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Câmara e Fittipaldi pontuam na F2 no Canadá. Fraga pontua na Super Fórmula PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Sunday, 24 May 2026 20:08

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Nesse final de semana acho que vou irritar as minhas editoras. Não faltaram corridas e categorias para serem comentadas e mesmo passando as crônicas das categorias dos Estados Unidos e mais a FIA Fórmula 4 Itália, para a próxima semana seria ser difícil escapar de um textão e ao ver 17 páginas (fora as fotos), combinamos uma coisa: segunda-feira sai uma coluna e quinta-feira sai uma coluna extra.

 

Nesta coluna da segunda-feira, vamos ficar com a FIA Fórmula 2, que fez suas primeiras corridas naquele país, com Rafael Câmara e Emerson Fittipaldi Jr. defendendo nossas cores (já estou em ritmo de Copa do Mundo). Falando em mundo, do outro lado do mundo, Igor Fraga teve pela frente uma rodada dupla no circuito de Suzuka, no Japão. Não faltou ação aos nossos aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial.

 

FIA Fórmula 2

A categoria que é o último degrau para a cobiçada Fórmula 1 fez sua primeira aparição no continente norte americano e nesta segunda corrida foi para o Circuito Gilles Villeneuve, na Ilha de Notredame, em Montreal, pista que consome pouco pneus e por isso os compostos seriam os macios e os supermacios como foi em Melbourne, onde Rafael Câmara teria mais duas desafiadoras corridas na luta pelo título da categoria – onde os 3 primeiros colocados no campeonato estão separados por um ponto – e onde Emerson Fittipaldi Jr. tenta mostrar que não tem este sobrenome à toa.

 

 

Disparado o cronômetro para os 45 minutos da sessão, os pilotos fizeram aquela volta de checagem, para ver se tudo está funcionando direito e voltaram aos boxes. Como era pista nova pra todo mundo, quase todos foram pra pista, mas Rafael Câmara ficou nos boxes. Depois de uma volta de aquecimento os pilotos começaram a virar mais rápido e os tempos na casa de 1m25s certamente iriam cair. Emmo Jr. fez sua primeira volta rápida em 1m26,726s.

 

Na segunda volta rápida Emmo Jr. virou 1m25,769s e com quase um terço de treino foi que Rafael Câmara saiu pra pista, com os pilotos mais rápidos já virando na casa de 1m23s. Emmo Jr. melhorou para 1m25,710s. Na sua primeira volta rápida, atrapalhado no 3° setor, Rafael Câmara fez 1m24,810s. Emmo Jr. foi para os boxes e depois de resfriar os pneus Rafael Câmara teve o 2° setor atrapalhado e abortou a volta, mas na volta seguinte, o brasileiro baixou para 1m24,132s, mas os mais rápidos já estavam na casa de 1m22s. Rafael Câmara tinha a pista com poucos pilotos na pista e melhorou 1m24,024s, mas estava longe dos primeiros.

 

 

Emmo Jr. voltou pra pista e conseguiu baixar para 1m24,022s. Rafael Câmara partiu para nova volta rápida virou uma volta melhor, em 1m23,457s. Eram 9 décimos para Alex Dunne. Emmo Jr. estava melhorando e baixou para 1m23,294s. Alternando volta rápida com volta lenta, Rafael Câmara ia baixando seus tempos e fez 1m23279s. Emmo Jr. virou mais rápido ainda, fazendo 1m23,232s. Rafael Câmara foi para os boxes faltando 10 minutos para o final da sessão enquanto Emmo Jr. melhorava para 1m23,154s. Faltando 5 minutos para o final do treino Rafael Câmara voltou pra pista e depois de aquecer os pneus acelerou, mas acabou atrapalhado pela bandeira amarela provocada por Colton Herta e sem poder melhorar seu tempo de volta, ficando na P14, ligo atrás de Emmo Jr.

 

Pouco depois do treino livre da Fórmula 1 os pilotos da FIA Fórmula 2 retornaram à pista para o treino de classificação para definir os grids da corrida do final de semana. 30 minutos numa pista curta, estreita e que fazer uma volta limpa e rápida seria fundamental. Rafael Câmara ia precisar se recuperar de um treino livre bem complicado e sair da P14 em que terminou. Emerson Fittipaldi Jr. fez um bom treino, sendo o P13 e mostrando que a equipe AIX evoluiu de Miami para Montreal.

 

 

O treino atrasou alguns minutos em função das prorrogações no treino livre da F1 pela nova regra de não deixar o tempo correr nas bandeiras vermelhas nos circuitos onde tiverem corridas Sprint da F1. Assim que acenderam a luz verde nos boxes, os pilotos foram todos para a pista. Depois de aquecerem os pneus as voltas rápidas começaram a vir e a tendência eram tempos bem mais baixos com os pneus supermacios. Rafael Câmara fez sua primeira volta rápida em 1m22,620s. Emmo Jr. virou 1m23,170s. na segunda passagem com o mesmo jogo de pneus Rafael Câmara baixou para 1m22,025s e Emmo Jr. melhorou bem, virando em 1m22,448s.

 

Depois daquela parada para checar detalhes, trocar pneus, fazer algum ajuste e conversar com os engenheiros os pilotos voltaram pra pista e foram aquecer os pneus e na volta de aquecimento Oliver Goethe tocou um dos murros e quebrou a suspensão, provocando uma bandeira vermelha a 8m21s do final do treino. O resgate foi rápido e não demoramos a ter bandeira verde e a retomada do treino com os pilotos rendo que correr contra o relógio para aquecer os pneus e viraram voltas rápidas.

 

 

Não deu nem tempo de se fazer alguma coisa. Tas Inthraphuvasak bateu forte e provocou nova bandeira vermelha faltando 5m15s. Rafael Câmara deu um toque (aparentemente leve) no mesmo muro que bateu Oliver Goethe e a bandeira vermelha foi uma sorte para o brasileiro que estava tendo o carro reparado durante a bandeira vermelha. Os carros voltaram a tempo de ir para a pista e começaram a fazer voltas abaixo da que tinha Rafael Câmara que estava despencando na classificação. Emmo Jr, marcou 1m22,001s e com o cronômetro zerado Rafael Câmara conseguiu a P2, com 1m21,669s. Infelizmente Emmo Jr. ficou com a 11ª posição e por uma não pegou a inversão do grid para ser o pole na corrida do sábado.

 

Após a conclusão da sessão de qualificação de Montreal na sexta-feira, vários pilotos foram penalizados e entre eles Rafael Câmara, que recebeu uma penalização dos comissários de três posições no grid (nas duas corridas) por obstrução. O brasileiro teria obstruído o carro 17, de Alexander Dunne, durante a sessão. Após uma audiência pós-sessão, na qual ouviram os depoimentos de ambos os pilotos e seus representantes de equipe, além de examinarem as imagens de vídeo disponíveis.

 

Depois da quentíssima corrida “Sprint” da F1 os pilotos da FIA Fórmula 2 voltaram à pista para a sua corrida “Sprint”. Depois da classificação tivemos o grid bastante mexido por uma série de punições que mexeu com a vida dos nossos pilotos. Rafael Câmara que largaria na 9ª posição com as punições dos 4 pilotos punidos estava largando em 12°. Quem se beneficiou foi Emerson Fittipaldi Jr., largando da P9. Estavam todos de pneus macios para a corrida. Depois da volta de apresentação eles retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas, largaram para as 28 voltas programadas.

 

 

Emmo Jr. largou e foi espremido no S do Senna e perdeu uma posição. Rafael Câmara largou muito mal e perdeu muitas posições, exagerando na cautela e caiu para 15°, fechando a volta em 14°. Emmo Jr. recuperou a P9 em cima de Alexander Dunne e já apertava Nicola Tsolov. Rafael Câmara vinha colado em Roman Bilinski, mas com todo mundo no “trenzinho do DRS”, ninguém passava ninguém.

 

Roman Bilinski passou Kush Maini, assim como Rafael Câmara. Nikola Tsolov passou Nico Marrone, que passou a ser o alvo de Emmo Jr. O problema de Rafael Câmara é que Roman Bilinski perdeu contato com os carros da frente e continuava segurando o brasileiro. Roman Bilinski passou Dino Beganovic, que virava o alvo de Rafael Câmara, rapidamente superado pelo Brasileiro que era o P12.

 

 

Nico Varrone tomou uma punição de passagem nos boxes e com isso Emmo Jr. entrou na zona de pontos enquanto Dino Beganovic recuperou a posição sobre Rafael Câmara. John Bennett levou um toque Martinius Stenshorne, tocado por Nikola Tsolov e com isso o americano rodou, dando a P7 para Emmo Jr. e a P12 para Rafael Câmara. John Bennet ficou parado no S do Senna e provocou a entrada do safety car, mas antes disso, Alexander Dunne tomou a P de Emmo Jr.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 15 e os brasileiros mantiveram suas posições. Rafael Câmara não conseguia atacar Dino Beganovic e atrás do 3° colocado, Rafael Villagomez estavam todos colados uns nos outros. Joshua Durksen tomou 5s por um toque na largada. Durksen foi tocado por Alexander Dunne e rodou no grampo. Emmo Jr. foi pra P7 e Rafael Câmara o 11°. Joshua Durksen ficou parado em local perigoso e o safety car voltou para a pista.

 

A relargada veio na abertura da volta 22 e Emmo Jr. relargou pressionado por Laurens Van Hoepen. Rafael Câmara se manteve na P11 e Alexander Dunne tomou 10s de punição pelo toque em Joshua Durksen e Nikola Tsolov também tomou 10s pelo toque em Martinius Stenshorne. Rafael Câmara não conseguia atacar Dino Beganovic. Emmo Jr. estava sob muita pressão de Laurens Van Hoepen e Rafael Villagomez tocou o muro e perdeu várias posições.

 

 

O safety car virtual foi acionado na volta 25 por detritos na pista depois da panca de Cian Shields deu em Nico Varrone. Rafael Câmara era o 10° com 2 punidos à sua frente. Laurens Van Hoepen passou Emmo Jr., que caiu para 7°. Rafael Câmara passou Roman Bilinski e assumiu a P9 na penúltima volta. Com as punições de tempo após cruzarem a linha de chegada, Emerson Fittipaldi Jr. passou para a 5ª posição e Rafael Câmara o 7° lugar... e ainda haveriam investigações pós corrida de pilotos à frente deles.

 

Era hora do almoço aqui no Brasil quando os pilotos da FIA Fórmula 2 retornaram à pista para a “feature race”, a corrida principal do final de semana com a parada obrigatória para troca de pneus. A pista não estava molhada, mas tinha partes molhadas entre as árvores e o risco de chuva na corrida era baixo. Como as punições estavam em vigor, Emerson Fittipaldi Jr. estava largando na P11 e Rafael Câmara na P5. Todos estavam com pneus slicks e quase todos de Supermacios. Após a volta de apresentação eles retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas, largaram para as 39 voltas programadas.

 

 

Rafael Câmara largou mal e perdeu 2 posições com muita cautela. Emmo Jr. é que foi mais agressivo. Gabriele Mini Passou Rafael Câmara, que fechou a 1ª volta em 8° Emmo Jr. perdeu uma posição e era o 12° depois de um toque que quebrou parte da sua asa dianteira. Rafael Câmara começou a pressionar Gabriele Mini Na volta 4 Rafael Câmara recuperou a P7 sobre Gabriele Mini, que era atacado por Joshua Durksen. Fechando a volta 4 Laurens Van Hoepen bateu no “muro dos campeões e com isso os brasileiros ganharam uma posição antes da entrada do safety car. Com a batida na reta, os carros tiveram que passar pelo pit lane.

 

Como a janela de paradas foi aberta com o safety car na pista, em teoria, todos aproveitariam para entrar, mas apenas Emmo Jr. entrou para trocar a asa dianteira e também os pneus para os macios. As posições foram mantidas em quem ficou na pista, mas Emmo Jr. exagerou com os pneus ainda frios e acabou batendo, abandonando a prova. Rafael Câmara atacava Alexander Dunne antes da nova entrada do safety car e aí sim, entrou praticamente todo mundo nos boxes. John Bennett bateu com Rafael Villagomez na saída dos pontos de parada.

 

 

Alguns pilotos pararam na volta seguinte e, entre os que pararam, Rafael Câmara Era o 5°, atrás de Gabriele Mini que fez uma parada mais rápida. A relargada veio na abertura da volta 13. Rafael Câmara manteve sua posição e foi para o ataque sobre Rafael Câmara, mas por pouco não foi superado por Dino Beganovic. Nikola Tsolov rodou na entrada da chicane num enrosco com Kush Maini e Mari Boya que deu 3 posições para Rafael Câmara, agora o 6° colocado e no final da reta mais longa, novamente o Brasileiro superou Gabriele Mini e foi para 5°, fazendo a melhor volta.

 

Rafael Câmara foi pra cima de Rafael Villagomez e ganhou a posição do espanhol. Houve um toque entre os dois e Villagomez levou a pior, parando em local perigoso e forçando o acionamento do safety car virtual. A corrida foi retomada na volta 18 e Dino Beganovic tomou a posição do brasileiro. Roman Bilinski errou no hairpin e na volta seguinte Rafael Câmara ganharia a posição quando Roman Bilinski furou a chicane, mas ele não deu passagem. Duas voltas depois, Rafael Câmara tentou passar no S do Senna e acabou rodando, perdendo tudo que havia ganho até aquele momento, caindo para 17° e último.

 

 

Rafael Câmara foi para os boxes e com o caso danificado, considerado culpado por um toque com Roman Bilinski ( e não Dino Beganovic, que quebrou o motor logo depois e provocou a entrada do safety car novamente), o brasileiro tomou 5s e tinha que voltar pra pista para pagar a posição no Canadá e não em Mônaco, próxima etapa. Rafael Câmara voltou pra pista com 3 voltas de atraso, pagou a punição quando a corrida foi retomada na volta 34.

 

Ainda tivemos mais acidentes nas voltas finais com Oliver Goethe batendo forte com Ritomo Miyata e provocando a 4ª entrada do safety car e a corrida já estava contando seu final por tempo e não por número de voltas. Rafael Câmara ficou na pista, pagou os 5s e terminou em 14°. A categoria sai do Canadá com Rafael Câmara em 2° no campeonato com 36 pontos (Nikola Tsolov foi desclassificado da corrida principal), 21 atrás de Gabriele Mini. Emerson Fittipaldi Jr. saiu como 19°, com 4 pontos. A próxima etapa será em Mônaco, daqui duas semanas.

 

Super Fórmula

Depois da frustrada etapa cancelada no circuito de Autópolis, os pilotos da Super Fórmula Japonesa foram para Suzuka, onde estava programada uma rodada dupla, com os treinos livres acontecendo na sexta-feira, assim como treino classificatório da corrida 1, e as corridas sendo no sábado (quando teríamos o 2° qualy) e no domingo, onde nosso samurai, Igor Fraga, lutaria contra seus adversários. Depois de uma corrida com pontuação parcial e de um cancelamento, a esperança de uma etapa sem contratempos meteorológicos era grande.

 

 

No treino livre 1, Igor Fraga conseguiu o 8° melhor tempo com uma volta de 1m38,421s, 392 milésimos mais lento que o P1, Nirei Fukuzumi. No treino livre 2 o nosso piloto saiu-se melhor, ficando com o 3° tempo da sessão tendo sua melhor passagem em 1m37,597s, 63 milésimos mais lento que Kakunoshin Ohta. Os pilotos foram divididos em 2 grupos, como é de praxe, onde os 6 primeiros de cada grupo se classificam para a disputa da pole position. Igor Fraga ficou no Grupo B e passou para o chamado Q3 com o 4° melhor tempo, virando sua melhor volta em 1m37,845s. Na definição da pole position, o brasileiro ficou com o 7° tempo, marcando 1m37,804s.

 

Na tarde do sábado os pilotos da Super Fórmula japonesa voltaram à pista para a primeira das duas corridas do final de semana. Depois da volta de apresentação os pilotos retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 31 voltas programadas (com um pit stop obrigatório), tivemos a largada. Igor Fraga foi agressivo na largada e ganhou a P6, partindo pra cima de Ren Sato.

 

 

Tivemos a entrada do safety car na volta 19 e quem não tinha parado, como Igor Fraga parou e o brasileiro voltou em 5°. A relargada veio na abertura da volta 23 e Igor Fraga foi novamente agressivo, chegando a tomar a 4ª posição, mas na saída da curva 1 o brasileiro colocou a roda traseira esquerda na grama úmida, perdeu o controle do carro que cruzou a pista e bateu forte no guard rail do lado interno, acabando com a corrida do nosso piloto.

 

Assim como foi no sábado, na manhã do domingo tivemos o treino classificatório para a corrida da 5ª etapa, a corrida da tarde do domingo. Os pilotos foram divididos em 2 grupos, como é de praxe, onde os 6 primeiros de cada grupo se classificam para a disputa da pole position. Igor Fraga continuou no Grupo B e passou para o chamado Q3 com o 3° melhor tempo, virando sua melhor volta em 1m37,610s. Na definição da pole position, o brasileiro brilhou e ficou com o 3° tempo, marcando 1m37,770s, mas seu melhor tempo (e o de Ren Sato) foram cancelados e ele largou na P10.

 

 

Na tarde do domingo os pilotos da Super Fórmula japonesa voltaram à pista para a primeira das duas corridas do final de semana. Depois da volta de apresentação os pilotos retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 31 voltas programadas (com um pit stop obrigatório), tivemos a largada. Igor Fraga foi agressivo e foi pra cima, pois estava com um carro rápido. Um acidente na reta dos boxes abrindo a 2ª volta provocou a entrada do safety car.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 4. Igor Fraga voltou ao ataque pra cima de Sacha Fenestraz. Na volta 9 o brasileiro fez sua parada obrigatória, tentando fazer um undercut, á que as ultrapassagens estavam difíceis, voltando na P15. Com as paradas se seguindo, a tática mostrou-se efetiva e Igor Fraga superou Sacha Fenestraz, mas perdeu a posição na pista na penúltima volta e terminou em 8° lugar. Após as etapas de Suzuka Igor Fraga está na P11 no campeonato, com 7 pontos. A próxima etapa, rodada dupla em Fuji também terá a prova da 3ª etapa, que não aconteceu pela chuva em Autópolis.

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

 

Um abraço a todos,

 

Genilson Santos

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid. 

 

 

Last Updated ( Sunday, 24 May 2026 22:44 )