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Inacreditável: Já temos calendários de todas as categorias nacionais! PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Sunday, 11 January 2026 23:39

E aê Galera... agora é comigo!

 

O ano de 2026 já deu sua largada e, acreditem se quiserem, antes do final de 2025 os promotores das categorias do automobilismo nacional da república sebastianista da banânia (agradecimentos ao meu camarada, Alexandre Gargamel) divulgaram seus calendários, num grande avanço em se tratando do nosso histórico.

 

Ok, tem muitos “a definir” em relação aos locais onde algumas corridas de algumas categorias acontecerão e também foi visto que alguns promotores “descobriram” que podem conversar e fazer eventos conjuntos, para dividir os custos de locação do autódromo. Entre as coisas positivas devo citar que a Usurpadora só coincidiu 2 datas das 9 em relação ao calendário da Fórmula Truck. Vou dar uma passada uma a uma a partir de agora.

 

Stock Car

Começo falando do calendário da Stockamburão com uma desrespeitosa gargalhada para o ótimo narrador e Filho do Deus do Egito, que em uma de suas últimas transmissões no ano passado saiu com a “profecia” de que teríamos “não apena uma, mas duas corridas em circuitos de rua”. Bom, o nosso reluzente narrador errou feio na profecia! Não teríamos nenhuma corrida em circuito de rua em 2026. As 12 etapas serão em autódromos permanentes e em 10 circuitos diferentes. Perceberam o uso do futuro do presente? Tenho motivos!

 

 

A definição do calendário – que como tudo em se tratando do automobilismo Tapuia pode sofrer alterações – começa pela constatação do crime ambiental e megalômaco que arrancou, cortou, matou, 63 árvores (entre elas 6 ipês amarelos, preservados por lei estadual) na ganância de empresários, políticos e – claro – da “cosa nostra”, além de “poupar” sabe-se lá quantas árvores seriam eliminadas para as “necessárias adequações” de montagem de um circuito urbano em Curitiba (escapou dessa, heim, Capitão?), cidade que esteve envolvida em especulações fortes segundo fontes seguras. Até a cidade de Vitória, no Espirito Santo, andou sendo especulada com uma negociação da federação local com a prefeitura e a “cosa nostra”. Neste caso o fato foi notícia até na “inprença ixpessializada”.

 

No final das contas, a “cosa “nostra” acabou decidindo por fazer suas 12 etapas em circuitos permanentes e existentes, com 10 autódromos selecionados e apenas duas repetições (o centro de eventos aleatórios de Interlagos, por óbvias razões comerciais, e Goiânia, que receberá a MotoGP em 2026 e subiu um degrau em relação à concorrência). A boa notícia é que teremos apenas uma corrida na pista de track day de Mogi-Guaçu. A lamentar, as corridas no parque dos pequizais que vai abrir a temporada e a insistência em correr no arremedo de autódromo do Velopark e deixando de fora o Autódromo de Campo Grande.

 

 

As corridas de Cuiabá e Brasília mudaram de data – acredito que logicamente para fugir do calor intenso do final da primavera – com a corrida no (eu espero que até lá concluído) autódromo mato-grossense vai ser no mês de junho enquanto ao etapa da capital federal será em setembro (que marcará a volta da “corrida do Milhão”), o mesmo mês programado para a corrida no Autódromo de Chapecó. A novidade vai ser a corrida de endurance, programada para outubro no Autódromo de Goiânia, que vai envolver o convite a pilotos de outras categorias (ainda não foram divulgadas as regras), mas com 3 horas de corrida e as temperaturas acima dos 60°C dentro dos camburões, nenhum piloto aguentaria fazer a corrida inteira e certamente o revezamento vai ser intenso (imaginem os gringos vindo ser cozidos nos camburões Tapuias... alguém vai avisa-los?). Cascavel continuava no calendário e Santa Cruz do Sul estava de volta.

 

Mas é bom lembrar que estamos na república sebastianista da banânia e neste pedaço de terra do planeta querer bom senso, coerência, estabilidade, lógica e/ou afins é quase um delírio. Enquanto eu montava esta coluna vieram as primeiras alterações do calendário. Uma delas fazendo todo o sentido, tirando a etapa de Cuiabá do mesmo final de semana da 24 Horas de Le Mans, o que atrapalharia a vida de alguns pilotos do grid, mas a divulgação de que a etapa de Cascavel pode ser substituída pelo retorno da corrida de rua em Belo Horizonte é uma vergonha, um desrespeito e uma medida puramente comercial. Mas em se tratando da “cosa nostra” e dos políticos locais, surpresa zero.  

 

 

Stock Light

A categoria para os postulantes à chegar na Stockamburão vai repetir a fórmula que vem dando certo dos últimos anos, com seis etapas e três corridas em cada uma delas. Diferente da categoria principal, a Stock Novamente Light também vai repetir circuitos na temporada 2026, mas apenas o centro de eventos aleatórios de Interlagos na abertura e fechamento da temporada para melhor expor os candidatos a conseguirem amealhar algum patrocinador a mais para fechar a temporada e para ter uma gordurazinha financeira.

 

 

Os outros quatro circuitos escolhidos tem características bem diferentes (no caso de Chapecó, só pelas fotos), mas até como aprendizado para precisar “achar um lugar pra passar”, o circuito de track day de Mogi Guaçu, desprovido de retas, acaba sendo de alguma utilidade. A esperança (sempre a última que morre) é que tenhamos as obras do autódromo de Brasília (assim como o de Cuiabá) concluídas, bem como um autódromo realmente pronto em Chapecó.

 

Copa Truck

Com a abundância de autódromo em operação na república sebastianista da banânia (agradecimentos ao meu camarada Alexandre Gargamel) a categoria dos caminhões gourmetizados vai fazer suas nove etapas em nove cidades diferentes, começando a temporada em Campo Grande e passando Por Santa Cruz do Sul, Chapecó, centro de eventos aleatórios de Interlagos, Cuiabá, Goiânia, parque dos pequizais, Cascavel e encerrando em Brasília.

 

 

Fórmula Truck

A verdadeira categoria de corridas de caminhões do Brasil e maior categoria de corridas de caminhões do mundo, a Fórmula Truck conseguiu se livrar do “encosto” que a usurpadora montou nos anos anteriores e apenas duas das nove etapas coincidirão em 2026 – 12 de maio, abril a Fórmula Truck estará em Rivera e 2 de agosto, quando estará em Londrina). A Fórmula Truck também será a primeira das categorias nacionais a abrir o calendário nacional, no primeiro final de semana de fevereiro no centro de eventos aleatórios de Interlagos, com a companhia do renovado Marcas Brasil Racing indo junto para a pista.

 

NASCAR Brasil

A Nascar Tapuia com suas bolhas de carrões norte americanos vem crescendo em importância no cenário bananeiro de nossa república sebastianista. Thiago Marques acertou a mão no projeto e com a entrada do Midas, que está cada vez mais longe da falecida VICAR, atualmente “cosa Nostra”, está fazendo a sua fórmula de sucesso dar certo novamente e junto proporcionando ao ex-piloto Thiago Marques levar a categoria criada no Paraná a um patamar que pode vir a rivalizar atenções – e nomes no grid – com a Stockamburão.

 

 

O calendário prevê nove etapas, sendo 3 dentro da “edição especial”, com três corridas em cada uma dessas etapas. Nas outras 6 a programação acontecerá com duas corridas, uma no sábado e a outra no domingo. A categoria ainda não definiu onde vai ser a etapa de abertura, mas já está definido que sete das nove etapas vão acontecer junto com a usurpadora – dividindo os custos de locação do autódromo – mas não necessariamente no mesmo traçado.

 

 

Aproveitando que alguns dos novos autódromos do país – construídos ou reformados – criaram “anéis externos”, a Nascar Tapuia está programando corridas nesses chamados “anéis externos” em Cuiabá e Brasília para se juntar àquele “oval à brasileira” do parque dos pequizais, com suas áreas de escape antes do muro e a possibilidade de usar o “clipe de papel” que foi criado nas opções de traçado do Autódromo de Chapecó, contando também com as “áreas de escape” para os pilotos Tapuias não se intimidarem com o muro colado na linha branca.

 

Porsche Cup

A categoria mais chique do nosso automobilismo conseguiu elevar mais ainda o status dos pobrinhos das pistas. Em 2026 a Porsche Cup vai correr na França... e não é em qualquer lugar: o palco será Le Mans e não basta ser Le Mans... a categoria vai fazer a preliminar das 24 Horas de Le Mans no dia 13 de junho com os pilotos da Carrera Cup e serão duas corridas diferentes: ao invés dos 25 minutos que normalmente duram as provas, serão corridas de 45 minutos (mais uma volta) no icônico traçado de 13,6 Km com 40 carros no grid.

 

 

Com a volta do Autódromo de Goiânia neste ano, a categoria fará duas etapas por lá, sendo uma Sprint, programada para o final de abril e uma no início de outubro, sendo a segunda prova do campeonato de endurance, que vai começar em Portugal, no segundo final de semana de eventos, pois uma semana antes teremos a etapa do campeonato sprint. O campeonato de endurance vai terminar, como tem sido nos últimos anos, com os 500 Km do centro de eventos aleatórios de Interlagos.

 

 

A categoria será a 3ª a dar a largada na temporada 2026 – atrás apenas da Fórmula Truck e do Marcas Brasil Racing – abrindo seus trabalhos com a etapa sprint no centro de eventos aleatórios de Interlagos para depois fazer a única visita à pista de track day de Mogi-Guaçu no final de março. O campeonato sprint vai terminar na programação de preliminares do GP São Paulo de Fórmula 1, junto com uma corrida extra-campeonato da Fórmula 4 Tapuia (Mas isso é assunto dos Irmãos Bacalhau – Falcon e Cauã Genérico).

 

Campeonato Brasileiro de Endurance

O campeonato Brasileiro de Endurance só vai colocar seus carros na pista em abril. Até o momento a categoria é a “campeã nacional da indefinição”, onde três das oito etapas não tem seus autódromos definidos e com isso as datas de 11 de abril, 27 de junho e 12 de setembro podem sofrer alterações. No calendário divulgado temos apenas três autódromos mencionados: Goiânia, Brasília e o centro de eventos aleatórios de Interlagos.

 

 

Será no centro de eventos aleatórios de Interlagos (salvo qualquer alteração) que a categoria fará aquela “rodada dupla”, com uma corrida de endurance no sábado e outra no domingo. É inegável a falta que faz uma etapa definida em Santa Cruz do Sul, e certamente a associação promotora da categoria deve estar em conversas para levar a categoria para Cuiabá, mas além da definição dos locais das corridas, a categoria precisa encontrar uma maneira de fazer um campeonato decente da GT3. Em 2025 a equipe Stuttgart “correu contra o vento”. Também será bom ter a volta dos protótipos Sigma, ausentes de mais da metade da temporada.

 

Marcas Brasil Racing

O verdadeiro campeonato com carros de motor aspirado e baixa cilindrada vem para encarar de frente a guerra pelo protagonismo contra a gourmetizada categoria da “cosa nostra”. Os promotores da categoria em acordo com os pilotos decidiram extinguir a categoria 1,6 litros e todos vão correr na categoria 2,0 litros. Foram abertas 40 vagas para inscrições e estas foram preenchidas rapidamente. Ou seja, teremos um grid de 40 carros com os pilotos divididos nas categorias Super e Elite.

 

 

De olho nos custos e trabalhando com profissionalismo para fazer o bolso ficar mais leve para equipes e pilotos, o Marcas Brasil Racing formou parceria com quem também faz sucesso nas pistas. No seu campeonato – que foi ampliado para 8 etapas – o grid da categoria vai se juntar a maior categoria de corridas de caminhões do mundo, a Fórmula Truck, nas etapas de São Paulo, Santa Cruz do Sul (Não vão pra Rivera), Cuiabá, Cascavel e Brasília, além da data de maio que ainda estar por ser definida. A etapa final, em Chapecó, a princípio, será sem a companhia dos brutos.

 

Turismo Nacional

A gourmetizada categoria dos carros aspirados, padronizados e standarizados da “cosa Nostra” continua usando o atrativo financeiro, com premiações e a “escadinha” para um dia o piloto conseguir chegar na Stockamburão e teve seu calendário divulgado no “pacotão da ‘cosa nostra’”, que veio com locais e datas de onde as categorias iriam correr e que já teve também a alteração desta semana que passou, com a mudança da etapa de Cuiabá de 13 para 20 de junho.

 

 

O que o “calendário-pacote” não apresentou onde serão as corridas de endurance, deixando apenas subtendido que seriam como no ano passado, a primeira (em Santa Cruz do Sul) e a última (no centro de eventos aleatórios de Interlagos). Como a categoria faz preliminares da Stockamburão, vai estar com os fornos de cozimento de pilotos em Goiânia, Cuiabá, Chapecó, Brasília e no arremedo de circuito do Velopark. A etapa de agosto, assim como nos camburões, está incerta quanto a questão político-gananciosa de fazer a etapa nas ruas e avenidas de Belo Horizonte.

 

Brasileiro de Turismo 1.4

O calendário oficial da Turismo 1.4BR para 2026, a categoria de entrada para quem parte para os carros de turismo vem com garantia – e ampliação – para levar a emoção das pistas para diferentes regiões do Brasil. Serão 6 etapas confirmadas (até o ano passado eram 5), passando por autódromos desafiadores para os carros de baixa potência, que exige mais do arrojo nas curvas do que de grandes retas.

 

 

A temporada será aberta em março, com a etapa de Campo Grande e seguirá ao longo do ano, passando por Santa Cruz do Sul, Tarumã, Cuiabá, parque dos pequizais e encerrando no novíssimo Autódromo de Chapecó, com datas cuidadosamente planejadas para manter o equilíbrio entre os intervalos das provas, permitindo que equipes e pilotos se preparem adequadamente, garantindo que cada corrida seja um espetáculo de estratégia e performance.

 

Sessão Rivotril.

Seguindo meu mestre inspirador, está na hora de receitar as pílulas da semana.

 

- O pessoal voltou das férias coletivas para comentar as coisas que andam acontecendo fora das pistas (e mesmo nas pistas).

- Mudanças precoces no calendário da Stockamburão mostram que não se pode elogiar muito o tal do “proficionalismo” dos nossos promotores. Isso para não entrar na questão da ética. Falando sobre datas, será que os “jênios” da raça não sabiam que pelo menos 3 dos seus pilotos – candidatos a título na categoria – devem correr as 24 Horas de Le Mans e marcaram a etapa de Cuiabá para o mesmo final de semana? Alguém deve tê-los alertado e a mudança foi feita rapidamente.

- Ainda sobre as mudanças do calendário da categoria das câmaras de cozimento de pilotos, a ganância e a politicagem (que sempre andam de mãos dadas na república sebastianista da banânia – agradecimentos ao meu camarada Alexandre Gargamel) está tentando empurrar goela (a anatomia não era bem essa...) a dentro da sociedade mineira a corrida de rua das árvores cortadas de Belo Horizonte, sacrificando a data reservada para a capital nacional do automobilismo, Cascavel. Fosse eu o prefeito, falava com o presidente do automóvel clube, marcava uma etapa do metropolitano e avisava pra “cosa nostra” que a data não está mais disponível.

- Os canais globêsticos (a 2ª vogal não era bem essa...) estão trabalhando na montagem da equipe que vai fazer as provas nos canais por assinatura, plataformas e etc. Contrataram o Tigrinho, tirando-o dos canais do Pateta e o Dr. Smith, que deveria ter ficado para comentar a Indy e passar menos vergonha. O narrador já estava definido. O Tala Larga, que tem narrado outros esportes na emissora fará as narrações. Não é histérico e isso conta a seu favor. Na TV aberta o trio será feito pelo Ridículo, o Nhonho Peitolas (e maior dos ridículos) e o Michaelis.

- A transmissão da etapa da Fórmula Black&Decker no México foi pelo canal por assinatura e a bandburros escalou o narrador de MMA que perdeu a guerra e o Prosdócimo para o final de semana. Não posso deixar de perguntar: onde estavam o Rolha de Poço e o narrador fake?

- O narrador de MMA que perdeu a guerra falou uma daquelas bobagens (o advérbio não era bem esse...) sobre a capacidade de aceleração das furadeiras, mostrando todo o seu desconhecimento e despreparo para estar na posição de narrador da corrida a ponto do Prosdócimo entrar falando e corrigindo o narrador.

- Como nada é tão ruim que não possa piorar, tiraram o narrador de MMA que perdeu a guerra, que fez o treino livre pela manhã foi substituído no treino que definiria o grid pelo “multiuso” Tatade Gozação. Que não demorou muito para “prever” um tempo pra pole position impossível de ser alcançado e também foi corrigido na hora pelo Prosdócimo.
- O ano de 2026 começando com o Prosdócimo corrigindo as bobagens (o advérbio não era bem esse...) alheias é quase um presságio de que desastres deverão ocorrer ao longo dos próximos 11 meses e meio.

- Pra fechar o treino com “chave de lata”, Tatade Gozação anunciou a corrida para o domingo. Levando uma bicuda do Prosdócimo no meio da canela por baixo da mesa, segurou o grito e o palavrão para se corrigir e falar que a corrida seria no sábado.

- O despreparo do narrador quebra-galho mostrou-se no nível de não saber o nome dos pilotos. Devia fazer como o Matuzaleme e levar uma resma de papel com cola para as corridas.

- Nem para prestar atenção nas informações da tela (narrador fake fazendo escola). Quando o Filho do Dragão acionou o “pit boost” (o push nutella elétrico) ele não percebeu(?) se era o primeiro ou 2° acionamento.

- E Tatade Gozação levou outra bicuda na canela do Prosdócimo ao vivo na transmissão sobre as voltas a serem adicionadas (que só são informadas faltando duas ou três voltas para o final das voltas programadas no início da corrida.

- Para quem ainda não leu, vale a pena a leitura. No Blog do Ogro escrevi uma série (em 6 episódios), sobre a verdadeira história do maior piloto de todos os tempos. Quem quiser conhecer a saga do maior astro das pistas é só clicar aqui.

 

Felicidades e velocidade,  

 

Paulo Alencar

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.


Last Updated ( Monday, 12 January 2026 08:30 )