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Rafaela Ferreira Brilhou no Canadá, mas foram corridas duras na FREC PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Thursday, 28 May 2026 00:01

Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!

 

Como mencionei na coluna que foi publicada na segunda-feira, Nesse final de semana não faltaram corridas e categorias para serem comentadas e como combinei com minhas editoras, estamos publicando esta coluna extra, na quinta-feira, para não saturar vocês, queridos leitores.

 

Na coluna da segunda-feira fiz a crônica das corridas da FIA Fórmula 2 e da Super Fórmula Japonesa, deixando para esta coluna extra as minhas análises sobre como foi o final de semana de Rafaela Ferreira, na F1 Academy, que também acelerou no circuito de Montreal. Em Zandvoort, na Holanda, Gabriel Gomez e Miguel Costa foram o Brasil na pista na Fórmula Regional Europeia. Agora vamos acelerar com os nossos aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial.

 

Fórmula Regional Europeia

A categoria de monopostos mais importante do continente seguiu para sua segunda etapa em um circuito bem diferente do veloz Red Bull Ring. Em Zandvoort, na Holanda, Gabriel Gomez e Miguel Costa terão um traçado sinuoso, uma reta dos boxes relativamente curta e uma meteorologia inconstante para buscar resultados que os coloquem na disputa do título, numa temporada que não se apresenta como das mais fáceis para nossos pilotos.

 

Na quinta-feira tivemos duas sessões de treinos coletivos, mas o site da categoria não disponibilizou os tempos obtidos. Na sexta-feira tivemos os treinos livres e pela manhã Gabriel Gomez, mostrou que a equipe Rodin chegou com um bom acerto na Holanda, colocando seus 3 carros entre os 10 primeiros. O brasileiro ficou com o 6° melhor tempo, com sua melhor volta em 1m30,598s, a 484 milésimos de Sebastian Wheldon. Miguel Costa foi o mais rápido dos pilotos da RPM, ficando em 14° com a melhor passagem em 1m31,104s, 990 milésimos acima do P1.

 

 

No treino da tarde novamente a Rodin colocou seus 3 carros entre os 10 primeiros, e mesmo Gabriel Gomez sendo o mais lento dos três, foi a 8ª posição com o tempo de 1m31,711s ficou a 426 milésimos do português Francisco Macedo, o P1. Miguel Costa foi novamente o mais rápido entre os pilotos da RPM e repetiu o 14° lugar da sessão da manhã. Neste treino sua volta mais rápida foi em 1m32,024s, 739 milésimos mais lento que o P1.

 

 

Na manhã do sábado tivemos o treino que definiria o grid para a corrida do sábado. Gabriel Gomez estava no Grupo A enquanto Miguel Costa ficou no Grupo B. Sem corridas “Sprint”, tivemos o formato habitual de trenos pela manhã e corrida à tarde. O primeiro grupo a ir para a pista foi o grupo A foi o primeiro a ir para a pista e durante a primeira parte dos 15 minutos os pilotos foram aquecendo os pneus.

 

Quando faltavam 8 minutos para o final da sessão eles começaram a acelerar para fazerem voltas rápidas. A transmissão da ADAC, o Automóvel Clube Alemão repetiu o que fez na Áustria, priorizando o código de cores dos setores ao invés do tempo de volta. Gabriel Gomez era o P1 a 7m20s, mas no comparativo sua volta foi em 1m30,929s, mas os tempos ainda iam cair.

 

 

Depois de duas voltas não tão boas o brasileiro tinha caído para P5 e depois para P9 quando acelerou forte novamente até fazer um mal setor 3 e cair para a P2 faltando 2 minutos para o fim da sessão e cair pra P12. A última tentativa do brasileiro foi quase no zerar do cronômetro a melhora foi pequena e Gabriel Gomez não foi além da 9ª posição com 1m30,606s, mas em tempo, os 9 primeiros do grupo estavam a menos de meio segundo do P1, Nakamura Berta.

 

 

Em seguida o grupo B entrou na pista para seus 15 minutos com Miguel Costa na pista e depois das primeiras voltas para o aquecimento dos pneus, as voltas rápidas começaram a aparecer. A primeira volta rápida de Miguel Costa foi em 1m30,861s, mas os tempos certamente iriam cair. Faltando 5 minutos para o final da sessão o brasileiro era apenas o P11, até baixar seu tempo para 1m30,355s e subir temporariamente para 6° a 3 minutos do fim da sessão. Todos deram uma aliviada para uma última tentativa no minuto final e Miguel Costa baixou seu tempo, para 1m30,335s, mas caiu duas posições e terminou a sessão em 8°.

 

Menos de 6 horas depois (e algumas punições pós-classificatório) os pilotos da Fórmula Regional Europeia votaram à pista para a primeira corrida do final de semana e os brasileiros tinham um grande desafio pela frente com Miguel Costa largando em 13° e Gabriel Gomez em 18° Após a volta de apresentação os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta, tivemos a largada.

 

 

Miguel Costa largou bem, mas foi tocado na saída da curva 4 e sua corrida acabou na caixa de brita. Gabriel Gomez foi conservador e herdou as duas posições de Costa e Anurag para ficar com a P16 quando o safety car foi acionado. A relargada veio na abertura da volta 4 e Gabriel Gomez foi mais agressivo, avançando rápido para a 14°. O carro de Yuki Sano foi tocado por Nakamura-Berta, escapou e deu a P13 para o piloto brasileiro que passou a perseguir seu rival da FIA Fórmula 4 italiana, Nakamura Berta.

 

 

O ritmo de prova era muito equilibrado com os carros em um pelotão compacto a partir do 5° colocado. Nakamura-Berta, que estava logo à frente de Gabriel Gomez tomou 10s de punição por um toque num adversário. Do 5° colocado – Tomass Stolcermanis até p 19°, Andrea Dupé, era um pelotão compacto onde ninguém conseguia atacar ninguém. Quem conseguia ganhar posições era Francisco Macedo, que a 10 minutos do fim da prova começou a pressionar Gabriel Gomez, conseguindo superar o brasileiro na penúltima volta. Com a punição de Nakamura-Berta, Gabriel Gomez terminou em 13° lugar.

 

Na manhã do domingo tivemos o treino que definiria o grid para a corrida de encerramento da etapa e desta vez o Grupo B foi o primeiro a ir para a pista, com Miguel Costa. Tanto ele como Gabriel Gomez, que estava no Grupo A, precisavam largar em posições melhores. Durante a primeira parte dos 15 minutos os pilotos do Grupo B foram aquecendo os pneus para na segunda metade do tempo de pista partirem para as voltas rápidas. Na primeira volta rápida (sem os créditos de tempo) as coisas continuavam difíceis. No final, MiGuel Costa conseguiu uma volta de 1m30,778s e isso deu ao brasileiro apenas o 12° lugar no grupo.

 

 

Em seguida os pilotos do Grupo A vieram para a pista e Gabriel Gomez precisava fazer aquilo que Miguel Costa não conseguiu alguns minutos antes. Durante a primeira parte dos 15 minutos os pilotos do Grupo B foram aquecendo os pneus para na segunda metade do tempo de pista partirem para as voltas rápidas. O início do brasileiro foi melhor e Gabriel Gomez estava se mantendo entre os 5 primeiros quando escapou e encheu a barreira do banking da curva 3. Isso tirou sua melhor volta, que era a P2 até o momento e o jogou para a 13ª posição.

 

 

No final da tarde, quase 7 horas depois (e algumas punições pós-classificatório) os pilotos da Fórmula Regional Europeia votaram à pista para a segunda corrida do final de semana e os brasileiros tinham um desafio ainda maior pela frente com Miguel Costa largando em 24° e Gabriel Gomez em 30° Após a volta de apresentação os pilotos voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para os 30 minutos +1 volta, tivemos a largada.

 

Os brasileiros tentaram ganhar posições nas primeiras curvas e fecharam a 1ª volta fechando com Miguel Costa em 22° e Gabriel Gomez em 23°. Um acidente triplo – com Andrija Kostic capotando – provocou a entrada do safety car na abertura da 2ª volta. Com a demora que teríamos para remover todos os carros o diretor de prova acionou a bandeira vermelha para preservar a corrida. Após 14 minutos os carros deixaram o pit lane e o cronômetro voltou a andar.

 

 

Após uma volta atrás do safety car a relargada foi dada em fila indiana, considerando a largada original. Com isso ficou difícil ganhar posições, mas ainda tínhamos 21 minutos de corrida. Francisco Macedo tomou a P23 de Gabriel Gomez na volta seguinte. Quando tentou passar Miguel Costa o brasileiro jogou duro e Francisco Macedo foi pra brita, perdendo posições e Gabriel Gomez voltou pra P23. Miguel Costa foi punido por considerarem que ele forçou Francisco Macedo pra fora da pista, mas o português também foi punido pelo mesmo motivo duas curvas depois.

 

 

Miguel Costa escapou da pista sozinho e caiu para 25, dando uma posição para Gabriel Gomez. Miguel Costa continuou perdendo posições e caiu para 27°. Maksmilian Popov deu na traseira de Andrea Dupé no final da reta e provocou uma bandeira amarela no final da prova, mas o diretor de prova deu uma volta insana para os pilotos tentarem alguma coisa. E Gabriel Gomez foi novamente superado por Francisco Macedo, terminando em 21°. Miguel Costa foi o 25°. Sem pontos na etapa, Gabriel Gomez deixou a Holanda com seus 6 pontos, na 16ª posição e Miguel Costa com 4 pontos, na P17. E já tem corrida semana que vem, em Spa-Francorchamps.

 

F1 Academy

Pela segunda vez as pilotas da F1 Academy foram enfrentar as curvas e seus muros muito próximos do circuito montado na Ilha de Notre Damme, em Montreal, no Canadá. A falta de um contato de pista (certamente todas treinaram muito nos simuladores de suas equipes) seria um desafio extra para todas... além de – claro – driblar as marmotas que eventualmente atravessam a pista.

 

 

Depois da volta de instalação todas as pilotas voltaram aos boxes e após alguns minutos começaram a ir para a pista. Eram 40 minutos para conhecer uma cirtcuito onde nunca estiveram e os tempos na casa do 1m50s estava bem longe do que elas conseguiriam fazer. Faltando 27 minutos para o final da sessão Rafaela Ferreira foi para a pista e em sua primeira completa marcou um tempo muito alto, de 1m51,503s. Foi na segunda volta que a brasileira fez um tempo competitivo com 1,43,808s. Rafaela Ferreira continuou melhorando e na segunda volta rápida virou em 1m42,433s. mas ainda estava a quase 1s de Nina Gademan.

 

Entramos na segunda metade da sessão e os tempos seguiam caindo. Rafaela Ferreira virou sua 3ª volta rápida em 1m41,471s e era apenas 1,1 décimo de Emma Felbermaur. Na volta seguinte, depois de fazer o melhor setor 2 até então, a brasileira entrou na cada de 1m40s com 1m40,982s a meio segundo de Alisha Palmowski e na passagem seguinte foi para 1m40,926s, mas Palmowski já estava em 1m39s. Rafaela Ferreira furou uma chicane tentando melhorar seu tempo, mas ao menos não bateu em nada.

 

 

Depois de limpar os pneus a brasileira partiu para mais uma volta rápida e conseguiu fazer 1m40,589s, mantendo-se no top-5 e na volta seguinte baixou para 1m40496s. Rafaela Ferreira continuou melhorando, virando em 1m40,401s já nos 5 minutos finais, mas os tempos em geral vinham caindo. E já como cronômetros zerado nossa representante virou em 1m40.254s, ficando com a P8 no final da sessão.

 

Os atrasos em cascata na programação do dia devido às bandeiras vermelhas na FIA Fórmula 2 e na Fórmula 1 atrasaram a ida das pilotas para a sessão de qualificação para as corridas deste final de semana. Rafaela foi bem no treino livre e tem condições de ir ainda melhor na qualificação com seus 30 minutos, lembrando que teremos três corridas neste final de semana, duas no sábado e uma no domingo.

 

 

Abertos dos boxes elas foram para a pista. Na primeira volta depois de aquecerem os pneus Rafaela Ferreira marcou sua volta com 1m39,850s depois desta volta voadora a brasileira voltou aos boxes para colocar pneus novos e conversar com sua engenheira de pista. Até este momento ela tinha a P3 provisória, mas algumas adversárias continuavam na pista. Rafaela Ferreira voltou pra pista com 17 minutos para o final da sessão tentando pegar a pista mais livre do tráfego, mas na primeira volta após deixar os boxes ela não conseguiu melhorar seu tempo.

 

 

Já na volta seguinte a brasileira voou novamente e virou 1m39,386s, mas os tempos continuavam caindo e só Alisha Palmowski entrava na casa dos 1m38s. Rafaela Ferreira melhorou ainda mais seu tempo, conseguindo 1m39,216s. Ter saído antes das demais pode ter cobrado um preço alto à Rafaela Ferreira. Faltando 6 minutos para o final da sessão parecia que a brasileira não tinha mais pneus para continuar baixando seus tempos de volta, mas ela ainda tinha uma ótima P4 provisória. Nos minutos finais Rafaela Ferreira perdeu mais algumas posições e terminou com a P7, o que a colocava na 1ª fila na corrida 2, no grid invertido, e na 4ª fila na corrida principal.

 

Ainda na manhã do sábado tivemos a primeira das duas corridas programadas para o dia. A primeira – chamada de “Opening Race” foi a primeira para compensar a não realização da etapa da Arábia Saudita. Pelo critério de classificação, Rafaela Ferreira ficou com a 6ª posição pela 2ª volta mais rápida no treino de classificação. Tempo seco, sol e risco zero de chuva para uma boa corrida. Após a volta de apresentação as pilotas voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 17 voltas programadas, tivemos a largada.

 

 

Rafaela Ferreira largou atrapalhada por Emma Felbermayr que ficou parada, mas ainda assim ficou com a P5, mas pressionada por Alba Larsen, errou na chicane antes do “muro dos campeões e quase perdeu a posição. A brasileira vinha segurando o 2° pelotão, mas mantinha Alba Larsen a uma distância segura. A partir da volta 6 Alba Larsen começou a se reaproximar pouco a pouco de Rafaela Ferreira e na volta 7 a sueca já estava bem próxima da nossa representante.

 

 

Apesar da pressão Rafaela Ferreira procurava se aproximar de Payton Westcott, mesmo depois de informada pelo rádio de que a americana estava punida em 5s. Tentando um ataque sobre Matilda Paatz, Payton Westcott saiu da pista e entregou a P4 para Rafaela Ferreira. As posições da P2 a P5 estavam abertas e Rafaela Ferreira tinha uma possibilidade concreta de chegar ao pódio, mas não podia descuidar de Alba Larsen, que vinha muito perto. Mesmo sem a pressão de Alba Larsen nas 2 voltas finais, Rafaela Ferreira não conseguiu atacar Matilda Paatz e terminou na 4ª posição.

 

Depois do treino classificatório para a corrida de domingo da F1 as pilotas da F1 Academy retornaram à pista para mais uma corrida neste sábado e com a inversão do grid tínhamos Rafaela Ferreira largando na 1ª fila com a 2ª posição num fim de tarde nublado e asfalto mais frio. Após a volta de apresentação as pilotas voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 17 voltas programadas, tivemos a largada.

 

 

Rafaela Ferreira largou muito bem e tomou a ponta. Com Kaylee Countryman segurando quem vinha atrás e a rodada de Emma Felbermayr as três primeiras abriram vantagem com Matilda Paatz em 3°, mas a direção de prova colocou o safety car na pista abrindo a 2ª volta depois de Ava Dobson ser tocada na chicane e bater. Depois foi Rachel Robertson, no muro dos campeões, forçando os carros a passarem pelos pits.

 

 

A relargada veio na abertura da volta 7 e Rafaela Ferreira estava sob suspeita de ter queimado a largada (que foi espetacular). Ela relargou muito bem e deixou todo mundo pra trás, mas quem vinha atrás tinha ritmo e a brasileira não ia ter vida fácil. Rafaela Ferreira estava contornando muito bem a curva no final da grande reta e começava a volta com uma pequena vantagem. Sobre a largada, nada de investigação para a brasileira. O maior risco na pista, Alisha Palmowski danificou a asa dianteira e foi chamada aos boxes na volta 9.

 

 

Rafaela Ferreira continuava fazendo o que tinha que fazer quando na volta 11 apareceu a indicação de investigação sobre a largada da brasileira. Matilda Paatz começou a pressionar Kaylee Countryman e isso ajudava Rafaela Ferreira. Na volta 13, Alisha Palmowski e Megam Bruce se tocaram e sobrou para Nina Gademan. As duas ficaram nos muros, uma de cada lado da saída do S do Senna. E isso poderia acabar com a corrida ou deixar o final para uma única volta.

 

 

Enquanto o pelotão seguia na pista no “modo procissão” a investigação sobre Rafaela Ferreira ter ou não queimado a largada continuava e as voltas iam passando. Alisha Palmowski conseguiu mover o carro e estava no fim do pelotão enquanto o carro de Nina Gademan era retirado pelo trator. Tivemos a saída do safety car para 1 volta insana e era a volta da vida da brasileira. Ela relargou bem, com Matilda Paatz logo atrás e na última volta saiu a punição de 5s para Rafaela Ferreira, que venceu de ponta a ponta na pista, mas foi derrubada para a 10ª posição.

 

Abrindo as atividades FIA do domingo, as pilotas da F1 Academy retornaram à pista para a corrida de encerramento da etapa no Canadá e com o efeito da ressaca da punição à Rafaela Ferreira no sábado. A brasileira estava largando na 4ª fila com a 7ª posição numa manhã de asfalto frio e pista molhada. Após a volta de apresentação as pilotas voltaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas para as 17 voltas programadas, tivemos a largada (normal).

 

 

Rafaela Ferreira largou pressionada por Nina Gademan e teve que brigar muito para manter a posição nas primeiras curvas, mas foi superada no hairpin. A brasileira não desistiu da briga e partiu para a pressão sobre Nina Gademan. A briga aumentou com Nina Gademan colando em Alba Larsen e Ella Lloyd chegando em Rafaela Ferreira, mas Lloyd estava sob investigação por ter feito Lisa Billard rodar.

 

 

Alba Larsen furou a Chicane e teve que ceder posições e com isso Rafaela Ferreira voltou pra P7, mas por pouco tempo, pois Ella Lloyd Alba Larsen e a brasileira fazendo um 3-wide na reta antes dos boxes. As duas passaram Rafaela Ferreira, espremida no meio, mas Larsen furou a Chicane e teve que ceder a posição. Na volta seguinte Ella Lloyd errou e entregou a P7 para Rafaela Ferreira, que errou sozinha no hairpin na sequência e caiu para 9°, entrando numa disputa insana com Ella Lloyd.

 

 

Rafaela Ferreira estava longe de Natalia Granada depois da briga com Ella Lloyd, mas foi se aproximando, novamente, mas Ella Lloyd continuava muito perto e tomou a posição da brasileira, que errou e deu um “passeio na grama” não desistiu da briga, mesmo com uma bandeira de advertência por track limits. A vantagem para Jade Jaquet era grande, mas Rafaela Ferreira não estava conseguindo acompanhar Ella Lloyd e precisava cuidar dos track limits para não ser punida. Com o ponto da P10 Rafaela Ferreira saiu do Canadá com 27 pontos na 7ª posição do campeonato.

 

E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. 

 

Um abraço a todos, 

 

Genilson Santos

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.

 

Last Updated ( Sunday, 24 May 2026 23:52 )