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Operação Resgate: GT Sprint Race em Tarumã e Copa HB20 em Santa Cruz do Sul PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Monday, 03 October 2022 19:01

E aê Galera... agora é comigo!

 

O final de semana foi de eleições para a presidência, para governadores, senadores e deputados – federais e estaduais – tudo pelo bem do país (quantos acreditam nisso?) e como no Brasil o voto é obrigatório, ficamos sem corridas no calendário nacional.

 

Como andamos passando por uns apertos com o desorganizado calendário nacional, reservei algumas corridas para comentar neste final de semana e a gente poder desligar dessa podridão política do Brasil. Nos dois últimos finais de semana tivemos corridas em Tarumã, com a GT Sprint Race, e em Santa Cruz do Sul, com a Copa HB20. Vamos fazer a resenha dessas corridas.

 

Copa HB20

No final de semana do programa da VICAR em Santa Cruz do Sul-RS a Copa HB20 disputou sua 5ª etapa com uma rodada dupla. Assisti as corridas pelo youtube no portal Highspeed, do meu camarada Pedro Malazartes, mas com a narração oficial do poderoso Filho do Deus do Egito e os apimentados comentários do Pedro Malagueta, que faz de tudo um pouco, até dar umas derrapadas como na separação das categorias quando os carros ainda estavam parados no grid. Como foi a primeira, essa eu alivio. O Malagueta tem crédito como comentarista.

 

 

Na corrida do sábado o pole foi Bernardo Cardoso, com Leo Reis do seu lado, ambos da Classe PRO, puxando um grid com 41 carros, somando as classes PRO (15), Elite (11) e SUPER (15). Largada lançada e o pole não deu moleza, segurou a ponta e fez a curva 1 sem problemas. As encrecas vieram depois, com a curva ficando estreita pra tanto carro. No fechamento da primeira volta, Bernardo Cardoso liderava, com Leo Reis na P2 e Thiago Riberi na P3. Na Elite o líder era Lei Rufino depois de uma dividida feroz na curva 1. Na Super o líder era Victor Andrade. A pista em Santa Cruz do Sul é mais larga e a reta é um pouco (não muito) maior que as da pista de Track Day de Mogi-Guaçu, o que deixava as coisa um pouco mais interessantes. Leo Reis vinha babando atrás de Bernardo Cardoso, mas não conseguia passar. A briga pela P3 tambémestava boa, com Alberto Cattucci atacando Thiago Riberi. Teve pancada feia na briga que envolveu João Bortoluzzi, João Vieira e Rafa Velho na entrada da reta, mas não teve interrupção da corrida. Os 4 primeiros abriram um boqueirão para os demais e na briga pela P3 Alberto Cattucci  aproveitou uma vacilada de Thiago Riberi depois da curva 1 pra tomar a posição. Na Elite, Ernani Huhn veio no ataque pra cima de Leo Rufino. Vida tranquila só quem tinha era Victor Andrade na liderança da Super. Apesar de ficar os 25 minutos de corrida na cola do líder, Leo Reis teve que se contentar com a P2 na vitória de Bernardo Cardoso. Alberto Cattucci foi o P3. Na Elite, o vencedor foi Leo Rufino, que segurou Ernani Khun, com direito a “X” na penúltima volta, até o final. Na Super, vitória de Victor Andrade. As punições pós-prova dos ‘comissacos’ não alteraram as primeiras posições.

 

 

Domingão teve a corrida 2 e Daniel Lino largava na pole com a inversão de 10 posições, com Chris Bornemann ao seu lado pra puxar os 41 carros no grid. O pole segurou bem o pelotão na largada lançada que, como era de se esperar, deu confusão na curva 1 e quem se deu mal foi Rafa Reis, que ficou atravessado na na área de escape asfaltada e viu o pelotão inteiro passar, sem poder fazer nada e – milagrosamente – não foi atingido por ninguém. Largadaça de Fernando Jr., que saiu da P6 pra P2 e Chris Bornemann o P3. O pessoal veio batendo portas nessa corrida 2. Enzo Gianfratti. era o líder na Elite e Thiago Sansana na Super. Na abertura da curva 2, Fernando Jr. atacou e tomou a liderança. Na abertura da volta 3 o Filho do Deus do Egito informou que os líderes da Elite e da Super, Enzo Gianfratti e Thiago Sansana estavam punidos pelos ‘comissacos’ por queima de largada com um “Drive Thru” e os irmãos Reis (Leo e Rafa) pelos toques na primeira curva! Enzo Gianfratti assumiu a liderança da classe Elite, mas também tinha “Drive Thru” pra cumprir e João Bortoluzzi na classe Elite. Ernani Khun e Fernando Meirelles trocaram portadas ao extremo... e os dois são de classes diferentes! Khun era o novo líder da Elite, mas Edgar Colamarino estava no pelotão da briga. Fernando Jr. ia segurando a liderança na PRO e Com uma folguinha pra Daniel Lino faltando 10 minutos de prova. Alberto Cattucci vinha voando e foi pra cima da briga pela P2. Tomou do Chris Bornemann por dentro e uma volta e meia depois, no miolo, tomou a P2 de Daniel Lino. A distância para o líder era grande e Fernando Jr. levou a corrida 2, com Alberto Cattucci na P2 e Daniel Lino a P3. Ernani Khun levou na Elite e João Pedro Bortolizzi na Super.

 

GT Sprint Race 

No final de semana da Copa Truck tivemos a 7ª etapa da GT Sprint Race com mais uma Dignity Gold, que assisti pela internet. O grid contou com a estreia do gaúcho Vitor Genz, que disputou algumas temporadas da Stock Car. A narração das corridas, que são em rodada dupla, com as duas provas acontecendo no domingo. A narração das corridas é do meu camarada e melhor narrador de automobilismo do Brasil, o Sinestro, devidamente assessorado pelo comentarista e carpinteiro, o operador de Serrote.

 

 

A primeira prova tinha Arthur Gama, da classe PROAM na pole e Rafael Dias da PRO ao seu lado, puxando o grid de 21 carros das classes PRO, PROAM e AM. O som demorou da cabine a entrar, mas o pessoal da técnica resolveu antes da largada. Falando em largada, Arthur gama segurou a ponta na curva 1 enquanto Vitor Genz tomou a P2 de Rafael Dias. Leo Yoshii era o líder na classe AM. Vitor Genz vinha embutido no líder enquanto o líder da PRO, Rafael Dias, vinha chegando nos dois depois de se livrar da pressão de Raphael Teixeira, que na volta 6 foi superado por Diogo Moscato. Depois da volta 7 Rafael Dias perdeu contato com os líderes enquanto Vitor Genz continuava em cima de Arthur Gama, fazendo um duelo gaúcho. Na AM, Leo Yoshii caiu muito e passou a ser apertado por Giovani Girotto nos 5 minutos finais de corrida. Na volta 15 Vitor Genz atacou na curva do laço e tomou a ponta. Duas voltas depois Arthur Gama retomou a liderança, mas a briga estava 100% aberta e na última volta, na curva 7, depois de se colocar lado a lado na curva do Tala Larga, Vitor Genz voltou a tomar a liderança e vencer na geral e na classe PROAM. Rafael Dias venceu na PRO e Leo Yoshii conseguiu segurar Giovani Girotto pra vencer na classe AM.

 

 

Na hora do almoço os pilotos voltaram para a segunda corrida com fome de vitória, devidamente atiçada pelo cheiro dos churrascos que rolavam em torno da pista. Na segunda corrida tivemos a pole de Rafael Dias, com Cesar Ramos largando a seu lado e puxando o pelotão de 21 competidores, largada lançada pra veloz curva 1 e Rafael Dias segurou a ponta enquanto Thiago Camilo dava um passadão por fora pra sair da P4 para a P2. Arthur Gama foi por dentro e Cesar Ramos caiu pra P4. Arthur Gama atacou Thiago Camilo na 2ª volta e foi por fora na curva do laõ pra tomar a P2. Leo Yoshii era novamente o líder na classe AM. Na volta 3 Arthur Gama não respeitou mesmo o pessoal da PRO. Atacou Rafael Dias e tomou a ponta na curva 2. Thiago Camilo deu uma vacileda e Cesar Ramos ganhou a P3. Sergio Ramalho e Diogo Moscato chegaram na briga pela P2, porque o líder deixou o pelotão brigando entre eles. Thiago Camilo tomou a P3 de Rafael Dias enquanto Diogo Moscato, usando o push, deu um passadão na volta 5 pra passar todo mundo e ganhar a P3. As coisas estavam se arrumando, mas Diogo Moscato foi pra cima e tomou a P2 de Cesar Ramos enquanto Rafael Dias passava Thisgo Camilo e ganhava a P4. Duas voltas depois foi Sergio Ramalho quem passou o piloto figurão da Stock Car. Cesar Ramos e Rafael Dias brigavam pela P3, que era a liderança da classe PRO, com Rafa Dias usou o push para ganhar a posição, mas Cesar Ramos vinha colado. Leo Yoshii continuava líder na classe AM. Diogo Moscato conseguiu reduzir a diferença, mas não o suficiente pra tirar a vitória de Arthur Gama. Moscato e Rafael Dias foram os 3 primeiros, com Dias ganhando na PRO. Leo Yoshii repetiu a vitória na classe AM.

 

Sessão Rivotril.

Seguindo meu mestre inspirador, está na hora de receitar as pílulas da semana.

 

- Mesmo sem o Dr. Smith na escalação do trio de transmissão da F1 neste final de semana, os presentes falaram suas bobagens (o advérbio não era bem esse...). O Caprichoso falando sobre as categorias de acesso, que ele não tem a menor ideia de como funcionam o Goleiro de Pebolim insistindo que o teto de orçamento das equipes vai diminuir o apetite das equipes pelas malas de dinheiro dos pilotos que querem um cockpit pra sentar.

- Ma o Matuzaleme é insuperável, né? Falando sobre aquele pit stop desastroso da Ferrari quando o Macarroni arrastou pelos boxes a mangueira de combustível. A latente senilidade do paleozóico comentarista chamou de Bomba Injetora! O “Meu Jesus Cristo” (a expressão com três palavras não era em essa...) foi ouvido em todo Tocantins! Band, pelo amor de Deus, contratem o Taquara Rachada!

- Não sei se fui eu que não prestei atenção, mas com o atraso na largada, foi impressão minha ou eles não falaram nenhuma bobagem (o advérbio não era bem esse...) em 90 minutos?

- Mas como eles não nos decepcionam nunca, o Matuzaleme caprichou, comentando que o El Matador Jr. estava segurando o ritmo do Neguin... com a corrida em bandeira amarela e Safety Car Virtual! A minha gargalhada ecoou por toda cidade.

- As “chutações” (traduções chutadas) do Dr. Smith são patéticas, isso todo mundo sabe. Mas o Goleiro de Pebolim tomou um “frangaço” na entrevista do Príncipe Choronso das Lamúrias, quando ainda acabou induzindo o Matuzaleme a compartilhar do gol com penas, ao traduzir que os 50 pontos perdidos mencionados pelo espanhol era dos seus pontos perdidos no campeonato, quando ele se referia aos pontos perdidos pela equipe em Singapura, visto que o Petit Pois também abandonou.

- Pra fechar a transmissão “com chave de ouro”, os três se posicionaram em torno de uma mesa de boteco, com um “balde” de cerveja fake (sem álcool) e fizeram uma publicidade do produto, patrocinador da F1. Mas terminar a peça com um brinde com as garrafas fechadas foi pra deixar o pessoal do marketing da marca de cerveja deve ter infartado! Minha gargalhada ecoou por toda Palmas.

 

Felicidades e velocidade,

 

Paulo Alencar

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.