extremo, na pista úmida, na temperatura baixa), os quase 40 pilotos – somando as classes A e B bateram portas no centro de eventos aleatórios de Interlagos, no arremedo de autódromo do Velopark, na pista de track day de Mogi-Guaçu, no veloz traçado de Cascavel, no áspero asfalto de Campo Grande e no não terminado autódromo de Cuiabá. Foram 36 corridas sprint e 2 provas de endurance.

 

 

Alexandre Bastos foi o grande campeão da temporada. Além de ter sido o maior vencedor das corridas sprint, onde travou ao longo do ano uma briga prova a prova, ponto a ponto contra João Cardoso, que no ano de 2024 foi o campeão da classe B. Tivemos outros vencedores, mas estes dois foram os grandes destaques da categoria. Alexandre Bastos levou tudo ao vencer as duas corridas de endurance, sendo também o chamado “campeão overall”. Na classe B o grande campeão foi Adilson Jr.

 

 

Marcas Brasil Racing

A temporada 2025 chega ao fim após seis etapas — Campo Grande, Cascavel, Guaporé, Tarumã, novamente Cascavel e, agora, Londrina — em um calendário que registrou evolução técnica, grids cheios e melhoria operacional. A criação das categorias MBR2000 A e B se confirmou como um acerto, ampliando a competitividade e oferecendo espaço para desenvolvimento de pilotos e equipes.

 

 

O ano também consolidou o processo de profissionalização da modalidade, refletido no nível das preparações, no padrão das disputas e na consistência do trabalho das equipes. O MBR 2025 encerra um ciclo em ascensão, com perspectivas ainda mais altas para 2026. Na categoria 2000cc a dupla Henrique Basso e Gustavo Magnabosco ficaram com o título. Na classe B o campeão foi Rodrigo Elger.

 

 

Na categoria 1600cc, que fez sua última temporada em 2025, Gustavo Magnabosco levou mais um título com a classe Super e na classe Elite o campeão foi Rafael Futsuki. Ainda neste encerramento de ano, mesmo depois da última bandeira quadriculada ser agitada, com o rápido fechamento do grid para a temporada 2026 e a parceria que foi assinada com a Fórmula Truck para divisão de custos dos autódromos.

 

Brasileiro de Turismo 1.4

A temporada 2025 teve um grid renovado com a chegada de novos pilotos e equipes que elevaram o nível de competitividade da categoria. A mistura entre nomes experientes e estreantes foi um dos pontos mais interessantes do campeonato, tornando cada corrida imprevisível e emocionante. Equipes que vieram de outras categorias de turismo e jovens talentos, dando seus primeiros passos no automobilismo nacional.

 

 

A abertura do campeonato foi no icônico e raiz autódromo de Tarumã, que também é o berço da categoria que nasceu como campeonato regional e ganhou o país. Com um grid gigante, a categoria mudou seu regulamento e estabeleceu largadas paradas nas corrias 1 e 3 e com as corridas 2 e 4 em seguida a estas, com grid ajustado e largadas em movimento. O veterano Wilton Pena dominou a etapa na classe PRO e Anderson Maffissoni.

 

A disputa ficou mais apertada após a etapa de Interlagos. Na categoria PRO, a liderança mudou de mãos durante a etapa de Interlagos, mas Wilton Pena se recuperou sobre o vice-líder Thiago Messias, mas por apenas seis pontos. A dupla Bruno Fernandes e Juliano Bassani completava o top 3.Entre os competidores da categoria Elite, o cenário é outro. A liderança da dupla Anderson Maffissoni (Beiçola) e Marcelo Monteiro, da Magro Mello Motorsport, é sólida e consistente, sendo vencedora das quatro baterias do final de semana e mantém mais que o dobro de pontos do segundo colocado. A briga pela vice-liderança, estava apertada entre Cesar Labrea e a dupla Adriano Carboni/Douglas Goulart, separados por apenas nove pontos. 

 

 

Voltando para terras gaúchas no traçado raiz de Guaporé e tivemos novos vencedores com Dudu Fuentes na PRO e Juliano Teichmann na Elite, mas na corrida 2, Anderson Remédios voltou a vencer. Guto Rotta veio matar saudades e ganhou no domingo na PRO e Ademar Disconsi foi um novo vencedor na Elite. A penúltima etapa do campeonato foi no parque dos pequizais e Wilton Pena fez as pazes com a vitória, embora viesse pontuando bem. Marcelo Magalhães foi um dos novos vencedores na classe Elite e repetiu a vitória na corrida 2, que teve Wanderson Freitas vencendo na PRO e abrindo o domingo vencendo novamente, mas os líderes da Elite – Anderson Remédios – e da PRO, Wilton Pena logo atrás. Wilton Pena fechou a etapa vencendo, num passo decisivo para o título, assim como Anderson Remédios. No fechamento do campeonato, na pista de track day de Mogi-Guaçu, Wilton Pena e Anderson Remédios garantiram seus títulos.

 

Sessão Rivotril.

Seguindo meu mestre inspirador, está na hora de receitar as pílulas da semana.

- A equipe das instalações psiquiátricas (Médicos, enfermeiros e farmacêuticos) estão em férias coletivas.

 

- E naquela “venda pela janelinha da porta de aço”...

- A cobrança e a pressão funcionaram. Recebi notícias sobre a recuperação do memorial do Moco no centro de eventos aleatórios de Interlagos. O pedestal já foi refeito, só faltando repor o busto do nosso Nobre do Grid.

- Para quem ainda não leu, vale a pena a leitura. No Blog do Ogro escrevi uma série (em 6 episódios), sobre a verdadeira história do maior piloto de todos os tempos. Quem quiser conhecer a saga do maior astro das pistas é só clicar aqui.

 

Felicidades, velocidade e feliz natal,  

 

Paulo Alencar

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.


Last Updated ( Tuesday, 06 January 2026 10:31 )