Alô galera que lê os Nobres do Grid... Salve Jorge!
Nesse final de semana tivemos grandes corridas envolvendo os pilotos brasileiros, aspirantes ao topo da carreira nas categorias mais importantes do automobilismo mundial dos dois lados do oceano atlântico. Mesmo com a copa do mundo em curso o automobilismo nos Estados Unidos não parou. Quase todo “circo” da IndyCar – apenas a USF Junior não esteve lá – foram para o circuito de Road América. A Indy NXT tinha programadas duas corridas com Enzo Fittipaldi brigando pelo título e Nicholas Monteiro tentando se afirmar. Na PRO 2000, Leonardo Escorpioni estava entre os primeiros, assim como João Vergara na USF 2000. Na Europa, Gabriel Gomez e Miguel Costa buscavam se recuperar da etapa anterior no templo de Monza. E a FIA Fórmula 4 será resgatada na próxima coluna. Mais uma vez foram muitas corridas e um textão para irritar minhas editoras mais uma vez. Mil desculpas. Fórmula Regional Europeia Em um Autódromo de Monza com várias categorias na pista e com três corridas programadas (a 1ª corrida em Spa Francorchamps foi cancelada pelo mau tempo) ao invés de duas, já tinha carro na pista na quinta-feira e por conta das três corridas o treino de classificação da corrida 1, no sábado foi programado para a sexta-feira e, lamentavelmente, não feita a transmissão no youtube desta sessão. Gabriel Gomez e Miguel Costa não tiveram bons resultados na Holanda e na Bélgica e precisavam se recuperar. Na quinta-feira tivemos dois treinos coletivos, um na parte da manhã e outro na parte da tarde, cada um deles com 120 minutos. A categoria não disponibilizou imagens ou os tempos obtidos nas duas sessões. Na manhã da sexta-feira tivemos o único treino livre antes da classificação para a corrida 1. Gabriel Gomez ficou em 16°, com sua melhor volta em 1m45,944s, 475 milésimos mais lento que Sebastian Wheldon. Miguel Costa foi o 28°, fazendo sua melhor passagem em 1m46,525s, 1,056s mais lento que o P1. Na tarde da sexta-feira tivemos o treino classificatório para a primeira corrida do sábado, que não teve transmissão pela internet. As posições definidas neste treino também seriam levadas para a corrida 2, mas com a inversão dos 12 primeiros colocados para a formação das 6 primeiras filas do grid, sem considerar a corrida cancelada de Spa Francorchamps e seu grid. Os pilotos foram divididos – como de costume – em dois grupos, tendo 15 minutos para fazerem suas voltas. Miguel Costa ficou no grupo A e o brasileiro não foi bem, obteve a 14ª posição no grupo. Gabriel Gomez ficou no grupo B e também não conseguiu um bom resultado, ficando em 11° no grupo. Na manhã do sábado os pilotos da Fórmula Regional Europeia voltaram à pista para a primeira corrida do final de semana. A situação dos pilotos brasileiros não era nada boa, com Gabriel Gomez abrindo a fila 11 na 21ª posição e Miguel Costa a fila 14 com a P27. Seriam necessárias grandes corridas de recuperação para chegarem aos pontos. Pista seca, zero chances de chuva e, após a volta de apresentação, os pilotos retornaram para as suas posições no grid. Apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada para 30 minutos +1 volta. Alguns carros ficaram parados no grid e na primeira chicane tivemos alguns carros furando chicane um grande acidente envolvendo 4 carros. Teve mais gente tendo problemas na chicane della roggia. A corrida continuou até a chicane Ascari quando foi sinalizada a entrada do safety car. Com a confusão e com excelentes largadas, Gabriel Gomez era o 9° no fechamento da 1ª volta e Miguel Costa o 20°. Alex Munhoz foi aos boxes trocar a asa dianteira e Miguel Costa ganhou uma posição. A relargada veio na abertura da volta 5 e Gabriel Gomez relargou e foi superado por Sebastian Wheldon caindo para a P10. Miguel Costa ganhou uma posição na relargada e herdou outra com a escapada de pista de Andrea Dupé. Gabriel Gomes recuperou P9 superando Reno Francot. Na abertura da volta 6 Miguel Costa superou Jules Roussel e Marcus Saeter e subiu para 15°. Rashid Al Dhaheri tomou a P9 de Gabriel Gomez antes da parabólica no final da volta 6. Gabriel Gomez vinha sob pressão de Reno Francot e Jules Roussel recuperou a P15 de Miguel Costa. Com metade da corrida disputada. Gabriel Gomez acabou superado por Reno Francot na volta 8. Miguel Costa brigou num 3-wide espetacular, mas colocou as 4 rodas fora da linha branca e acabou cedendo a P16 para Marcus Saeter para evitar qualquer punição. Gabriel Gomez caiu para 12°, superado por Kai Daryanani. Na volta 11 Miguel Costa recuperou a posição sobre Jules Roussel e como Marcus Saeter deu uma escapada na 1ª chicane, o brasileiro voltou para a P15 a 5 minutos do final. Tentando voltar para o top 10, Gabriel Gomez superou Dion Gowda e subiu à P11. Na penúltima volta Alex Munhoz, o de asa nova, tomou a P15 de Miguel Costa. Abrindo a última volta Gabriel Gomez superou Kai Daryanani e voltou a ser o 10°. Miguel Costa recuperou a posição com Dion Gowda perdendo mais posições. Depois de uma classificação terrível os brasileiros fizeram grandes corridas e Gabriel Gomez ainda salvou 1 ponto. Miguel Costa terminou em 15°, mas foi desclassificado após a prova. Na tarde do sábado os pilotos da Fórmula Regional Europeia retornaram para a 2ª corrida do final de semana, com a inversão dos 12 primeiros do grid em relação à classificação para a corrida 1. Tínhamos Gabriel Gomez abrindo a fila 11 na 20ª posição e Miguel Costa a fila 14 com a P28 e precisando de novas corridas de recuperação para chegarem aos pontos. Pista seca, zero chances de chuva e, após a volta de apresentação, os pilotos retornaram para as suas posições no grid. Apagadas as luzes vermelhas, tivemos a largada para 30 minutos +1 volta. Tivemos novamente confusão na primeira chicane. Gabriel Gomez ficou encaixotado e caiu para 25°. Miguel Costa também perdeu posição e era o 29°. Na volta 2 os 2 primeiros bateram na chicane 1. Gabriel Gomez vinha se recuperando, chegou a estar em 22°. Miguel Costa subiu para 28° no final da 1ª volta. Gabriel Gomez continuava se recuperando e ganhou mais duas posições até ser tocado e tirado da pista, caindo para último. Miguel Costa herdou a posição e foi para 26°. Miguel Costa ia brigando para subir na classificação e na volta 5 estava em 24°. Gabriel Gomez vinha tentando se recuperar. Tivemos uma batida tripla envolvendo Dion Gowda, Alexander Abkhazava Maksmilian Popov. Miguel Costa foi para 23° e Gabriel Gomez era o P25. A relargada veio quando faltavam 16 minutos para o final. Miguel Costa ganhou uma posição e foi para 22°. Uma nova batida, agora na chicane Ascari com Andrija Kostick e Alex Munhoz provocou nova entrada do safety car. Miguel Costa já era o 18° e Gabriel Gomez o 23°. 
A relargada veio com 6 minutos para o final da prova e Miguel Costa relargou bem e ganhou duas posições, indo para 16°. Gabriel Gomez foi para 22° Na volta seguinte era o 15° e tivemos uma grande confusão na 1ª chicane. Miguel Costa passou ileso e foi para 12°. Gabriel Gomez teve mais sorte que juízo e subiu para 16°. O safety car voltou para a pista faltando 3 minutos para o fim dos 30 minutos. A corrida acabou sob bandeira amarela com Miguel Costa na P12 e Gabriel Gomez na P16. Uma chuva de punições pós corrida mudou as posições finais e se Miguel Costa continuou na P12, Gabriel Gomez foi para a P10. Na manhã do domingo os pilotos retornaram à pista para o treino que definiria o grid para a corrida do domingo, a 3ª do final de semana. Os estavam divididos – como de costume – em dois grupos, tendo 15 minutos para fazerem suas voltas. Miguel Costa ficou no grupo A e Gabriel Gomez ficou no grupo B. Depois de mostrarem que, durante as corridas tinham como ganhar posições, os brasileiros precisavam classificar melhor. O primeiro grupo a ir para a pista foi o grupo B. Após aquecerem os pneus nas primeiras voltas, nos 7 minutos finais os pilotos partiram para suas voltas rápidas e em Monza, o vácuo era fundamental. A primeira volta rápida do brasileiro foi em 1m47,323s, mas sem vácuo para ajuda-lo. O brasileiro estava mal posicionado na pista e abriu a última tentativa de cara para o vento e depois de conseguir um vácuo fez 1m45,528s e com isso fez o 2° tempo do grupo.  Em seguida os pilotos do grupo A foram para a pista e Miguel Costa precisava seguir o exemplo de Gabriel Gomez, conseguir um bom vácuo e fazer uma volta realmente rápida. Após 5 minutos de sessão a maioria dos pilotos voltou aos boxes e retornaram à pista 3 minutos depois, aqueceram os pneus e atacaram o cronômetro. Na 1ª passagem Miguel Costa virou em 1m45,881s e na segunda tentativa marcou 1m45,811s e isso foi péssimo para o brasileiro, que ficou em 13° no seu grupo. Emanuele Olivieri fez a pole geral. Menos de quatro horas depois os pilotos voltaram à pista e posicionaram sesus carros no grid para a última corrida do final de semana e, pela primeira vez, com esperanças de pódio para um piloto brasileiro. Gabriel Gomez largava na 3ª posição por uma punição (era pra ser P4) e Miguel Costa teria um novo desafio de corrida de recuperação por largar da P25. Após a volta de apresentação os pilotos retornaram às suas posições no grid e, apagadas as luzes vermelhas, largaram para 30 minutos +1 volta de corrida. Gabriel Gomez largou bem, pegou o vácuo e passou limpo na 1ª chicane e na della roggia onde tivemos confusão. O brasileiro era o 3° e o safety car veio para a pista. Miguel Costa era o 23°. A relargada veio na abertura da volta 3 e Gabriel Gomez relargou buscou o vácuo de Nakamura Berta, fez limpa a 1ª chicane e se defendeu de Maxmilian Popov na della roggia para manter a P3. Miguel Costa ganhou 2 posições e foi para 21°. O líder não conseguia abrir e o pelotão da frente estava muito compacto. Sobrou para Nakamura Berta que tocou com Emanuele Olivieri que escapou na 1ª de Lesmo. Gabriel Gomez foi assumiu a P2 e mais atrás Miguel Costa se enroscou com Marcus Saeter, danificou o carro e acabou abandonando. O safety car voltou para a pista. A relargada veio na abertura da volta 5 e Gabriel Gomez foi pra cima de Emanuele Olivieri. O brasileiro tentava, mas nem com o vácuo conseguia encostar e atacar o líder e tinha que se defender de Maxmilian Popov. Já na 2ª metade da prova o vácuo do líder ajudava Gabriel Gomez a se segurar na P2, mas depois que Sebastian Wheldon superou Maxmilian Popov a coisa ficou mais difícil e o safety car voltou para a pista a 10 minutos do fim com Marcus Saeter parado em local perigoso. A relargada veio com menos de 6 minutos para o final e Gabriel Gomez relargou bem novamente e manteve a P2 após as chicanes. Duas voltas depois Alexander Abkhazava levou a pior num toque na della roggia e faltando 3 minutos para o final o safety car voltou à pista. Tivemos tempo para uma última volta insana e Gabriel Gomez podia terminar a corrida no pódio. Na relargada o brasileiro foi bem, mas sob pressão de Maxmilian Popov que acertou seu carro na 1ª chicane. Gabriel Gomez teve o carro danificado e perdeu a P2 para Sebastian Wheldon. O brasileiro se defendeu como podia, mas foi superado por Yuki Sano na reta que antecedeu a parabólica e assim terminou na P4 e fora do pódio. A categoria deixou a Itália com Gabriel Gomez na 14ª posição, com 23 pontos e Miguel Costa, que não pontuou, em 22° com 4 pontos. Indy NXT Os pilotos da categoria de acesso, o último degrau para a Fórmula Indy, tiveram um desafio duplo no circuito misto mais desafiador da temporada. O circuito de Road América teria duas corridas, mas com apenas um treino de classificação, e com as atividades de pista começando com o treino livre na sexta-feira. Enzo Fittipaldi chegava com a vantagem dos anos correndo na Europa neste tipo de circuito para continuar a disputa pelo título e Nicholas Monteiro seguia tentando achar o ritmo de seu companheiro de equipe. Na tarde da sexta-feira tivemos o treino livre programado e Enzo Fittipaldi ficou numa modesta 10ª colocação, fazendo a melhor de suas 19 voltas em 1m54,4460s, 1,3041s mais lento que o P1 com os 3 primeiros sendo da Andretti Global. Nicholas Monteiro foi o 22°, com sua melhor passagem em 1m55,7622s, a 2,6023s do P1. Era preciso trabalhar nos acertos e encontrar respostas para o treino na manhã seguinte. No sábado pela manhã os pilotos retornaram à pista para a sessão de treinos classificatórios. Apesar dos mais de 6 km de extensão, os pilotos foram divididos em 2 grupos e os dois brasileiros acabaram ficando no grupo 1, o primeiro a ir para a pista. Os resultados deixaram a desejar Enzo Fittipaldi fez o 4° melhor tempo com uma volta em 1m51,7335s, 3 décimos mais lento que Nikita Johnson. Nicholas Monteiro foi apenas o 11°, fazendo sua melhor passagem em 1m53,1013s. Com Alessandro de Tullio sendo o mais rápido para os dois grupos, Enzo Fittipaldi ficou com a 8ª posição no grid e Nicholas Monteiro com a 22ª. Menos de duas horas depois do treino que definiu o grid os pilotos e seus carros estavam no pit lane prontos para sair e irem à pista para a disputa da corrida do sábado, programada para 20 voltas. Enzo Fittipaldi precisava encontrar no ritmo de corrida aquilo que faltou nas sessões de treino e Nicholas Monteiro um ritmo consistente para ganhar posições. Após a volta de apresentação os pilotos entraram na reta lado a lado e receberam a bandeira verde. Enzo Fittipaldi ganhou uma posição e um dano no seu carro já na largada. E isso o fez perder posições em seguida, sendo forçado a ir aos boxes e voltar no final do grid. Nicholas Monteiro ganhou posições e era o 19° quando tivemos a intervenção do safety car. Isso permitiu que Enzo Fittipaldi voltasse ao pelotão. A relargada veio na volta 5 e Nicholas monteiro era o 18°, com Enzo Fittipaldi buscando se recuperar, mas nem completaram a volta e tivemos o choque de Nicholas Monteiro e Alexander Koreiba bateram e provocaram nova entrada do safety car. O dano no carro do brasileiro foi só a asa dianteira e ele conseguiu voltar aos pits e troca-la. A relargada veio na volta 8, mas a turma do final do grid aprontou de novo e Bryce Aron ficou na brita, provocando a 3ª entrada do safety car. Enzo Fittipaldi tinha mais danos no carro e acabou abandonando. Nicholas Monteiro estava em 21°. A relargada veio na volta 12 e Nicholas Monteiro vinha se recuperando Enzo Fittipaldi voltou para a pista para terminar a corrida e fazer alguns pontos. Nicholas Monteiro chegou a estar em 18°, mas terminou em 19°. Enzo Fittipaldi classificou-se em 22°. Ao meio dia (no horário da costa leste dos EUA) os pilotos e seus carros estavam no pit lane prontos para sair e irem à pista para a disputa da corrida do sábado, programada para 20 voltas. Enzo Fittipaldi precisava se recuperar do péssimo resultado do dia anterior e Nicholas Monteiro achar um ritmo consistente para ganhar posições. Após a volta de apresentação os pilotos entraram na reta lado a lado e receberam a bandeira verde. Enzo Fittipaldi largou e ficou encaixotado e na confusão que levou 4 carros para fora da pista o Tubarãozinho ficou bem e ganhou a P4 na curva 5 passando Myles Rowe. Nicholas Monteiro herdou as posições da confusão e subiu para 18°. Enzo Fittipaldi tinha uma desvantagem para os 3 primeiros e vinha pressionado por Max Taylor que ganhou a P5. Nicholas Monteiro perdeu 2 posições e era o 20°. A briga pela P2 foi ajudando Enzo Fittipaldi, que teve que dar um “X” em Max Talor para manter a P4. Depois que a disputa da P2 acabou Enzo Fittipaldi não conseguia mais se aproximar de Nikita Johnson. Enzo Fittipaldi não conseguiu manter a P4 e foi superado por Max Taylor e Tymek Kucharczky também passou o brasileiro que não acertou o carro tão bem quanto podia ter feito. Nicholas Monteiro veio se recuperando e era novamente o 18°. A diferença para Myles Rowe era de 2,6s mas isso acabou com James Roe numa das caixas de brita na 6ª volta. O pelotão foi agrupado e depois de 2 voltas tivemos a bandeira verde. Enzo Fittipaldi tentou atacar, mas Murray passou Rowe e atacou o brasileiro. Tymek Kucharczky errou e perdeu várias posições, Enzo Fittipaldi voltou a ser o 5°. A briga de Rowe e Murray pela P6 estava ajudando o brasileiro da HMD. Quando acabou a briga pela P6 Murray começou a se aproximar rapidamente de Enzo Fittipaldi que ão mostrava ter um carro rápido na pista. Nicholas Monteiro ganhou a P17 de Missig. E Tymek Kucharczky veio atropelando todo mundo pra passar Enzo Fittipaldi e tomar a P5. Enzo chegou em Max Taylor na abertura do último terço de prova. A briga tripla pela P7 ajudava Enzo Fittipaldi a focar no ataque. Ele ez algumas curvas lado a lado e finalmente conseguiu voltar a ser o P5 a 5 voltas do fim. Enzo Fittipaldi passou e abriu, mas perdeu muito tempo na disputa. Abrindo a volta 15 Kaminski bateu no muro interno e saiu a pista batendo no muro externo e provocando nova bandeira amarela. Isso agrupou o pelotão e Nicholas Monteiro, que tinha superado o Stati acabou subindo para a P15. Tivemos bandeira verde para uma última volta insana e Enzo Fittipaldi perdeu a P5 para Max Taylor, mas recuperou e depois tomou o “X”. Nas últimas voltas Max Talos se perdeu numa curva e Enzo Fittipaldi recuperou a P5. Nicholas Monteiro perdeu a posição para Stati, mas terminou na P15. A rodada dupla terminou com Enzo Fittipaldi na 3ª posição no campeonato com 321 pontos. Nicholas Monteiro era o 22° com 120 pontos. USF PRO 2000 O espetacular circuito de Road América no autódromo de Elkhart Lake teve os carros da categoria que é o último degrau do programa “Road to Indy” para treinos coletivos no início da tarde de quinta-feira. Leonardo Escorpioni enfrentou outros 15 pilotos na pista e, ao final da 1ª sessão o brasileiro terminou na 2ª posição com uma volta em 2m01,2263s, 254 milésimos mais lento que o P1. Três horas depois os pilotos voltaram à pista para a 2ª sessão de testes e Leonardo Escorpioni, fez sua melhor volta em 2m02,3138s, terminando em 3° lugar, 167 milésimos mais lento que o P1. Na sexta-feira estavam programadas duas atividades, ambas pela manhã: o treino livre, ainda cedo e em seguida teria lugar a sessão de qualificação para a rodada dupla do final de semana. Na sessão de treino livre Leonardo Escorpioni ficou com a 2ª posição, fazendo sua melhor volta em 2m01,8472. Duas horas após o treino livre tivemos a sessão de qualificação e o piloto brasileiro não conseguiu repetir aa performances ficando com o 5° melhor tempo. Na tarde do sábado os pilotos da USF PRO2000 foram ao pit lane para a disputa da 1ª das duas corridas do final de semana. Leonardo Escorpioni largava em 5° e tinha chance de fazer um pódio ou mesmo de vencer a corrida com um ritmo de corrida consistente. Depois da volta de apresentação eles vieram pela reta lado a lado e receberam a bandeira verde para 15 voltas. Leonardo Escorpioni largou bem e manteve sua posição. Levou um pequeno toque na curva 3 e mais atrás um outro acidente provocou a entrada do safety car. A relargada veio na abertura da volta 4. Leonardo Escorpioni manteve sua posição e vinha próximo a Thomas Schrage e tomou a P4 na volta 5. Jack Jeffers, que vinha próximo do brasileiro também passou e continuava pressionando nosso piloto. Na volta 6 tivemos uma nova intervenção do safety car por detritos na pista. A bandeira verde foi agitada na abertura da volta 9 e Leonardo Escorpioni atacou Frankie Mossman, mas o safety car foi acionado novamente por mais detritos na curva 1. A relargada veio na abertura da volta 10 e Leonardo Escorpioni perdeu a P4 para Jack Jeffers. Os dois foram para cima de Frankie Mossman, mas não conseguiram passar. A briga pela P3 foi até o fim da corrida, mas Leonardo Escorpioni terminou na 5ª posição. Na manhã do domingo os pilotos foram novamente para o pit lane para a disputa da última das duas corridas do final de semana. Leonardo Escorpioni largava em 3° com a 2ª melhor volta do treino de classificação e precisaria fazer uma corrida melhor para a disputa do título. Depois da volta de apresentação eles vieram pela reta lado a lado e receberam a bandeira verde para 12 voltas. Leonardo Escorpioni largou bem e manteve a P3, mas com muita luta. O brasileiro era muito pressionado por Frankie Mossman e Andres Cardenas. Não demorou para Andres Cardenas tomar a posição de Leonardo Escorpioni, abrindo a volta 4. O brasileiro não estava conseguindo acompanhar o ritmo dos 3 primeiros e os adversários estavam se aproximando. Na volta 5 Frankie Mossman estava colado em Leonardo Escorpioni e ganhou a posição no final da reta dos pits abrindo a volta 6. O brasileiro conseguiu manter um ritmo suficiente para perseguir Andres Cardenas, mas não conseguiu recuperar a posição. Ao menos manteve-se fora do alcance de Thomas Schrage até o final e terminou a prova em 5° lugar. Leonardo Escorpioni deixou Road América em 3° no campeonato com 131 pontos. USF 2000 O circuito de Road América no autódromo de Elkhart Lake já teve carros na pista para os treinos coletivos na quinta-feira. João Vergara e outros 24 pilotos foram para a pista e, ao final da sessão o brasileiro terminou na 8ª posição com uma volta em 2m09,1576s, 731 milésimos mais lento que o P1. Três horas depois os pilotos voltaram à pista para a 2ª sessão de testes e João Vergara, mesmo melhorando seu tempo para 2m08,8440s, terminando em 10° lugar, 737 milésimos mais lento que o P1. Na sexta-feira estavam programadas três atividades: o treino livre, ainda cedo pela manhã e em seguida teriam lugar duas sessões de classificação. Na sessão de treino livre João Vergara ficou com a 9ª posição, fazendo sua melhor volta em 2m08,4064s, 548 milésimos mais lento que o P1. Duas horas após o treino livre tivemos a 1ª sessão de qualificação e o piloto brasileiro ficou com 10ª posição com o tempo de 2m08,6422s. No início da tarde tivemos a 2ª sessão de classificação e nosso representante fez sua melhor passagem em 2m08,3225s terminando a sessão em 2° lugar. Na manhã do sábado os pilotos foram para o pit lane para a disputa da 1ª das três corridas do final de semana. João Vergara largava em 10° e precisaria fazer uma boa corrida para escalar posições. Depois da volta de apresentação eles vieram pela reta lado a lado e receberam a bandeira verde para 12 voltas. João Vergara largou evitando contatos e manteve sua posição. Callahan Peter ficou pelo caminho e provocou a entrada do safety car. A relargada veio na abertura da volta 3 e João Vergara manteve sua posição. O brasileiro vinha mantendo sua posição nas primeiras voltas e tentando atacar Gabriel Cahan, mas acabou superado por Cole Medeiros na volta 4. João Vergara se recuperou na volta seguinte e na volta 6 superou Sebastian Garzon e assumiu a P9. Na volta seguinte tomou a P8 de Wian Boshoff e foi à caça de Gabriel Cahan no pelotão que ia do 5° ao 9°. Ryan Giannetta não conseguiu mais segurar o pelotão e caiu para 9°, com João Vergara indo para 7°. Na penúltima volta Sebastian Garzon recuperou a posição do brasileiro que ficou vendido na saída da curva 5 e foi superado também por Ryan Giannetta e Cole Medeiros, terminando a corrida em 10°. Na tarde do sábado os pilotos voltaram ao pit lane para a disputa da 2ª das três corridas do final de semana. João Vergara largava em 2° e tinha a grande chance de fazer um pódio e mesmo de vencer a corrida. Depois da volta de apresentação eles vieram pela reta lado a lado e receberam a bandeira verde para 12 voltas. João Vergara largou mal e perdeu algumas posições desde a reta até as primeiras curvas, caindo para 5° e no complemento da volta caiu para 6°, superado por Sebastian Garzon. Ainda na 1ª volta estava sob ataque de Gabriel Cahan. Na 2ª volta tivemos a entrada do safety car pela confusão no final do pelotão com Leonardo Serravalle, Callahan Peter e Lian Loiacono. A relargada veio na abertura da volta 5 e João Vergara foi para tentar recuperar as posições perdidas, mas tinha dois Cahan – Gabriel e Ayrton – atrás dele. Na volta 8 João Vergara caiu para o 7° lugar, superado por Eddie Beswick e era pressionado por Oliver Wheldon, que tomou sua posição na volta seguinte. O brasileiro passou o restante da corrida se defendendo de Wian Boshoff para não perder mais posições e terminou a corrida na P8. Na manhã do domingo os pilotos foram novamente para o pit lane para a disputa da última das três corridas do final de semana. João Vergara largava em 4° com a melhor volta da corrida 2 e precisaria fazer uma boa corrida desta vez. Depois da volta de apresentação eles vieram pela reta lado a lado e receberam a bandeira verde para 12 voltas. João Vergara largou bem tomou a P3 até termos um grande acidente com o carro de Evan Cooley decolando entre as curvas 4 e 5. O piloto saiu andando do que sobrou do carro, que ficou destruído. O safety car veio para a pista. A relargada veio na abertura da volta 5 e João Vergara foi pra cima de Garzon e assumiu a P2, levou o troco na curva 5 mas retomou na curva Canadá. A disputa foi interrompida por outra entrada do safety car na volta 6. A relargada veiona abertura da volta 8 e João Vergara perdeu a P3 na relargada para Eddie Beswick. Na volta seguinte foi Oliver Wheldon quem superou o brasileiro. Nas duas últimas voltas João Vergara não conseguiu segurar os carros atrás dele e terminou na 6ª posição. O brasileiro saiu de Road América na 5ª posição do campeonato vom 127 pontos. E assim concluímos assim mais um desafio, acompanhando as categorias de base com os brasileiros buscando uma oportunidade de crescer no automobilismo internacional em qualquer dos continentes pelo mundo e vamos continuar tentando manter o compromisso da coluna semanal. Um abraço a todos, Genilson Santos Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid. |