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Treinos da Fórmula 2 em Barcelona, da USF2000 em Homstead, com Brasil na USF Jr. PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Sunday, 22 February 2026 15:19

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Nesse final de semana não tivemos corridas envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial, mas tivemos pilotos brasileiros acelerando no Oriente Médio e nos Estados Unidos.

 

Ao longo da semana que passou, enquanto festejávamos o carnaval, tivemos brasileiros dando duro no asfalto se preparando para os desafios que enfrentarão na temporada 2026. No Bahrein tivemos três dias de testes da FIA Fórmula 2, conde teremos Rafael Câmara e Emerson Fittipaldi Jr. na pista. Em Homestead, nas proximidades de Miami, João Vergara foi o Brasil na pista nos testes da USF2000. Completando a coluna, tivemos brasil na pista com Victor Couto.

 

FIA Fórmula 2

Se na semana passada a FIA Fórmula 3 acelerou por três dias em Barcelona, nesta semana foi a vez dos pilotos da FIA Fórmula 2 acelerar no circuito da Catalunha para os últimos ajustes antes da abertura do campeonato no início do mês em Melbourne, na Austrália, com os brasileiros Rafael Câmara e Emerson Fittipaldi Jr. tendo seus desafios particulares. O campeão da FIA Fórmula 3 está na equipe favorita, mas tem um companheiro de equipe muito rápido e adversários mais experientes em outras equipes. Emmo Jr. carrega o nome do pai, mas não teve um caminho brilhante até chegar à categoria e está numa equipe de poucas possibilidades.

 

Na manhã da terça-feira, dia 17, depois das primeiras voltas, de instalação e verificações de sistemas concluídas, os pilotos começaram a acelerar e a MP Motorsport ditou o ritmo, com Oliver Goethe e Gabriele Minì registrando a primeira volta completa do dia. Goethe marcou 1m26,040s, liderando o pelotão com menos da metade do segmento da manhã restante. A pista então começou a ficar movimentada com a entrada de outras equipes, e os painéis de cronometragem se encheram com mais voltas na última hora.

 

 

Martinius Stenshorne e Alexander Dunne garantiram o terceiro e o quarto lugares para a Rodin Motorsport, logo atrás da dupla da MP, a 0,2s do tempo a ser batido. A primeira bandeira vermelha foi acionada com pouco menos de 55 minutos para o fim, com Nikola Tsolov parando no final da reta principal. Seu carro da Campos Racing foi removido para os boxes e a corrida foi retomada com 55 minutos restantes no cronômetro.

 

Houve várias melhorias na última hora, com Minì sendo o mais rápido de todos com 1m25,602s, antes dos companheiros de equipe da Rodin Motorsport conquistarem a dobradinha nos minutos finais da sessão. O tempo de 1m25,437s de Stenshorne o manteve como o mais rápido da manhã, 0,015s à frente de Dunne, que ultrapassou Minì em sua última volta lançada.

 

 

Tsolov terminou em quarto, à frente de seu companheiro de equipe na Campos, Noel León, com Goethe em sexto. Dino Beganovic terminou em sétimo pela DAMS Lucas Oil, à frente de Ritomo Miyata da Hitech, Mari Boya da PREMA Racing e Tasanapol Inthraphuvasak em décimo pela ART Grand Prix. Entre os brasileiros Emmo Jr. foi o mais rápido, tendo feito 22 voltas com a melhor em 1m22,632s, sendo o 12°. Rafael Câmara completou apenas 10 voltas, a melhor em 1m27,192s, sendo apenas o 20°.

 

No período da tarde a sessão começou com Stenshorne retomando de onde parou, rapidamente marcando o melhor tempo com 1m25,712s, liderando novamente o companheiro de equipe Dunne, desta vez por 0,170s. O foco da maioria então mudou para simulações de corrida e ritmo de prova, e houve poucas melhorias gerais ao longo da tarde. A Hitech conseguiu o terceiro e o sexto melhores tempos com Ritomo Miyata e Colton Herta, respectivamente.

 

 

Uma segunda bandeira vermelha do dia foi acionada na última hora de treinos, quando Joshua Duerksen rodou na curva 3 e parou na pista. Seu carro foi removido para os boxes e a ação foi retomada com pouco menos de uma hora restante para o fim do primeiro dia de provas. Os pilotos retornaram à pista, incluindo Duerksen, que, após calçar os pneus macios da Pirelli, assumiu a liderança na tabela de tempos com 1m25,274s pela Invicta.

 

 

A menos de 15 minutos do fim, Noel León marcou 1m24,370s e assumiu a liderança, 0,688s mais rápido que Varrone, que ficou em segundo lugar pela Van Amersfoort Racing. Houve uma última bandeira vermelha no final da sessão, com Sébastien Montoya saindo da pista na curva 1. A sessão não foi retomada, deixando León na liderança, seguido por Varrone e Duerksen. Miyata foi o quarto colocado pela Hitech, à frente de Stenshorne, Inthraphuvasak, Dunne, Rafael Câmara, Tsolov e Herta, que completaram o top 10. Enquanto Rafael Câmara começava a achar os caminhos no carro, fazendo a P8 com 1m25,928s na melhor de suas 24 voltas, Emmo Jr. entrou e saiu dos boxes algumas vezes, mas não fez nenhuma volta cronometrada.

 

Na quarta-feira, mal a sessão começou logo foi interrompida após uma rodada, aparentemente inofensiva, de Tasanapol Inthraphuvasak em sua volta de aquecimento. Seu carro da ART Grand Prix foi rapidamente recuperado e a sessão foi retomada. Dino Beganovic liderou inicialmente com o tempo de 1m25,877s, mas à medida que a pista melhorava, os tempos também melhoravam.

 

 

Laurens van Hoepen chegou a colocar a Trident na liderança brevemente, antes de Gabriele Minì, da MP Motorsport, marcar 1m25,346s e assumir a P1, com seu companheiro de equipe, Oliver Goethe, apenas 0,015s atrás, em P2. Equipado com pneus macios da Pirelli, van Hoepen registrou então 1m24,210s antes da segunda bandeira vermelha do dia, causada por uma rodada de John Bennett. A sessão foi retomada, mas logo em seguida houve outra paralisação, desta vez para Minì, que parou na pista na curva 12. Com o carro recuperado, os treinos recomeçaram e Rafael Câmara voou para marcar o melhor tempo até então, 1m23,630s, garantindo a P1 para a Invicta fazendo um total de 36 voltas.

 

 

Os treinos com pneus macios continuaram até a próxima bandeira vermelha, que ocorreu pouco antes do final da sessão, com Noel León preso na brita na curva 9. O segmento da manhã foi retomado, com os cinco primeiros separados por apenas 0,067s quando a bandeira quadriculada foi agitada, encerrando a primeira parte dos treinos do segundo dia. Emmo Jr. fez 32 voltas e sua melhor passagem foi em 1m25,006s, ficando em 18°. Inthraphuvasak ficou em segundo lugar, seguido por Bennett, Martinius Stenshorne, Nico Varrone, Oliver Goethe, Kush Maini, Colton Herta, van Hoepen e Beganovic, que completaram o top 10.

 

No retorno para a sessão da tarde, o foco durante boa parte da tarde, com pilotos e equipes aproveitando a oportunidade para passar das simulações de corrida para as voltas de desempenho. Martinius Stenshorne fez a primeira volta representativa da segunda sessão, registrando 1m31,084s, antes de Rafael Câmara recolocar a Invicta na liderança da classificação com 1m29,544s.

 

 

Na sequência seu companheiro de equipe, Joshua Duerksen, foi ainda mais rápido, marcando 1m27,463s, mantendo-se na liderança com dois segundos de vantagem durante a maior parte da tarde. Houve uma breve bandeira vermelha quando Colton Herta saiu da pista na curva 4, mas a sessão foi retomada logo em seguida, entrando na última hora do dia. Joshua Duerksen retornou à pista com pneus macios da Pirelli e baixou seu melhor tempo para 1m25,363s.

 

 

Rafael Câmara, que completou 25 voltas, o seguiu logo depois, mas calçando pneus duros e virando uma volta em 1m29,483s, garantindo a dobradinha da Invicta nos últimos 20 minutos da tarde, sendo superado no final por Alexander Dunne, de pneus macios, que virou 1m27,071s. Houve uma última bandeira vermelha após uma rodada de Boya na curva 4, mas assim que a sessão foi retomada, houve poucas mudanças substanciais na ordem de classificação, com a Invicta dominando o dia. Emmo Jr. virou muito bem com os pneus duros em condições de corrida e ficou com o 4° melhor tempo, marcando 1m29,520s em 52 voltas.

 

No último dia a Van Amersfoort Racing liderou o início da sessão, com Rafael Villagómez e Nico Varrone alternando a ponta antes da Campos Racing por seus carros na pista. Não demorou para Noel León assumir a P1 ao baixar para a casa de 1m23s, mas seu companheiro de equipe, Tsolov, foi mais rápido, marcando 1m23,654s e liderando o pelotão. Próximo à marca de uma hora, a primeira bandeira vermelha do dia foi acionada após Varrone ficar preso na brita na última curva.

 

 

O carro do argentino foi removido, mas outra bandeira vermelha foi acionada logo em seguida, desta vez com seu companheiro de equipe Villagómez fora da pista na última curva. Com seu carro fora da pista, a sessão foi retomada, mas imediatamente outra bandeira vermelha foi acionada, desta vez com o carro de Noel León parado na pista. Seu Campos foi removido e levado de volta aos boxes, e a sessão da manhã foi retomada com pouco mais de uma hora restante.

 

 

Nos últimos 45 minutos foi a hora do nosso Rafael Câmara brilhar e registrar o melhor tempo da sessão até então, com 1m23,252s, garantindo a liderança confortável para a Invicta. Noel León conseguiu voltar pra pista e reduzir a diferença para 0,274s, mas ninguém conseguiu superar o tempo de Câmara, que manteve a liderança na sessão da manhã.

 

Nikola Tsolov ficou em terceiro, seguido por Laurens van Hoepen e Gabriele Minì, que completaram os cinco primeiros. Colton Herta terminou em sexto, logo à frente de Mari Boya, Ritomo Miyata, Dino Beganovic e Tasanapol Inthraphuvasak, em décimo. Emmo Fittipaldi Jr. completou 28 voltas, sendo a mais rápida em 1m25,038s. Rafael Câmara deu 27 voltas na sessão da manhã.

 

 

Na última sessão da maratona de três dias as equipes voltaram a fazer simulações de corrida e começaram com a Hitech entrando na pista junto com a AIX Racing, com Ritomo Miyata assumindo a liderança. Alexander Dunne, da Rodin Motorsport, subiu para a P1 com 1m29,362s, dando-lhe uma vantagem de 0,073s sobre Câmara, em P2. A ART Grand Prix saiu dos boxes para iniciar suas simulações da tarde, conquistando a dobradinha com Kush Maini liderando o companheiro de equipe Inthraphuvasak com 1m28,582s, ficando 0,291s à frente do piloto tailandês.

 

As simulações de corrida se tornaram o foco da maior parte da tarde final, enquanto as equipes buscavam coletar o máximo de dados possível para Melbourne. Houve mais algumas melhorias no final do dia, com Cian Shields, da AIX Racing, marcando o tempo mais rápido com 1m26,269s, 0,039s à frente de León, que subiu para a P2 nos últimos 15 minutos.

 

 

Houve uma última bandeira vermelha no dia após Laurens van Hoepen parar na reta dos boxes, mas depois que seu carro foi removido, os minutos finais se passaram sem que ninguém conseguisse melhorar seu tempo. Emmo Fittipaldi Jr. terminou a tarde em terceiro, marcando a melhor de suas 51 voltas em 1m26,351s, à frente de Herta, Maini, Miyata, Inthraphuvasak, Boya, Câmara e van Hoepen, que completaram o top 10 final dos testes. Rafael Câmara completou 62 voltas, sendo a mais veloz em 1m29,076s, o 9° mais rápido.

 

USF2000

A categoria que é o 2° degrau do programa “Road to Indy” realizou um período com 2 dias de testes no Homestead-Miami Speedway, mas no traçado misto, que tem 2.25 milhas de extensão. Nem todos os pilotos que estão inscritos para iniciar o campeonato foram para as sessões de treinos e uma baixa sentida foi a do campeão da USF Juniors no ano passado, o brasileiro Leonardo Escorpioni, mas João Vergara, que também subiu de categoria estava na pista.

 

No primeiro dia, a segunda-feira 16, o bloco de carnaval da USF2000 começou com o brasileiro João Vergara mostrando uma boa harmonia na comissão de frente e fez o 2° melhor tempo com 1m19,6196s na mais veloz das suas 15 voltas completadas. Na segunda sessão tivemos a VDR Racing sobrando no quesito alegorias e João Vergara – que é piloto da equipe – fazendo o 3° melhor tempo, depois de completar 15 voltas, com a melhor delas em 1m19,5949s. Na 3ª sessão, apenas 11 pilotos foram para a pista e João Vergara não saiu das garagens.

 

 

No dia seguinte, a terça-feira, o brasileiro João Vergara foi o mais rápido entre os pilotos da sua equipe e fez o 3° melhor tempo da 1ª sessão do dia com a melhor das 22 voltas completadas em 1m18,4769s. Na sessão seguinte o nosso representante foi novamente o mais veloz dos pilotos da VDR Racing, ficando com a P2 na sessão, marcando 1m19,3387s depois de 18 voltas completadas. Na última sessão apenas 5 pilotos foram para a pista e João Vergara ficou nas garagens.

 

USF Juniors

A categoria de entrada do programa “Road to Indy” fez no “feriado de carnaval” em Homestead sua primeira etapa com uma rodada tripla e com brasileiro na pista. Victor Couto, nascido na Flórida, fez categorias menores nos Estados Unidos e será nossa bandeira na categoria (inclusive na lateral do carro). No dia 16 tivemos os treinos livres. No primeiro, o brasileiro foi o 15°, com 1m24,6167s. No segundo, grande melhora, indo para a P8 com 1m24,4570s. No terceiro, 5° melhor tempo com 1m23,9171s.

 

 

No dia seguinte, no primeiro treino primeiro treino livre, Victor Couto fez o 2° melhor tempo, com 1m23,1463s, apenas 42 milésimos atrás do P1. Em seguida, no Qualy 1, mesmo sem conseguir repetir o resultado ou continuar melhorando, o brasileiro fez o 4° melhor tempo da sessão com 1m23,4705s, o que o colocava na 2ª fila da primeira corrida, programada para a tarde da terça-feira.

 

Na primeira corrida, depois de deixarem os pits os pilotos seguiram por uma volta atrás do safety car e, quando este saiu, alinharam dois a dois (mais ou menos) e na reta dos pits receberam a bandeira verde para as 20 voltas programadas. Victor Couto atacou por fora na curva 1, mas ficou vendido na curva 2 e caiu para 5° recuperou duas curvas depois, mas entrou numa briga dura com Ivan Perez. Abrindo a segunda volta, atacou Bex Cranston para tentar a P3, mas não conseguiu. Uma batida no fundo do pelotão provocou a entrada do safety car.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 4 e Victor Couto perdeu a P4 para Cuhbert, que saiu de 6° pra 4°. Na volta seguinte, atacou por fora na curva 1 e quase saiu da pirta para não bater em Cranston. Com isso, ficou novamente vendido na briga nas curvas seguintes. Muito agressivo, atacou por fora no “oval” pra recuperar a P4. Na volta seguinte, repetiu a manobra e foi pra 3°, mas as brigas o afastou dos 2 primeiros.

 

Na volta 9 o brasileiro foi superado por Casper Nissen, voltando para a P4, mas tinha uma boa vantagem de 3s para o 5° colocado, Vilho Aatola. Na volta seguinte, deu o troco em Aatola, mas a briga para se manter na P3 o atrasava ainda mais em relação aos líderes. Na volta 12 depois de um enrosco com Vilho Aatola, Victor Couto ficou parado na entrada da curva 5, sendo superado por todo o pelotão. A bandeira amarela foi acionada, o que ajudou nosso piloto, que conseguiu movimentar o carro e alcançar o pelotão, mas estava agora na P17.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 15 e Victor Couto veio numa corrida de recuperação sinistra, partindo para cima dos adversários como se a vida dependesse daquelas últimas voltas. Usando a linha de fora do “oval”, avançou rapidamente – contou também com alguns enroscos à sua frente – para terminar a corrida numa 9ª colocação, com duas posições ganhas nos metros finais.

 

A “segunda classificação” foi definida com as voltas mais rápidas dos pilotos na corrida 1. Como esteve envolvido em muitas disputas, Victor Couto não conseguiu uma volta mais limpa, mas ainda assim ficou com o 5° melhor tempo, colocando-o na 3° fila na 2° corrida, na manhã da quarta-feira. Depois de deixarem os pits os pilotos seguiram por uma volta atrás do safety car e, quando este saiu, alinharam dois a dois (mais ou menos) e na reta dos pits receberam a bandeira verde para as 20 voltas programadas.

 

 

Victor Couto largou por dentro, ficou espremido e acabou perdendo algumas posições, fechando a 1ª volta em 9°, mas colocando por fora num inacreditável 4-wide recuperou 2 posições de forma espetacular. A disputa com Max Cuthbert cobrou um preço alto e o brasileiro mesmo ganhando a 7ª posição, passou a ser duramente atacado por quem vinha atrás enquanto Max Cuthbert ia para os pits. Na volta 4, bateu rodas com Connor Aspley defendendo sua posição e isso prejudicou seu carro.

 

O nosso piloto passou a lutar bravamente para se recuperar e tentar manter a 7ª posição com mais da metade da corrida ainda por ser disputada. Ainda assim, Victor Couto estava conseguindo se aproximar de Elias Vignola e superou-o na 8ª volta, assumindo a P6, livrando-se do adversário rapidamente e buscando se aproximar do pelotão à sua frente. Victor Couto não conseguiu chegar em Vilho Aatola começou a ser atacado novamente por Elias Vignola.

 

 

Na volta 14 na briga pela ponta sobrou a grama para Max Mokarem e Victor Couto herdou a P5 com a confusão e chegou no pelotão da frente. Tentando a manobra por fora no “oval”, pagou caro na curva 2, indo parar na terra, sujando os pneus e perdendo contato com o pelotão da frente na volta 16. Victor Couto conseguiu chegar novamente no pelotão da frente na última volta, atacou Vilho Aatola, mas cruzou a linha de chegada em 5°. Após a prova o brasileiro foi punido pelo toque com Connor Aspley e caiu para o 11° lugar.

 

A última corrida da rodada tripla teve o grid formado pela melhor volta da corrida 2 ou pela 2ª melhor volta do chamado “qualy 2”. Isso colocou Victor Couto na P6, por fora, na 3ª fila. Depois de deixarem os pits os pilotos seguiram por uma volta atrás do safety car e, quando este saiu, alinharam dois a dois (mais ou menos) e na reta dos pits receberam a bandeira verde para as 20 voltas programadas.

 

 

Victor Couto largou bem e ganhou uma posição após as primeiras curvas. Fechando a 1ª volta o brasileiro mudou a estratégia, atacou por dentro e não por fora para entrar na curva 1 e chegou a estar em 3° e acabou superando seus dois companheiros de equipe, mas Max Mokarem recuperou a P3 depois da curva 4. Os 4 primeiros abriram uma pequena vantagem nas primeiras voltas, o que dava chances para o nosso representante fazer uma corrida com melhores possibilidades de um pódio ou mesmo a vitória.

 

Na volta 6 tivemos o acionamento de uma bandeira amarela, com a entrada do safety car e o agrupamento do pelotão, o que não era bom para nosso piloto, que corria sem pressão. A relargada veio na abertura da volta 11, atrasada pelo carro de John Main parado. Foi uma relargada confusa, com aparente queima de pilotos que estavam mais atrás e Victor Couto saiu no prejuízo, caindo para a 6°. O brasileiro passou a correr atrás do prejuízo.

 

 

A corrida estava longe de acabar e uma batida entre Elias Vignola e Jared Oselka na volta 14 provocou nova entrada do safety car com bandeira amarela Victor Couto tinha herdado a P5 com a rodada de Leonardo Serravalle. A relargada veio na volta 16. Na relargada, o brasileiro não foi bem e caiu para 8°, conseguindo recuperar uma posição e terminar em 7°. Ao final da etapa, Victor Couto estava em 9° no campeonato, com 36 pontos. A próxima etapa será no Carolina Motorsport Park, em abril.

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

 

Um abraço a todos, 

 

Genilson Santos

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.

 

Last Updated ( Sunday, 22 February 2026 21:50 )